Plataforma Municipal de Apoio à arte contemporânea

Porto.

PLÁKA reúne projetos que consubstanciam a política municipal de apoio à prática artística contemporânea no Porto, dando forma às iniciativas Aquisição, Colectivos Pláka, Anuário, Criatório, Shuttle e Inresidence.
Mediando processos de criação, reflexão e investigação em diferentes territórios da arte contemporânea, constitui-se enquanto plataforma de síntese, e análise, de medidas de apoio a artistas e agentes culturais e da sua articulação com a política cultural do município.
A plataforma PLÁKA é uma iniciativa da Câmara do Porto.
 
    • EQUIPA
       
      Presidente da Câmara do Porto
    • Rui Moreira

      Diretor de Arte Contemporânea e Cinema
      Guilherme Blanc

      Diretora Executiva
      Sílvia Fernandes

    • Coordenador de Programação
      Nuno Rodrigues

    • Gestora de Projeto
      Ana Brito

    • Coordenadora de Comunicação e Edição
      Lídia Queirós

      Comunicação e Mediação de Públicos
      Tiago Dias dos Santos
    •  
    • ÁGORA – CULTURA E DESPORTO, E.M.
      Presidente do Conselho de Administração
      Catarina Araújo

    • Administradores Executivos
      Ana Cláudia Almeida
      César Navio
       
    • Diretora Geral da Unidade Orgânica da Cultura
      Francisco Carneiro Fernandes
       
    • Diretor de Comunicação e Imagem
      Jorge Rodrigues

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Porto.

Criatório

Criatório é um concurso anual de apoio à criação e programação artísticas no Porto que abrange as seguintes áreas: Artes visuais e curadoria; Artes performativas; Composição, programação e performance musical; Literatura e ensaio crítico.
Este programa de financiamento tem como principais objetivos contribuir para a consolidação da atividade de artistas e agentes culturais provenientes de múltiplas disciplinas artísticas, e que no Porto podem encontrar um contexto propício ao desenvolvimento da sua prática profissional.
A partir de 2020 o Criatório apoia 15 projetos de criação artística e 10 espaços de programação, através da atribuição de bolsas no valor de 15 mil euros.

Júri 2020

  • Júri Projetos de Criação Artística
  • Ana Deus

     
    Ana Deus nasceu em Santarém em 1963 e vive no Porto desde 1981. Sempre se interessou por música, poesia e desenho. Começou o seu percurso musical em 1987 no grupo pop Ban. Em 1993 inicia com a escritora Regina Guimarães e o músico Alexandre Soares o grupo Três Tristes Tigres. Tem musicado poesia de autores variados como Alberto Pimenta, Mario Cesariny e Ernesto de Melo e Castro, entre outros. Colaborou com Luca Argel na feitura de Ruído Vário, canções sobre poemas de Fernando Pessoa. O ano de 2019 foi principalmente dedicado à composição e registo de novas canções para o projeto Três Tristes Tigres.
  • Filipa Oliveira

     
    Filipa Oliveira é curadora e programadora de artes visuais da Câmara Municipal de Almada, tendo a seu cargo a direção artística da Casa da Cerca, Galeria Municipal de Almada e Convento dos Capuchos. É a curadora fundadora e coordenadora do Prémio Navigator Art On Paper. Trabalhou como curadora independente durante 12 anos, colaborando com instituições como Centro Cultural de Belém, Kettle’s Yard, John Hansards Gallery, ou Tate Modern, entre muitas outras. Foi curadora assistente na 28ª Bienal de São Paulo em 2010, e em 2012 foi curadora convidada do projecto Satellite no Jeu de Paume, Paris. Tem uma extensa lista de participações em catálogos e publicações. Escreveu ensaios e críticas de exposições para Arte Contexto, Contemporary, Flash Art, L+Arte, Revista Contemporânea e Artforum.
  • João Sousa Cardoso

     
    João Sousa Cardoso é doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Paris Descartes (Sorbonne). Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian entre 2006 e 2009. Encenou Sequências Narrativas Completas, estreado no Teatro Nacional D. Maria II, e Os Pescadores de Raul Brandão, estreado no Teatro Municipal do Porto. Criou, ainda, os espetáculos Raso como o Chão, A Carbonária e O Bobo. Realizou vários filmes, como Baal, A Ronda da Noite e A Santa Joana dos Matadouros a partir de Bertolt Brecht, rodado no antigo Matadouro Industrial do Porto. É professor na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e na Universidade Lusófona. Escreve regularmente para o jornal PÚBLICO. 
  • Júri Espaços de Programação
  • Bruno Leitão

     
    Bruno Leitão é o diretor curatorial do Hangar – Centro de Investigação Artística, onde tem comissariado e programado várias exposições, palestras e seminários com artistas como Luis Camnitzer, Coco Fusco, Carlos Amorales, The Otolith Group, John Akomfrah, entre outros. Como curador independente comissariou exposições em diversas instituições, tendo sido também curador do espaço Lumiar Cité da associação Maumaus em Lisboa e responsável de produção na galeria Elba Benítez, em Madrid. Contribuiu como editor e com textos para várias revistas e catálogos, incluindo a revista Atlántica, a revista Dardo, Artishock e Artecapital.
  • Mariana Pestana

     
    Mariana Pestana é curadora e arquiteta. Lecionou na Central Saint Martins, Chelsea College of Arts e Royal College of Arts. Foi responsável pela curadoria da exposição A Realidade e Outras Ficções na Trienal de Arquitectura de Lisboa e do projecto This Time Tomorrow, uma parceria entre o Victoria and Albert Museum e o Fórum Económico Mundial. Integrou a representação oficial portuguesa na Bienal de Arquitectura de Veneza de 2014. Cofundadora do coletivo The Decorators, com o qual desenvolve projetos de arquitetura e curadoria que testam futuros possíveis para lugares específicos em colaboração com pessoas e comunidades locais. É a atual curadora da edição de 2020 da Bienal de Design de Istambul.


  • Pedro Levi Bismarck

     
    Pedro Levi Bismarck é arquiteto, licenciado pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. Foi monitor e Assistente Convidado nesta Faculdade e é investigador do Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo (CEAU-FAUP), onde desenvolve a sua tese de doutoramento. É editor da Revista Punkto e coeditor, com Ana Catarina Costa e Paulo Monteiro, do projeto editorial Stones against Diamonds. Escreve regularmente sobre arquitetura, cidade e política em publicações nacionais e internacionais (Jornal Arquitectos, Revista Electra, Re vis ta, Revista Património, Places Journal, Quaderns d’arquitectura i urbanisme) desenvolvendo ainda no mesmo âmbito temático atividade enquanto conferencista.

Vencedores

01 / 25
  • O Sebastião Reapareceu!

    O Sebastião Reapareceu!

    Hélio Peixoto, Ivo Silva e Luís Lemos

    A proposta de projeto centra-se numa intervenção no Mercado São Sebastião, com a inclusão de um espaço de refeição e de uma cozinha através de estruturas em madeira. Contextualizando o mercado e justificando esta intervenção, está o estado atual do mercado, com apenas algumas bancas ocupadas, com pouco movimento e até em risco de fechar. As conversas com os vendedores e com alguns compradores do mercado, permitiram levantar vários problemas, mas acima de tudo a forma como o mercado não se adaptou à nova dinâmica da cidade.
    A intervenção circunstancial permite transformar o pré-existente, com poucos recursos, mas que podem dinamizar o espaço e trazer um verdadeiro movimento e alterar a atmosfera do mercado.
     

    O grupo de trabalho é constituído por três amigos que frequentam o Mestrado Integrado em Arquitetura na Universidade do Minho.
    Equipa de trabalho: Hélio Peixoto; Ivo Silva; Luís Lemos;
    Local do projeto: Mercado de S. Sebastião, Travessa de São Sebastião, 25, Porto

    Legenda da imagem: Fotografia e montagem por Hélio Peixoto, Ivo Silva e Luís Lemos


  • Notes from the Underdog / Anotações sobre o Abaixo-de-Cão

    Notes from the Underdog / Anotações sobre o Abaixo-de-Cão

    Luís Ribeiro da Silva

     Notes from the Underdog / Anotações sobre o Abaixo-de-Cão trata uma realidade sociológica nacional recente: a do surgimento de formas extremas de agricultura em terrenos não reivindicados do Porto, na sequência da crise económica de 2011.
    O projeto decorre dum extenso estudo de campo de formas de ocupação de espaço e de técnicas agrícolas, e tem por objetivo, por um lado, a formulação de um conjunto de narrativas sociológico-técnicas sobre agricultores e abordagens agrícolas, e, por outro lado, o estudo comparado das abordagens desenvolvidas em cada um dos casos de estudo.
    O projeto será materializado na publicação de um livro e na realização de um ciclo de conversas, que permitirão a divulgação e a discussão pública das narrativas e dos argumentos desenvolvidos.

    Luís Ribeiro da Silva (1982) é um arquiteto do Porto. Licenciou-se pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, onde lhe foi atribuído o prémio para o melhor aluno do curso de Arquitectura (2007). Obteve o grau de mestre na Graduate School of Architecture, Planning and Preservation da Universidade de Columbia em Nova Iorque (2010) e doutorou-se no Institute for the History and Theory of Architecture (GTA) do ETH em Zurique (2018).
    Autores do projeto: Luís Ribeiro da Silva (titular da candidatura); Alexandre Delmar; Margarida Quintã.
    Parceiros do projeto: Yehuda Safran; Joaquim Moreno; John Wriedt; Non–verbal Club (João Martino, Miguel Almeida, Joana Sobral, Susana Almeida); Maria Luís Neiva; Álvaro Domingues.

    Apoio logístico e patrimonial: Câmara Municipal do Porto; CAAA — Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura; Direção-Geral das Artes; Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto.

    Legenda da imagem: Notes from the Underdog / Anotações sobre o Abaixo-de-Cão
    Créditos fotográficos: Alexandre Delmar
     

  • Errata

    Errata

    Isabel Duarte e Olinda Martins

     Errata pretende documentar, promover e discutir o design gráfico feito por mulheres em Portugal e configurar-se-á em três vertentes: uma exposição pública, uma plataforma digital e um ciclo de conversas. A exposição apresentará exemplos de design gráfico notável feito por mulheres em Portugal no século XX e será complementada por um ciclo de conversas com designers contemporâneas fomentado a reflexão e discussão crítica sobre o passado histórico. Em paralelo será criada uma plataforma digital que funcionará como espaço de arquivo e documentação dos conteúdos criados por este projeto.

    Isabel Duarte é licenciada em Design de Comunicação e mestre em Design Gráfico e Projetos Editoriais pela FBAUP. É designer da revista ArtReview.
    Olinda Martins é mestre em Design Gráfico e Projetos Editoriais pela FBAUP e doutoranda em Design na Universidade de Aveiro onde leciona. É designer freelancer, curadora e organizadora de várias exposições e conferências.
    Criação: Isabel Duarte e Olinda Martins
    Exposição, ciclo de conversas e plataforma digital 
  • IMAGINÁRIO FUTURO PASSADO

    IMAGINÁRIO FUTURO PASSADO

    RAMPA

     IMAGINÁRIO FUTURO PASSADO é um projeto de criação artística e curadoria em torno da corrente de pensamento russo Cosmismo, que se desenvolve em dois momentos. O primeiro centra-se na exposição individual de Anton Vidokle, com a apresentação, pela primeira vez em Portugal, da trilogia fílmica Immortality for All: A Film Trilogy on Russian Cosmism (2013-17), e um programa público intitulado COSMISMO RUSSO: Terreno Subversivo para Utopias Revolucionárias. O segundo momento consiste na exposição coletiva de Alice dos Reis, Ece Canli e Mariana Vilanova, e no programa público COSMISMO EXPANDIDO: Imaginário Futuro Passado, articulando os temas centrais do Cosmismo russo com a contemporaneidade.

     Rampa 125, Associação Cultural é um centro cultural no Porto que desenvolve uma programação centrada nas artes visuais e performativas, abrangendo ainda outras práticas artísticas e de produção de conhecimento. O espaço RAMPA é programado por um conjunto de artistas, designers, curadores, investigadores e arquitetos vinculados ao Porto.
    Título: IMAGINÁRIO FUTURO PASSADO
    Entidade: Rampa 125, Associação Cultural
    Curadoria: Alexandra Balona e Miguel Amado
    Produção: Rampa 125, Associação Cultural

    Legenda da imagem: Anton Vidokle, still de Immortality for All: A Film Trilogy on Russian Cosmism, 2014-17. Vídeo HD, cor, som, 96’. Cortesia do artista. 
  • "Manoel"

    Sensible Soccers

     "Manoel" pretende constituir-se como uma obra musical autónoma e uma edição discográfica, nascidas de bandas sonoras originais compostas para cada um de dois filmes (utilizados na íntegra e sem edição) de Manoel de Oliveira. Dará origem a um espetáculo que se inicia em Douro, faina fluvial e desagua em O pintor e a cidade, abrindo-se entre os filmes um espaço de exploração que, através da música, os relacione, enquadre e recontextualize. "Manoel" será, também, o rescaldo de um Porto contemporâneo a ver a sua infância enquanto cidade, a tradução musical deste choque entre presente e passado.

     Os Sensible Soccers são André Simão, Hugo Gomes e Manuel Justo. Editam o primeiro EP em 2011, ano em que se estreiam ao vivo. Desde aí editam "Fornelo Tapes Vol.1", o single "Sofrendo Por Você" e em 2014 lançam o primeiro longa-duração, intitulado "8". Seguem-se "Villa Soledade" (2016) e "Aurora" (2019). A sua sonoridade assenta no gosto por melodias pop, pela nostalgia e pelo experimentalismo, na construção de estruturas e arranjos progressivos e planantes.
    André Simão - Direcção Artística/Músico
    Hugo Gomes - Direcção Artística/Músico
    Manuel Justo - Direcção Artística/Músico
    João Coutada - Técnico de Som
    Sérgio Freitas - Músico Contratado
    Jorge de Carvalho - Músico Contratado
    Diogo Almeida - Management e Publishing
    ARDA Recording Co.- Gravação, Mistura e Masterização
    Escritório do Infante - Design
    José Guilherme Marques - Fotografia e Direcção Artística
    Luís Sobreiro - Captação de Som e Imagem
    João Diogo Marques - Edição de Vídeo 

    Legenda da imagem: Sobreposição de Stills retirados de “Douro, faina e “O pintor e a cidade”
  • «[didascália] sede provisória da Associação de Amigos da Praça do Anjo»

    «[didascália] sede provisória da Associação de Amigos da Praça do Anjo»

    Associação de Amigos da Praça do Anjo

     A Associação de Amigos da Praça do Anjo (AAPA) propõe a criação de uma exposição+instalação-cénica que, tendo por base eventos e alterações da Praça de Lisboa, pense as transformações de todo o centro do Porto. A produção artística contará com objetos do arquivo pessoal da AAPA, dos artistas e de outros arquivos históricos da cidade, assim como com elementos arquitetónicos e esculturais que formarão o design expositivo e um guião cénico. O processo de desenvolvimento será pontuado por momentos públicos, publicação de documentação, mesa-redonda e uma Procissão da Anja, Quimeras, Andores e Estandartes. Será palco performativo ativada por atores e público.

    A Associação de Amigos da Praça do Anjo foi criada em janeiro de 2007 no seguimento do furto da escultura A Anja, da autoria de José Rodrigues, situada na Praça de Lisboa, então Clérigos Shopping, ex-Praça do Anjo, ex-Mercado do Anjo, ex-Recolhimento do Anjo, etc., no Porto. A associação promove, desde então, uma discussão em torno da crescente privatização do espaço público através de variadas ações – visitas guiadas, lápides, petições públicas e jantares comemorativos. 
    Projeto pela AAPA em colaboração com Carla Cruz e Ângelo Ferreira de Sousa. 

    Legenda e créditos fotográficos:
    Ilustração para Vida e Feitos da Praça do Anjo, INLAND Journal #2, 2016. Cortesia AAPA.

  • LIVING CITY

    LIVING CITY

    Orlando Gilberto-Castro

     CURADORIA DO CONTEXTO – mostrar o que já cá está:
    Dar visibilidade às realidades e preocupações invisíveis, indizíveis, impensáveis.
    Dar-lhes espaço para existirem e dizerem o que têm a dizer. Livres da necessidade de serem diretamente úteis: pensar e agir para lá do plano utilitário/logístico/financeiro, que é apenas um de muitos e que não fornece garantias de coisa nenhuma.
    ISTO É UM DIREITO. E é um direito de todos, não apenas daqueles reconhecidos como artistas e aos quais é dada permissão, e meios, para fazer coisas.
    NÃO PRECISAMOS DE PERMISSÃO. E se os meios existem, não podem servir apenas propósitos autocentrados: têm de ser usados para o bem público generalizado.

    Orlando Gilberto-Castro vive no Porto desde 1989.
    É arquiteto e co-fundador do Colectivo ORA, que trabalha a realidade através de intervenções efémeras no espaço público.
    Desde 2011 integra o TUP – Teatro Universitário do Porto, do qual foi diretor durante vários anos.
    Fez parte de diversos projetos editoriais, nomeadamente da S/CISMO – promovida pelo TUP e da qual foi criador e coordenador –, fanzine sobre o aqui-e-agora, sobre a urgência de dizer, de tomar posição.
     
    Coordenação: Orlando Gilberto-Castro 
  • O r i n o c o

    O r i n o c o

    Dayana Lucas

     A Orinoco pretende criar livros e outras edições tendo por base e princípio o conteúdo dado pelos artistas convidados. Não procura criar objetos uniformes, mas sim objetos diversos, que não obedecem a uma estrutura predefinida. Pretende actuar sobre a convenção que se tornou o livro de artista. Cada edição terá a sua identidade própria, a partir de um espaço de abertura e liberdade total. Há uma curadoria pessoal, que parte de uma curiosidade também ela pessoal e específica em relação a cada artista convidado. A Orinoco será um espaço que cuida do sentido poético dessa relação com o outro, tentando com este princípio também tocar outros através da sua divulgação e partilha.

    Dayana Lucas (designer, artista e diretora de arte) nasceu em 1987 em Caracas, Venezuela. Em 2003 mudou-se para a Ponta do Sol (Ilha da Madeira), de onde são provenientes os seus pais, e em 2006 para o Porto onde obteve a licenciatura em Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2006—2010). Foi co-fundadora da Oficina Arara (2010—2017), com João e Marta - Von Calhau!, Miguel Carneiro e Luís Silva, onde desenvolveu trabalho tanto na área do design e da impressão com diversos meios manuais, como na organização de exposições, workshops e encontros com a comunidade artística do Porto. Colabora regularmente com o colectivo SOOPA como designer, artista e consultora das actividades do colectivo, que se desdobra em diversas áreas: música, teatro e dança contemporânea.
    Desenvolve uma pesquisa prática na área do desenho a par do trabalho enquanto designer na área da cultura, tendo colaborado com músicos, artistas plásticos e diversas instituições culturais portuguesas, entre as quais se destacam a Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação de Serralves, Câmara Municipal do Porto, Universidade do Porto, Galeria Gabinete, PORTA33, entre outros.
     
    Dayana Lucas — designer e directora de arte
    José Martino — programação web
    Mónica Baptista — artista convidada
    João Alves von Calat — artista convidado
    Sara Bichão — artista convidada

    A vertente Orinoco OC (oficina caseira) irá também contar com colaborações de um grupo mais vasto de artistas que irão ser anunciados em breve.

    Legenda da imagem: Amazônia, 2015
    Créditos Fotográficos: Mónica Baptista

  • Cabaré Brutal

    Cabaré Brutal

    José Oliveira e Patrick Lins

     O Cabaré Brutal é um formato de apresentação experimental que junta artes performativas, artes plásticas, música, vídeo e gastronomia. Foca-se na apresentação de diferentes linguagens artísticas dentro de um contexto teatral. Como sugere o nome, os eventos unem momentos gastronómicos à criação de uma atmosfera "vaudevilliana" para uma audiência sentada em mesas dispostas na sala e direcionadas para o palco. Durante duas horas e meia apresentam uma programação preenchida com artistas locais e internacionais, em palco, na tela e em todos os centímetros cúbicos do espaço. Estes são introduzidos à audiência pelo apresentador/performer oficial da casa e são intercalados com segmentos de videoarte.

     José Oliveira
    Nasceu em Braga, em 1986, vive e trabalha na cidade do Porto.
    É co-fundador da Galeria Painel, co-fundador e membro do colectivo Rua do Sol sediado no Porto, membro da direcção do CCOP, onde é responsável pela área cultural, e membro do júri do concurso de cozinha As Três Rãs. Trabalha atualmente com Francisco Babo no Café CCOP.
    Patrick Lins (Rick Lins)
    Nasceu em Feldkirch, na Áustria, em 1983, vive e trabalha no Porto desde 2018. Antes de decidir enveredar nas Artes Plásticas foi chef de cozinha em vários restaurantes e hotéis, tendo depois trabalhado como projecionista de Cinema durante os seus estudos. Na sua prática artística tem vindo a desenvolver projetos que se situam entre a performance e a escultura, desenvolvendo também em paralelo os seus projetos musicais.
    Direção e produção : José Oliveira e Rick Lins
    Direção técnica: João Maya
    Apresentação e figurinos: Francisco Babo e Svenja Tiger
    Cenografia: Patrícia Pescada
    Vídeo e documentação: Artristas
    Curador convidado : Albert Allgaier
     
  • Pinehouse Concerts

    Pinehouse Concerts

    Luís Costa

     Os “Pinehouse Concerts" são uma plataforma independente de difusão musical, consistindo na programação, produção e gravação de perfomances musicais filmadas num estúdio na cidade do Porto. Os episódios são lançados semanalmente todas as segundas-feiras.

     Estreados no final de 2019, os “Pinehouse Concerts” são uma iniciativa concebida por um coletivo de pessoas da cidade do Porto ligadas ao universo da música, do cinema e da fotografia, bem como à produção e programação musical.
    Produtor Executivo: Victor Butuc
    Vídeo & Arte: Luís Costa & Miguel da Santa
    Fotografia: Sofia Frideloux, Rafael Farias, Ana Machado
    Engenheiro de Som: Andrés Malta
    Assistente de Som: Rolando Babo
    Produção: João Pedro Silva
    Comunicação: Catarina Soares
    Design Gráfico: Avelino Resende
     
    Créditos Fotográficos: Pinehouse Concerts

  • Curso de Hipnotismo para Artistas Emergentes

    Curso de Hipnotismo para Artistas Emergentes

    João Baeta

     Um filme composto por episódios de curta duração. Cada episódio é um capítulo, uma lição utópica. Cada uma delas é desenvolvida por um artista.

    João Baeta
    Artista plástico que utiliza na sua prática artística diversos media, como o desenho, a fotografia, o vídeo, a escultura ou a instalação. Tem apresentado diversos projetos como curador independente desde 2006, dos quais se destaca o mais recente projeto, a exposição em mupis nas ruas do Porto Poético ou Político?.
    É licenciado e mestre em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, com a dissertação Beuys - A revolução somos nós. Atualmente desenvolve uma investigação intitulada O artista anónimo. Fronteiras Humanas e Singularidades na arte” no âmbito dum doutorando no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. 
    Realização: João Baeta com a colaboração ou co-autoria dos artistas convidados
    Guião: João Baeta e artistas do elenco
    Consultoria Técnica: José Carlos Teixeira
    Elenco: António Olaio, Esgar Acelerado, Fabrizio Matos, Isaque Pinheiro, João Baeta, João Fiadeiro, Marta Bernardes, Max Fernandes, Paulo Mendes, Susana Chiocca, Susanne Themlitz.

    Legenda da imagem: Curso de Hipnotismo para Artistas Emergentes
    Créditos fotográficos: João Baeta 
  • COBRA’CORAL

    COBRA’CORAL

    OOPSA

     COBRA’CORAL propõe um concerto/performance para 3 vozes, organizadas em torno de um sistema de pulso circular, uma estrutura triangular que mantém a variação de elementos sonoros. A proposta segue uma estrutura temporal de 1 ano — Outubro 2020 a Outubro 2021 — onde se irão desenvolver 3 residências artísticas em diferentes espaços artísticos do Porto (Atelier da OOPSA, HOTELIER e RAMPA), culminando cada uma, com um workshop de voz aberto ao público. Em Junho de 2021 o trio apresentará dois concertos no Planetário do Porto, um dos quais será gravado. Esta gravação sonora será misturada e reproduzida em Edição Vinil e será publicamente lançada, no Atelier da OOPSA em Outubro 2021.

    COBRA’CORAL é um projeto de música experimental estabelecido no Porto, focado em composição sonora e vocal, e formado por três artistas: Catarina Miranda (PT), coreógrafa, que aborda a voz como componente essencial do seu trabalho performativo; Clélia Colonna (FR), vocalista e intérprete que tem vindo a pesquisar sobre canto polifônico oriental e mediterrânico; e Ece Canlı (TR), artista e vocalista que trabalha a partir de “extended vocal techniques”. 
    Criação, direção e interpretação: Catarina Miranda, Clélia Colonna, Ece Canlı
    Arte visual: Inês Castanheira
    Apoio à composição: Fátima Fonte
    Apoio à vocalização: Magna Ferreira
    Operação de câmara e edição de vídeo: Sofia Arriscado
    Residências artísticas: Atelier da OOPSA (Associação Cultural OOPSA), HOTELIER (Hotelier Circulo de Criação), RAMPA (Rampa 125 Associação Cultural) e Planetário do Porto (Centro Ciência Viva)

    Créditos fotográficos: Catarina Miranda 
  • Rancho Folclórico Experimental do Carvalhido

    Rancho Folclórico Experimental do Carvalhido

    Associação Portuguesa de Flautas

     Que encontramos na fronteira entre a criação contemporânea e a cultura das "aldeias" do Porto que vão sobrevivendo à gentrificação? É esta fronteira que se pretende explorar, através de ensaios abertos e residências participativas, reunindo atores da vida musical da cidade do Porto, compositores e performers, em espaços marcados por essa fratura, promovendo formas diversas de olhar as paisagens sonoras da cidade. O rancho não é um rancho, nem é do Carvalhido, mas demarca-se como um símbolo da resistência às divisões administrativas, e dos locais de identidade e afetos dentro da macro-cidade.

    A APF foi fundada em 2004 com o objetivo de constituir um fórum de discussão que congregasse músicos e pedagogos ligados à interpretação e ensino, organizando encontros nacionais, masterclasses e concertos, com o objetivo de promover a criação musical contemporânea através de encomendas e organização de ciclos de concertos, gravações e conferências, nomeadamente através do Performa Ensemble.

     
    Equipa artística:
    Ângela da Ponte
    Bruno Pereira
    Gustavo Costa
    Helena Marinho
    Jorge Salgado Correia
    Luís Bittencourt
    Rui Penha

    Equipa técnica:
    Joaquim Branco – Produção áudio
    Tatiana Vargas - Produção e comunicação

     
  • Marquês / Antas

    Marquês / Antas

    André Principe

     Realização de uma série de fotografias na zona do Marquês / Antas que serão depois reunidas num livro.

    André Príncipe (Porto, 1976) é fotógrafo, cineasta e editor. Publicou vários livros como Tunnels, Master and Everyone, Perfume do Boi, Smell of tiger precedes tiger, You´re living for nothing now. Tem exposto regularmente desde 2006 em locais como MAAT, Le Bal ( Paris), CGAC (Santiago), etc. Campo de flamingos sem flamingos, a sua última longa-metragem estreou comercialmente e foi apresentada em vários festivais internacionais. O seu mais recente livro Elephant foi publicado em Novembro de 2019.
     
    Fotografia e edição: André Principe 

    Legenda da imagem: acidente de carro em noite de nevoeiro, André Príncipe, 2016
  • Saturno

    Saturno

    Olhar de Ulisses

    "Saturno" é uma curta-metragem que trabalha a fronteira do documentário e da ficção, retratando a história de Craveirinha, pescador humilde que habita um prédio camarário num bairro problemático. Imediatamente após a morte do seu filho em alto-mar, enfrenta a dificuldade de enterrá-lo com dignidade.  

    A Olhar de Ulisses é uma produtora de cinema estabelecida em 2019, na cidade do Porto. Focada na produção cinematográfica de curtas e longas-metragens documentais e de ficção, reúne um conjunto de realizadores, técnicos e produtores, potenciando uma série de novos projetos e olhares emergentes no panorama do cinema nacional.
    Produção, Realização e Argumento – André Guiomar e Luís Costa
    Direcção de Produção – Mafalda Rebelo
    Assistência de Realização – Francisco Gomes
    Direcção de Fotografia e Montagem – Miguel da Santa e Tiago Carvalho
    Direcção de Som – Dinis Henriques
    Actor Principal – Joaquim Craveirinha

    Legenda da imagem: Joaquim Craveirinha, por André Guiomar 
  • Sonoscopia -   um ano de programação

    Sonoscopia - um ano de programação

    Sonoscopia

    Como espaço de apresentação, a Sonoscopia tem vindo a acolher regularmente, desde 2011, centenas de músicos das áreas da música experimental, improvisada e eletroacústica. O projeto submetido ao programa Criatório contempla um ano de programação neste espaço, que contará com o ciclo de concertos Microvolumes, workshops e os encontros anuais sobre música exploratória Som Desorganizado. Do programa fazem parte alguns dos nomes de referência do panorama nacional e internacional, sendo privilegiados projetos emergentes e que não encontrem espaço de apresentação nos circuitos musicais convencionais.

     A Sonoscopia é uma associação para a criação, produção e promoção de projetos artísticos e educativos, centrada nas áreas da música experimental, na pesquisa sonora e nos seus cruzamentos transdisciplinares. Desde a sua criação, em 2011, produziu mais de 700 eventos, criações artísticas, atividades pedagógicas e publicações. Dispõe ainda de um espaço localizado no Porto preparado para a conceção e produção de trabalhos criativos e científicos, residências e apresentações informais, tendo acolhido centenas de artistas de todo o mundo.
    www.sonoscopia.pt
     Conceção, direção e programação: Gustavo Costa
    Gestão de projeto e produção executiva: Patrícia Caveiro
    Apoio técnico: Henrique Fernandes, Alberto Lopes e Rodrigo Cardoso
    Registo fotográfico: Rui Pinheiro
    Registo vídeo: Augusto Lado
    Produção: Sonoscopia
    Artistas:
    Andreas Roysum (no), Das Synthethische Mischgewebe (de) , Edu Comelles (es), Egil Kalman (no), Greg Malcolm (nz), Hanna Schorken (de), Hans Kjorstad (no), Howie Reeve (uk), Jessica Sligter (no), Jonas Gruska, Jorge Queijo (pt), Kristjan Martinsson (nl), Luis Vicente (pt), Marcelo dos Reis (pt), Nicolas Collins, Onno Govaert (nl), Pedro Melo Alves (pt), Peter Kutin (at), Richard Barrett (nl), Sarah Angliss (uk), Simon Camatta (de), Stephan Kirchhoff (de), Thomas Ankersmit (de) entre outros.
    Nota: Dada a conjuntura atual, todo a programação submetida a candidatura terá que ser revista de forma a poder cumprir com as normas em vigor relativamente às apresentações públicas.

    Créditos Fotográficos: Mazen Kerbaj na Sonoscopia, 2018. Fotografia: Rui Pinheiro.
  • Programação Sismógrafo 2020/21

    Programação Sismógrafo 2020/21

    Sismógrafo

    Há quase 150 anos, o poeta francês Arthur Rimbaud achava imperativo ser absolutamente moderno. O que significa hoje ser moderno? Quais as implicações dessa discussão no campo das artes visuais? Será o contemporâneo já obsoleto? Como podemos pensar a atualidade? O que podemos dizer desse instante que nos escapa, desse momento crucial que nas obras de arte se pode assemelhar a uma suspensão do tempo?
    Um olhar crítico, que não esquece a utopia, esteve sempre presente no Sismógrafo, um espaço que tem tanto de irreverente como de flexível. O programa realizado é na sua grande maioria inédito e de acesso gratuito, fortalecendo desta forma as relações com a comunidade e promovendo a democratização cultural, de que é prova o crescente número de visitantes e participantes nas atividades. É nossa intenção dar continuidade a este trabalho.
     

    O Sismógrafo é o nome do espaço gerido desde janeiro de 2014 pela associação cultural sem fins lucrativos Salto no Vazio. Numa cidade pouco propícia a terramotos, aqui têm sido realizadas um conjunto de iniciativas relacionadas com o fazer contemporâneo em áreas distintas, como artes visuais, cinema de autor, música improvisada e eletrónica, literatura e pensamento. Os diversos momentos propostos procuram refletir a diversidade dos elementos que compõem o coletivo de associados.

     
    Os atuais membros da equipa do Sismógrafo são (por ordem alfabética): Cláudia Reis, Emídio Agra, Hernâni Reis Baptista, Luís Jacinto, Irene Rodrigues, Maria João Macedo, Óscar Faria, Pedro Huet, Sara Rodrigues, Sebastião Resende e Susana Camanho.

    O programa do Sismógrafo para 2020/21 apoiado pelo Criatório, suporta as exposições de: Susanne Themlitz, Yoel Pytowski e Angyvir Padilla, Bruno Zhu, Vasco Araújo, Louis Henderson e João Polido, Rossella Biscotti, Manuel João Vieira, Vítor Pomar e João Queiroz. 
  • Central Eléctrica

    Central Eléctrica

    Circolando

     Desde 2005, a Circolando habita a antiga Central Eléctrica do Freixo procurando ressignificar este espaço desativado, pulsando e gerando outras formas de energia. Um espaço dedicado ao cruzamento de gerações e geografias, visto como laboratório permanente de investigação, experimentação, criação e compartilhamento.
    Com o apoio do Criatório intensificarão as portas abertas, apostando na aproximação deste espaço ao potente circuito artístico que o Porto tem experimentado, estruturando-o em quatro ciclos programáticos - performances, filmes, formação e concertos – a partir do tema norteador do biénio 2020-2021 da nossa Central: a premissa O Corpo é um Arquivo, o Arquivo é um Corpo.

    Ao longo dos últimos 20 anos a Circolando desenvolve trabalho em três diferentes linhas de ação: a criação e difusão de projetos de André Braga & Cláudia Figueiredo, o apoio a artistas associados e a manutenção de um centro de residências e criação denominado Central Eléctrica. Esta última tem vindo a assumir crescente protagonismo através do desenvolvimento de um programa que se quer dentro e fora de portas com vocação transdisciplinar. 
    Pedro Vilela - Curadoria Geral Central Eléctrica
    Gonçalo Mota - Curadoria Audiovisual
    André Braga & Cláudia Figueiredo - Direção Artística
    Ana Carvalhosa - Direção de Produção
    Cláudia Santos - Produção Executiva

    Créditos Fotográficos: Thiago Liberdade
  • Senhora Presidenta — Programação Anual

    Senhora Presidenta — Programação Anual

    Senhora Presidenta

    No seguimento da sua atividade, pensou-se de que forma a galeria poderia adicionar contributos realmente significativos à vida dos que nos rodeiam e contribuir para o clima de produção artística e cultural que cada vez mais se intensifica nesta zona da cidade. Assim, surge a questão de como tornar a galeria num espaço mais inclusivo e mais recetivo a um público local. A Senhora Presidenta pretende por isso continuar a levar a cabo a promoção de diversas atividades tais como workshops, debates, apresentações de vídeo e outras, que estimulem sobretudo abertura e diálogo entre o espaço, as práticas artísticas e os contextos sociais onde estas se inserem. 

    A galeria Senhora Presidenta é um projeto de Dylan Silva (artista plástico), Mariana Malhão (ilustradora) e Luís Cepa (designer gráfico), partilhando há dois anos o espaço de galeria com o projeto GUR e um atelier de ilustradores e designers. Ao longo deste tempo a Senhora Presidenta manteve uma programação regular de exposições, workshops, conversas e lançamentos de artistas locais e internacionais. 
    Programação por Senhora Presidenta (Dylan Silva, Mariana Malhão e Luís Cepa).
    Parcerias de programação com Feira da Alegria e Dama Aflita.
    Com exposições de Ana Temudo, Rui Palma, Clara Não, Júlio Dolbeth e Mariana a Miserável, Valerio Vidali, Joana Estrela, Simão Simões, coletivo Tieten Met Haar, Serafim Mendes e Juan Gomez.
    Mostras de vídeo com em parceria de Rita Morais e Daniel Ribas, Canal180, André Ruivo, Animanostra, Vasco Mendes, Bruno Borges.
    Workshops e conversas com Oficina Josefina, Aurora Pinho, Bárbara Gabriela, Gur, Rita Ferreira, Nicolau, Tieten Met Haar e Serafim Mendes.

    Legenda da imagem: inauguração da exposição coletiva “Fabullage” de Cristóbal Schmal, Johanna Schmal e Valerio Vidali, Julho de 2019.
    Créditos fotográficos: Toino Abel 
  • Outros Portos

    Outros Portos

    Saco Azul

     Outros Portos é o tema da programação do biénio 2020/21. Alude às novas cartografias, seja do ponto de vista da própria cidade e da possibilidade de ramificações, como da alusão a um lugar que serve de ponto de encontro entre as mais diversificadas culturas e que acaba por gerar novas sinergias assim como novas problemáticas, e, consequentemente, fomentando novos enunciados e visibilidades. A presente candidatura destina-se a cobrir custos de estrutura do projeto.

     A Saco Azul foi fundada em 2002 com objetivo de fomentar uma programação artística que promova a pesquisa, a experimentação, a criação, a inovação e o pensamento crítico. Sediada no Maus Hábitos a associação cultural programa para o espaço e para fora de portas. Nestes quase 19 anos tem assim consolidado a sua estrutura e alargado a sua influência, nacional e internacionalmente.
    Direção Geral e Artística- Daniel Pires
    Gestão do Projeto / Produção e Programação - Mariana Vitale
    Direção Artística - Miguel Januário
    Direção de Comunicação - Rui Mascarenhas
    Consultoria Jurídica - Manuel César
    Gestão Financeira - Ricardo Moreira

    Destaques da Equipa participante de projetos específicos:
    Assistência de Produção e gestão de conteúdos media sociais - Catarina Rangel Pereira
    Curadoria Projeto Mupi Gallery - João Baeta
    Direção e curadoria Projeto Vivarium Festival - Marianne Baillot
    Montagem de Exposição - Henrique Richard
    Direção Técnica - Carlos Casaleiro
     
  • INSTITUTO

    INSTITUTO

    INSTITUTO

    O INSTITUTO é um ponto de encontro de diversas formas de expressão cultural. Os interesses e percursos da equipa residente fundamentam um corpo de programação que parte do campo da arquitetura para as artes visuais e espaciais, pensamento crítico e cruzamentos disciplinares. A informalidade do espaço potencia também a criação e pesquisa de novos discursos contemporâneos. A programação para a temporada 2020-2021, apoiada pelo Criatório, traz uma série de ciclos dedicados, mantendo a vontade de abordar temas ‘quentes’ da sociedade. 

    O INSTITUTO é o projeto cultural gerido pela Tamanho Azul – Associação, localizado na Rua dos Clérigos 44. Desde a inauguração em dezembro de 2018, tem desenvolvido programação em variados formatos — conversas, exposições, oficinas e publicações. Tem acolhido eventos, formações e ciclos dedicados com participantes individuais e coletivos de diversas áreas disciplinares, do panorama nacional e internacional. 
    Direção: Paulo Moreira
    Assistência: Joana Graça
    Comunicação gráfica: Studio Pê
    Registo fotográfico: Ivo Tavares
    Apoio Técnico e Audiovisual: João Ana
    Assessoria de Imprensa: Bruno Malveira
    Curadores convidados 2020/21: Bruno de Almeida; Sofia Mourato e Marta Lança; Luana Paula e Kiluanji Kia Henda

    Legenda da imagem: INSTITUTO
    Crédito fotográfico: Ivo Tavares Studio
     
  • mala voadora

    mala voadora

    mala voadora

    As propostas para o biénio 2020/2021 desenvolvem-se segundo três unidades programáticas: HAPPY TOGETHER (que relaciona produção artística e produção de discurso crítico partindo da ideia de “felicidade em comum” no pressuposto de ser desenvolvido em parceria com outras entidades); RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS (acolhendo projetos em condições favoráveis à pesquisa e à criação artística e que possam estabelecer uma relação a mala voadora); e UMA FAMÍLIA INGLESA (que traz ao Porto uma seleção de propostas de teatro e performance produzidas por ou com artistas e companhias do Reino Unido). 

    A mala voadora tem direção artística de Jorge Andrade e José Capela. Na sua atividade, articulam-se de modo integrado a produção de espetáculos e a programação do seu edifício-sede na Rua do Almada, no Porto, que inclui espaços de trabalho, apresentação e residência, onde a mala voadora tem tido uma atividade contínua desde 2014, caracterizada pelo seu carácter multidisciplinar. 
    Direção e programação: Jorge Andrade e José Capela
    produção: Pedro Jordão (dir.), Andreia Bento e Mariana Dixe
    Técnica: João Fonte (dir.)
    Webdesign: thisislove
    Parcerias: BCN - Ballet Contemporâneo do Norte, DDD - Dias da Dança, Festival Cielos del Infinito (Chile), FITEI - Festival Internacional de Expressão Ibérica, Hošek Contemporary (Alemanha),
    TNSJ - Teatro Nacional São João, Universidade do Minho (Lab2PT e NIEP)
    Colaborações: Alex Cassal, Beatriz Cantinho, Cade & MacAskill (Reino Unido), Chris Thorpe (Reino Unido), Gunnhildur Hauksdottir (Islândia), Kieran Hurley (Reino Unido), Manuela Infante (Chile), Paola González (Chile), Sh!t Theatre (Reino Unido), Túlio Rosa (Brasil)
     
    Créditos Fotográficos: José Carlos Duarte
  • Rua do Sol - Programação 2021

    Rua do Sol - Programação 2021

    Rua do Sol

    Assente na importância da partilha do processo criativo, este projeto pretende potenciar novas propostas no campo da arte contemporânea contribuindo assim para alargar o âmbito da prática artística e curatorial a novos tipos de público e de criadores.
    A programação apresentada terá a duração de 10 meses e será construída de modo a dar continuidade à variedade disciplinar e colaborativa de produção artística apresentada no decorrer dos últimos 7 anos pelo Rua do Sol.

     

     O coletivo Rua do Sol desenvolve desde 2013 uma atividade constante de programação e intervenção artística na cidade do Porto. Inicialmente situado num antigo armazém da Rua do Sol, o coletivo está agora sediado no edifício do Círculo Católico de Operários do Porto (CCOP) onde se apresenta como uma plataforma para a criação e programação interdisciplinar.
    Curadoria e produção: Gonçalo Araújo, Joana Ribeiro, José Oliveira, Luísa Abreu, Miguel Ângelo, Vitor Israel
    Design/Impressão: Oficina Atalaia
    Curadoria Concertos: Lovers and Lollypops
    Colaboração: Auditório CCOP

    Legenda da imagem: Exposição Continuity Forum de Will Handley, por Will Handley
     
  • Programa de Exposições da Escola das Artes da Católica

    Programa de Exposições da Escola das Artes da Católica

    Centro de Criatividade Digital (CCD)

    O Centro de Criatividade Digital (CCD) tem, através da Sala de Exposições da Escola das Artes, proposto uma programação expositiva intensa, que inclui ainda residências artísticas nacionais e internacionais. O grupo de artistas selecionado para o próximo ciclo de programação resulta da forma como estes, partindo de territórios disciplinares diferentes, têm representado contributos determinantes para o repensar da imagem em movimento. Este conjunto de exposições analisa o trabalho de artistas como Vasco Araújo, Nuno Cera, Filipa César e Alice Micelli, envolvendo a apresentação de obras inéditas, assim como edições monográficas. 

     O Centro de Criatividade Digital (CCD) é uma infraestrutura de produção e I&D, inserida na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa no Porto. Desde 2012 que tem vindo a consolidar uma programação regular e uma estrutura de desenvolvimento de projetos artísticos que encontram um espaço privilegiado de experimentação, desenvolvimento e criação contemporânea. O ano de 2018 marcou uma nova etapa na estratégia do CCD com a abertura de um espaço expositivo próprio, a sala de exposições.
    Programa de Exposições da Escola das Artes da Católica

    Coordenação Artística: Nuno Crespo
    Coordenação de produção: Diana Ferreira
    Coordenação Técnica: André Baltazar, João Pereira, Vasco Carvalho
    Coordenação Financeira: Nuno Afonso

    Legenda da imagem:
    Exposição de Vasco Araújo
    PATHOSFORMEL, 2020
    instalação vídeo
    Vídeo, madeira, papel, cartazes, som, equipamento de som
    dimensões variáveis
     
  • MIRA FORUM

    MIRA FORUM

    MIRA FORUM

    O programa que se apresenta – seguindo a orientação abrangente e multidisciplinar da galeria - procura criar uma comunidade de ação crítica com todos os seus participantes. Dará continuidade ao diálogo com a comunidade artística e científica (emergente e consolidada), envolvendo diferentes públicos e comunidade de
    Campanhã. Para além de um programa expositivo intensivo e rotativo a cada cinco semanas, o MIRA FORUM reforçará o seu papel na cidade através de parcerias com comunidades locais, nacionais e internacionais, apresentando exposições individuais e coletivas de artistas. Investindo maioritariamente na exposição de fotografia - num sentido expandido, em relação com outras artes e saberes -, serão expostas outros media que pensem a imagem - o desenho, o vídeo, o som e a instalação. 

    O MIRA FORUM é um lugar interdisciplinar que, pela grande diversidade de oferta, tem vindo a assumir o corpo de um centro cultural. Exposições (93), apresentações e lançamentos de livros (65), conferências, debates e tertúlias,(72) percursos e serões fotográficos, concertos (55), peças de teatro, performances são algumas das atividades que animam o MIRA FORUM. Uma das características da galeria é o envolvimento e a relação que mantém com a comunidade e com as instituições da freguesia. 
    Direção: Manuela Matos Monteiro e João Lafuente
    Direção Artística: Manuela Matos Monteiro e João Lafuente
    Gestão Administrativa: Manuela Matos Monteiro
    Gestão Financeira: João Lafuente
    Fotografia: MIRA FORUM e José Vaz e Silva
    Produção / Comunicação / Vídeo / Design / Website / equipa técnica e de montagem: MIRA FORUM 
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