Plataforma Municipal de Apoio à arte contemporânea

Porto.

PLÁKA reúne projetos que consubstanciam a política municipal de apoio à prática artística contemporânea no Porto, dando forma às iniciativas Aquisição, Colectivos Pláka, Anuário, Criatório, Shuttle e Inresidence.
Mediando processos de criação, reflexão e investigação em diferentes territórios da arte contemporânea, constitui-se enquanto plataforma de síntese, e análise, de medidas de apoio a artistas e agentes culturais e da sua articulação com a política cultural do município.
A plataforma PLÁKA é uma iniciativa da Câmara do Porto.
 
    • EQUIPA
       
      Presidente da Câmara do Porto
    • Rui Moreira

      Diretor de Arte Contemporânea e Cinema
      Guilherme Blanc

      Diretora Executiva
      Sílvia Fernandes

    • Coordenador de Programação
      Nuno Rodrigues

    • Gestora de Projeto
      Ana Brito

    • Coordenadora de Comunicação e Edição
      Lídia Queirós

      Comunicação e Mediação de Públicos
      Tiago Dias dos Santos
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    • ÁGORA – CULTURA E DESPORTO, E.M.
      Presidente do Conselho de Administração
      Catarina Araújo

    • Administradores Executivos
      Ana Cláudia Almeida
      César Navio
       
    • Diretora Geral da Unidade Orgânica da Cultura
      Francisco Carneiro Fernandes
       
    • Diretor de Comunicação e Imagem
      Jorge Rodrigues

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Porto.

InResidence

InResidence é uma plataforma que aproxima artistas a oportunidades de trabalho, na área de artes visuais e demais disciplinas artísticas, em espaços da cidade do Porto.
Os Ateliers Municipais são o mais recente eixo de apoio à criação artística contemporânea, composto por espaços de trabalho dedicados às artes visuais com rendas acessíveis e durante um período de 3 anos.A atribuição dos ateliers é decidida através de concurso com um júri externo.
As Bolsas Inresidence são um programa de financiamento a projetos de residência artística com a duração mínima de dois meses em Espaços de Residência não municipais. Os valores anuais de financiamento são diretamente atribuídos aos espaços gestores dos programas de residência, variando entre os 4000 e os 6000€, consoante a origem do artista seja nacional, europeia ou de fora da Europa.
  • JÚRI ATELIERS MUNICIPAIS - POLO I
  • Luiza Teixeira de Freitas

     
    Luiza Teixeira de Freitas é curadora independente. Estando associada a variados projetos, destaca-se o seu trabalho de curadoria com coleções privadas, bem como a sua ativa relação com publicações independentes e livros de artista, tendo lançado a sua própria editora Taffimai. Exposições recentes, em 2019, incluem Volta Grande – Alexandre Estrela no PIVÔ, em São Paulo; Tandem – um Projeto de um ano com cinco exposições na Alexander and Bonin, Nova Iorque; There will never be a door. You are inside. Obras da Coleção Teixeira de Freitas na Fundação Santander, em Madrid. É também consultora estratégica na Delfina Foundation, em Londres.
  • Pedro Barateiro

     
    Pedro Barateiro vive e trabalha em Lisboa. Exposições individuais em Netwerk Aalst, Basement Rome, REDCAT, Museu Coleção Berardo, Lumiar Cité, Kunsthalle Lissabon, Kunsthalle Basel, Casa de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Pavilhão Branco – Museu da Cidade entre outras. Participou em exposições coletivas como a Bienal de Sharjah 13, 29ª Bienal de São Paulo, 16ª Bienal of Sidney, 5ª Bienal de Berlin, entre outras. As suas performances foram apresentadas no Teatro Nacional D. Maria II, Teatro São Luiz e Teatro Praga (Lisboa), Centre Pompidou (Paris), Teatro Rivoli, Passos Manuel e Galeria Municipal do Porto, 98Weeks (Beirut), ZHdK (Zurich), Théâtre de la Ville, L’école nationale supérieure des beaux-arts—ENSBA e Fondation Ricard (Paris), SESC Pompéia, Centro Cultural São Paulo e Galeria Vermelho (São Paulo). O livro monográfico How to Make a Mask sobre a obra do artista foi publicado pela Kunsthalle Lissabon e Sternberg Press em 2019.
  • Sérgio Fazenda Rodrigues

     
    Sérgio Fazenda Rodrigues é arquiteto, curador e professor universitário na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Dedica-se à crítica e curadoria de arquitetura e artes visuais, integra a Associação Internacional de Críticos de Arte e escreve e publica desde 2005. Foi cofundador do Projeto Editorial Palanque, editor convidado da revista de arte Contemporânea, com quem colabora regularmente, e consultor do Governo Regional dos Açores e da DGArtes. Como curador, o seu trabalho é desenvolvido de forma autónoma, em articulação com instituições, galerias e espaços independentes, em Portugal, Espanha, Bélgica e Inglaterra.
  • BOLSAS INRESIDENCE
  • A Turma

     
    A Turma é uma estrutura de criações próprias no âmbito das artes performativas e audiovisuais.
    O seu repertório contempla peças de autores fundamentais da dramaturgia contemporânea; adaptações livres de clássicos, ensaios ou outros textos literários; nova dramaturgia e textos originais.
    Propõe-se criar memória das suas atividades através da realização de documentários, edição literária (textos originais e traduções), promovendo a circulação de espetáculos e a abertura das suas ações ao público, organizando conferências, entrevistas, laboratórios e residências artísticas. Provoca a cooperação entre criadores das mais diversas áreas do espetáculo, investindo na criação de conteúdos originais, defendendo condições dignas de trabalho para os artistas. A investigação cénica e dramatúrgica sobre a linguagem e as relações humanas são a sua mais forte premissa. Cria e explora estratégias de comunicação adequadas a cada produção, como parte essencial de um processo artístico, promovendo a criação de novos públicos 
  • Circolando

     
    Circolando é uma estrutura profissional de teatro/dança que desenvolve a sua atividade desde 1999 com direção artística de André Braga e Cláudia Figueiredo. Para além da produção e difusão das suas criações e de artistas associados, tem vindo a desenvolver a linha de acolhimento de artistas em residência de criação, visando objetivos de pesquisa, encontro, partilha e apoio à criação artística. A Circolando tem o seu espaço de trabalho na antiga Central Eléctrica do Freixo, atual Cace Cultural do Porto.

  • Escola das Artes

     
    A Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa pretende afirmar-se como um “art center”, acentuando, para além da sua natural vertente académica e de investigação multidisciplinar, uma vocação de criação e divulgação de diferentes linguagens artísticas. Os artistas em residência na Escola das Artes irão concretizar uma exposição na galeria da Escola, assim como acompanhar, em regime de colaboração, os alunos e os seus projetos artísticos, num clima de “contágio” entre artistas e alunos.
  • Instituto

     
    O Instituto é um ponto de encontro de diversas formas de expressão cultural localizado num armazém recuperado na Rua dos Clérigos. O edifício original foi concebido na década de 1950 pelo reconhecido arquiteto e engenheiro Júlio de Brito, responsável por projetos marcantes nas redondezas, tais como o Teatro Rivoli, o Café Aviz e a Confeitaria Ateneia. Inicialmente, aqui funcionavam os armazéns farmacêuticos do Instituto Pasteur, num conjunto peculiar de pequenas naves industriais, precedidas por dois anexos e um pátio generoso. Tal como uma parte significativa do edificado do centro do Porto, este conjunto esteve abandonado durante várias décadas. Em 2017, foi adquirido pelo arquiteto Paulo Moreira, que ali instalou o seu atelier em 2018, após uma modesta e cuidada reabilitação. O Instituto surge como uma extensão interdisciplinar do estúdio.
  • mala voadora

     
    mala voadora é uma companhia de teatro cuja ação, tendo como centro a produção de espetáculos, se estende tentacularmente a um conjunto de atividades de programação que tem lugar sobretudo no antigo armazém que ocupa no centro da cidade do Porto. A mala voadora foi fundada em 2003 por Jorge Andrade (encenador, ator e dramaturgo) e José Capela (cenógrafo e arquiteto), responsáveis pela direção artística.



  • Rua do Sol

     
    A Rua do Sol é um espaço independente e auto-organizado de experimentação e produção de novas linguagens e formas de expressão contemporâneas. Funciona como um núcleo de investigação cultural e plataforma para a criação interdisciplinar que encoraja os fluxos de ideias entre diferentes comunidades e fomenta a produção de pensamento crítico sobre o mundo que nos rodeia. A sua atividade está intimamente ligada ao contexto associativista do edifício em que se encontra, promovendo através de uma atividade regular de programação um ambiente de partilha e diálogo em que o debate conceptual e estético fortalece os laços de comunidade.
  • Maus Hábitos

     
    Maus Hábitos é um espaço cultural independente com uma sala de espetáculos, sala de exposições, bar, restaurante e área de residência. É também sede da associação cultural Saco Azul, onde são apresentadas exposições, performances, instalações, projeções e sessões de conversa. O Maus Hábitos, juntamente com a Saco Azul, desenha projetos de residência, nacionais e internacionais, que surgem do desejo de criar um movimento de produção e de conexão com diversos espaços alternativos ou institucionais da cidade, como uma alternativa aos formatos de residência artística convencional.
  • Sonoscopia

     
    A Sonoscopia é uma associação para a criação, produção e promoção de projetos artísticos e educacionais centrada nas áreas da música experimental, na pesquisa sonora e nos seus cruzamentos interdisciplinares com a literatura, dança, teatro e artes visuais. Foi criada em 2011 e já produziu mais de 500 eventos, criações próprias, atividades pedagógicas e publicações em cerca de 20 países europeus, Estados Unidos, Líbano, Brasil, Japão, Emirados Árabes Unidos e Tunísia.

 

  • Nina Amat

    Nina Amat

    Residência:
    A Turma

    Setembro - Novembro 2020

    INTERIORS é um projeto de pesquisa que procura recriar diferentes vidas interiores de alguns moradores do Porto através das suas janelas, gerando várias peças audiovisuais de natureza contemplativa. Estes vídeos serão exibidos simultaneamente e em escala real num grande espaço escuro.

    Nina Amat é formada em Arquitetura e Realização. Escreveu e realizou três curtas-metragens, duas das quais estão atualmente a ser apresentadas em festivais nacionais e internacionais. Também se concentra em projetos audiovisuais interdisciplinares que envolvem dança, acrobacias, arquitetura e outras artes. Na procura da expressão poética, espera fundir movimento, voz, música e tempo na sua própria linguagem audiovisual.
     
  • Nelsa Guambe

    Nelsa Guambe

    Residência:
    Instituto

    Setembro - Outubro 2020

    Nelsa Guambe usa a arte visual como uma forma de estimular o pensamento crítico, revelando vozes e corpos marginalizados, deslocados, silenciados. O projeto a desenvolver durante a residência parte da sua prática artística para um diálogo com artistas locais e demais intervenientes da programação cultural do Instituto.


    Nelsa Guambe é uma artista autodidata que vive e trabalha em Maputo, Moçambique. Realizou exposições individuais em instituições como a Associação Moçambicana de Fotografia e o Centro Cultural Franco Moçambicano. Recentemente participou em exposições coletivas na Galeria DK Contemporary (Cape Town) e 1-54 Contemporary African Art Fair (Londres). É co-fundadora do DEAL Espaço Criativo.
     
  • Alejandro Ahmed

    Alejandro Ahmed

    Residência:
    Circolando

    Outubro - Dezembro 2020

    Condução óssea é uma residência sobre transdução e alteridade, pautada pela investigação da relação física/digital entre condutores táteis, microfones de contacto, voz, luz, palavra e movimentos, atravessados por surdez e fragilidade óssea. Condução Óssea propõe a criação de um objeto coreográfico que tensione a ficção para aceder a outras políticas de construções de realidade.

    Alejandro Ahmed é coreógrafo e diretor artístico do Cena 11 Cia. de Dança (Santa Catarina – Brasil). O seu campo de interesse está situado em novas definições para o conceito de coreografia, refletindo sobre termos como situação coreográfica, coreografia imaterial e dança generativa, presentes em 17 obras criadas entre 1994 e 2018.
     
  • Julia Croft

    Julia Croft

    Residência:
    mala voadora

    Fevereiro - Março 2020

    A mala voadora recebe Julia Croft para uma residência artística de 2 meses no Porto de forma a permitir à artista desenvolver o seu próximo espetáculo TERRAPOLIS. Julia Croft é uma das artistas fundamentais de Auckland da atualidade.

    Julia Croft é uma artista da Nova Zelândia que cria performances nas áreas do teatro, dança e arte performativa. Desde 2015, começou a desenvolver as suas próprias criações. O seu trabalho tem tido enorme sucesso na Nova Zelândia e tem sido apresentado na Austrália, Reino Unido, Singapura e Canadá, sendo sempre uma presença de destaque em Edimburgo.
     
  • Cinthia Mendonça

    Cinthia Mendonça

    Residência:
    Rua do Sol

    Setembro - Novembro 2020

    Atualmente, como artista visual, Cinthia Mendonça está interessada na estética do universo rural pós-industrial, na relação entre pessoas e objetos técnicos e em temas como o animismo e resiliência. A partir de uma produção estética/poética de sentidos que se traduzem em imagens, narrativas ou acções culturais, trabalha a memória e imaginário ambiental da atualidade.

    Cinthia Mendonça é artista e investigadora. Vive e trabalha na Serra da Mantiqueira, Brasil.
    Doutorada em Práticas Artísticas Contemporâneas (UERJ/ em processo). Mestre em Artes Visuais (EBA/UFRJ). Bacharel em Artes Cênicas pela (ECO/UFRJ). Atuou como bailarina e mais tarde como diretora teatral.

    Créditos Fotográficos: Leonardo Avelino
     
  • Alexandre Vogler e Ronald Duarte

    Alexandre Vogler e Ronald Duarte

    Residência:
    Maus Hábitos

    Setembro - Novembro 2020

    O projeto de residência Ateliê Encantado tem como princípio a criação de um laboratório que concentre a pesquisa de elementos encantados, reunidos sob a forma de um espaço de instalação que ative as propriedades mágicas de elementos colhidos e criados.

    Alexandre Vogler desenvolve desde 2000 trabalhos em contexto público e sistemas de comunicação, coletiva ou individualmente. A produção de Ronald Duarte como uma obra in situ é profundamente enraizada no seu contexto local e que, recorrendo à intervenção urbana como a sua estratégia de ação traz uma relação de continuidade simbólica com os espaços onde atua.

    www.alexandrevogler.com.br /
    www.premiopipa.com/pag/ronald-duarte/
     
  • Ignaz Schick

    Ignaz Schick

    Residência:
    Sonoscopia

    Outubro - Dezembro 2020

    Durante esta residência, é proposto ao artista uma aproximação às vanguardas musicais portuenses, sugerindo várias ligações a diferentes agentes de alguns polos agregadores das músicas improvisadas e experimentais (Sonoscopia, Soopa, Favela Discos ou Matéria Prima), mas também das vanguardas do jazz e da música de tradição clássica. Estas ligações intentam proporcionar resultados criativos originais que coloquem a música portuense num patamar de igualdade no panorama europeu e mundial.

    Ignaz Schick é um dos músicos mais relevantes no panorama da música experimental berlinense, estando intimamente relacionado com o impulsionamento da Echtzeitmusik, nomenclatura que foi adotada para descrever as práticas de improvisação oriundas de um conjunto de músicos que procurava alternativas às formas mais recorrentes da improvisação livre e do free jazz. Podendo ser descrito como um militante da música experimental, a sua dedicação ao desenvolvimento de uma comunidade musical internacional leva-o a várias zonas do globo à procura de novos criadores e novas abordagens à experimentação.

    www.zangimusic.wordpress.com
    www.soundcloud.com/ignazschick.
     
  • Ben Russell

    Ben Russell

    Residência:
    Escola das Artes

    Setembro - Dezembro 2020

    Ben Russell irá desenvolver um projeto já em curso intitulado "The Invisible Mountain", que parte de uma lógica de aproximação a diversos objetos artísticos, envolvendo diferentes artistas e performers, e que assentará em múltiplos resultados parcelares. Esta residência culminará na exposição "A Montanha Invisível" na Escola das Artes UCP

    Ben Russell (Massachusetts, 1976) é artista, curador e cineasta, cujo trabalho se encontra na interseção entre etnografia e psicadelismo. Os seus filmes e instalações nascem de um diálogo permanente com a história e a semiótica da imagem documental, enquadrando uma pesquisa em torno da prática ritual e estados alterados da consciência.

    Legenda da imagem:
    Ben Russell. Still de The Invisible Mountain, 2020
     
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