Plataforma Municipal de Apoio à arte contemporânea

Porto.

PLÁKA reúne projetos que consubstanciam a política municipal de apoio à prática artística contemporânea no Porto, dando forma às iniciativas Aquisição, Colectivos Pláka, Anuário, Criatório, Shuttle e Inresidence.
Mediando processos de criação, reflexão e investigação em diferentes territórios da arte contemporânea, constitui-se enquanto plataforma de síntese, e análise, de medidas de apoio a artistas e agentes culturais e da sua articulação com a política cultural do município.
A plataforma PLÁKA é uma iniciativa da Câmara do Porto.
 
    • EQUIPA
       
      Presidente da Câmara do Porto
    • Rui Moreira

      Diretor de Arte Contemporânea e Cinema
      Guilherme Blanc

      Diretora Executiva
      Sílvia Fernandes

    • Coordenador de Programação
      Nuno Rodrigues

    • Gestora de Projeto
      Ana Brito

    • Coordenadora de Comunicação e Edição
      Lídia Queirós

      Comunicação e Mediação de Públicos
      Tiago Dias dos Santos
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    • ÁGORA – CULTURA E DESPORTO, E.M.
      Presidente do Conselho de Administração
      Catarina Araújo

    • Administradores Executivos
      Ana Cláudia Almeida
      César Navio
       
    • Diretora Geral da Unidade Orgânica da Cultura
      Francisco Carneiro Fernandes
       
    • Diretor de Comunicação e Imagem
      Jorge Rodrigues

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Porto.

Shuttle

O programa Shuttle tem como principais objetivos promover internacionalmente a cultura da cidade e o trabalho de artistas, autores e agentes culturais sediados no Porto.
Esta iniciativa visa atribuir bolsas de apoio nas áreas de Artes visuais e curadoria; Artes performativas; Performance e composição musical; Tradução e criação literária e ensaística.
Com um orçamento anual reforçado para a edição de 2020, num total de 50 mil euros, o programa de concurso está aberto em permanência até novembro e as bolsas de apoio a atribuir variam entre os 1500 e os 7500 euros.

Após ter apoiado 18 projetos de diversas áreas, o programa Shuttle atingiu o orçamento previsto para 2020 e terá uma nova edição em 2021.

Júri 2020

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  • Fátima São Simão

     
    Fátima São Simão nasceu no Porto, em 1981. É directora de desenvolvimento para as artes do UPTEC e foi coordenadora executiva do futureplaces.org (UTAustin-Portugal Colab). É membro da Creative Commons Portugal desde 2013, tendo sido responsável pela coordenação dos projectos CC Toolkit for Business e Copywrong (performance). Estudou Economia, na Faculdade de Economia da Universidade do Porto, e Gestão e Políticas Culturais, na City University of London, e atualmente encontra-se a concluir o seu doutoramento na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, onde investiga os efeitos do direito de autor no trabalho artístico.
  • Miguel Leal

     
    Miguel Leal nasceu no Porto, em 1967, onde reside e trabalha. É artista visual e docente na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
  • Pedro Junqueira Maia

     
     Pedro Junqueira Maia nasceu no Porto, em 1971. Estudou com Manuel Beleza, George Letellier, Cândido Lima, Álvaro Salazar e Filipe Pires. O seu trabalho musical abrange a música de câmara, solista, electrónica, mista e cénica e tem apresentado as suas obras a nível nacional e internacional. Fundou, em 2011, o Atelier de Composição, que organiza concertos, conferências, exposições e encontros vários com, e sobre, os compositores portugueses contemporâneos. É professor de Análise Musical no Departamento de Música do Instituto de Letras e Ciências Humanas da Universidade do Minho, em Braga.
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  • Partir - uma exposição de ilustração

    Partir - uma exposição de ilustração

    Júlio Dolbeth e Mariana Miserável

    Artes Visuais e Curadoria

    Âmbito: Residência artística e exposição “Partir” no Japão. Tem como principal objetivo criar pontes entre duas culturas tão tangenciais como Portugal e o Japão.

    Atribuição do apoio: janeiro de 2020

    Execução do projeto: 20 de agosto a 6 de setembro residência e exposição no japão; 5 de dezembro exposição na Senhora Presidenta, Porto

    A proposta temática para esta exposição baseia-se na interpretação da técnica japonesa ancestral de reparar cerâmicas partidas, conhecida por Kintsugi. O Kintsugi surge como um lugar de contemplação, ancorado nas narrativas possíveis que as peças cerâmicas têm para contar.
    Através da lógica da técnica artesanal de recuperação reforçamos ligações e inventamos laços de união a emancipar significados. Em termos concretos, almejamos à produção de um Caderno de Viagem no qual será aprofundada a amplitude da influência da cultura japonesa na sua relação com o nosso país. À semelhança das teorias situacionistas - em particular a teoria da deriva de Guy Debord - deixar-nos-emos perder para encontrarmos os fragmentos a usar como índole narrativa, ficcional.

    Júlio Dolbeth é doutorado em Arte e Design, mestre em Arte Multimedia e licenciado em Design de Comunicação, e leciona na FBAUP. Enquanto artista e ilustrador expõe regularmente em mostras coletivas e individuais.Mariana, A Miserável, desenvolve desde 2010 exposições individuais e colectivas de ilustração, bem como inúmeros outros projectos nesta área: publicações de pequenas tiragens, posters, agendas, murais, livros, revistas e jornais.

     

    Projeto: Júlio Dolbeth e Mariana a Miserável
    Almost Perfect - Tóquio
    Senhora Presidenta - Porto 
  • Conjunto Sensível

    Conjunto Sensível

    Tales Frey

    Artes Visuais e Curadoria

    Âmbito: "Conjunto Sensível" é uma exposição individual do artista Tales Frey que terá lugar no CCSP - Centro Cultural São Paulo em 2021.

    Atribuição do apoio: janeiro de 2020

    Execução do projeto: Fevereiro e Março de 2021

    A exposição Conjunto Sensível está pautada no cruzamento entre a performance, o vídeo, a fotografia, o objeto relacional e a instrução, sendo que as obras expostas são ativadas através do uso de um adereço/indumento específico, o qual é capaz de proporcionar formas esculturais sobre o suporte humano. Quando vestido/calçado, cada artefato funciona como um vinculador de corpos, os quais juntos (e em deslocamento pelo espaço) impulsionam movimentos que se assemelham a uma dança a par ou em grupo.

    Tales Frey é artista transdisciplinar, realiza obras amparadas tanto pelas artes visuais como cênicas, situadas no cruzamento entre a performance, o vídeo, a fotografia, o objeto, o adorno/indumento e a instrução. Alguns de seus trabalhos integram permanentemente acervos públicos e privados, dentre eles: Museu Serralves e Museu Bienal de Cerveira em Portugal, MUNTREF em Buenos Aires, Pinacoteca João Nasser, MAC Niterói, MAM RJ e MAC USP no Brasil. É representado pela Galeria Verve de São Paulo.
    Conceção: Tales Frey
    Performers convidadas(os): Paulo Aureliano da Mata e Paola Frey


    Créditos fotográficos: Leika Morishita.
    Tales Frey. Tapete Vermelho, 2019.
  • Ecologicity Sessions

    Ecologicity Sessions

    Hugo de Almeida Pinho e Sara Castelo Branco

     Artes Visuais e curadoria

    Âmbito: Residência artística na Cripta747 (Turim, Itália) – instituição de relevo internacional que trabalha sobre diferentes aspectos da produção da arte contemporânea, favorecendo o cruzamento de artistas, curadores e investigadores, e o intercâmbio pluridisciplinar entre artes visuais e outras linguagens expressivas. https://www.cripta747.it/cripta747

    Atribuição do apoio: janeiro de 2020

    Execução do projeto: A data inicialmente prevista era o mês de Maio de 2020, mas a realização da residência foi adiada para maio de 2021, devido à pandemia do Covid19.

    O projeto Ecologicity Sessions propõe refletir sobre a forma como os dispositivos tecnológicos moldam os modos de visão contemporâneos ao elevarem novos termos de visualidade e políticas de representação impelidas pelo domínio da tecnologia sobre a vida orgânica. Unindo caraterísticas das práticas artísticas e de investigação, propõe-se desenvolver uma performance-assembleia participativa e a curadoria de um ciclo de filmes experimentais.
    Através de uma abordagem à construção histórica e cultural da visão, propõe-se trabalhar sobre dimensões estéticas e perceptivas – reflectindo sobre como a cultura visual medeia a capacidade de pensar ecologicamente e transforma os nossos próprios limites perceptivos.

    Hugo de Almeida Pinho é licenciado em Artes Plásticas pela Universidade Porto e pela Marmara Universitesi. Participou em residências artísticas na Cité Internationale des Arts, em Paris, Künstlerhaus Bethanien, em Berlim, entre outras. Tem apresentado o seu trabalho regularmente desde 2009, estando representado em colecções particulares e institucionais.
    Sara Castelo Branco é doutoranda em Arts et Sciences d’Art/Ciências da Comunicação na Université Panthéon Sorbonne e na FCSH-UNL. Tem programado ciclos de filmes experimentais e de artistas e contribui regularmente com textos para revistas e publicações.
    Projeto: Hugo de Almeida Pinho e Sara Castelo Branco
    Residência: Cripta747


    Créditos Fotográficos:
    Hugo de Almeida Pinho. The Seeing Eye na Petite Galerie, Paris 2020.
  • Arte e Infinitude

    Arte e Infinitude

    Bernardo Pinto de Almeida

    Tradução e Criação Literária e Ensaística

    Âmbito: Edição do livro na editora MIMESIS, em Paris, durante 2021, ano da Cultura Portuguesa em França.

    Atribuição do apoio: janeiro de 2020

    Execução do projeto: 1 de junho de 2020 a 31 março de 2021.

    O livro “Arte e Infinitude” teve a sua primeira apresentação pública em 2018, durante uma série de 10 conferências na Fundação de Serralves, no Porto, e veio a ser editado na editora Relógio d’Água, Lisboa, em 2018.
    Mais recentemente foi objeto de uma edição em Madrid,pela Editorial Brumaria em fevereiro de 2020, com apoio da Fundación La CAIXA.

    Bernardo Pinto de Almeida é poeta e ensaísta e Professor Catedrático de Teoria e História da Arte na FBAUP. Foi curador do Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, Diretor Artístico da Fundação Cupertino de Miranda e membro do Conselho de Administração da Fundação Berardo entre 2005 e 2009. Organizou uma centena de exposições em Museus e Instituições. Dirigiu a coleção "Caminhos da Arte Portuguesa no Século XX”,da Editora Caminho, e colaborou com a “Lapiz”, “Arte y Parte”" (Espanha), “Artforum” e “Contemporanea” (EUA).
    Autor: Bernardo Pinto de Almeida
    Edição: MIMESIS
    Direção: Professor Jacinto Lageira (Sorbonne)
    Outros apoios: Fundação de Serralves e IPLB.
  • Sereias

    Sereias

    Sereias

     Performance e composição musical

    Âmbito: Sereias foram convidados a atuar, em Londres, na sexta edição do Raw Power, um dos festivais independentes mais relevantes do Reino Unido, onde participam dezenas de artistas que contribuem com uma multitude de sons e linguagens de vanguarda que incluem música eletrónica, experimentação sónica, psicadelismo e rock de diversos quadrantes.

    Atribuição do apoio: janeiro de 2020

    Execução do projeto: 28 a 30 de agosto de 2020

    Sereias é um projeto de improvisação musical, uma espécie de escrita musical automática, constituído por vários músicos, onde as palavras de António Pedro Ribeiro acrescentam conteúdo pessoal e político, e as imagens de Francisco Laranjeira, manipuladas em tempo real, conferem uma forte identidade visual, a uma sonoridade que tenta resistir uma definição concreta.
    Partindo da influência decisiva da vida consciente e inconsciente do artista no seu trabalho, encontram o seu território de exploração: onde se confrontam o racional e o intuitivo, o formal e o improvisacional; que procura ser heterogéneo, fluido e orientado pelo próprio processo de criação; como uma resistência ao definitivo, ao estruturado e ao fechamento das hierarquias.

     Sereias nasce em janeiro de 2017 na cidade do Porto em sessões informais de improvisação musical. Cedo traduzem o seu som para espetáculos ao vivo, primeiro no Porto, mas logo depois um pouco por todo o país onde destacam: Serralves em Festa, Theatro Gil Vicente, Festival de Curtas de Vila do Conde, Understage: Rivoli, Sabotage, No Noise e no Anuário da Galeria Municipal do Porto.
    Em novembro 2019, com a Lovers & Lollypops, lançam o seu disco de estreia, “O País a Arder”, considerado pelo Jornal Público como um dos discos do ano.
    António Pedro Ribeiro: voz
    Arianna Casellas: voz
    Francisco Laranjeira: vídeo
    João Pires: bateria
    Nils Meisel: sintetizadores
    Ra Ya’acov : trompete
    Sérgio Rocha: guitarra
    Tommy Hughes: baixo

     
  • Residência Artística em Jingdezhen, China

    Residência Artística em Jingdezhen, China

    Sofia Beça

     Artes Visuais e curadoria

    Âmbito: Como resultado da residência será realizada uma exposição individual na galeria Taoxichuan, em Jingdezhen, que reunirá o conjunto de trabalhos desenvolvido neste período. Finda a residência, uma parte das obras será transportada para Portugal, onde serão exibidas no Porto. Paralelamente, a artista realizará duas palestras e um workshop no Jingdezhen Ceramic Institute, sobre a sua obra e sobre o tema dos murais cerâmicos contemporâneos baseados na tradição azulejar portuguesa.

    Atribuição do apoio: janeiro de 2020

    Execução do projeto: 3 de Agosto a 15 de setembro de 2020

    Nesta residência será feito um trabalho de observação detalhado e sistemático acerca das práticas sociais da população de Jingdezhen, assim como do meio circundante. Sendo uma cidade com uma história intimamente relacionada com a cerâmica, o trabalho de observação incluirá uma pesquisa que se espera tão detalhada quanto possível acerca das práticas, tradições e técnicas cerâmicas da cidade e dos seus artesãos. Durante um período de seis semanas, será desenvolvido um conjunto de esculturas cerâmicas onde as referências do trabalho de observação confluam com a visão artística da artista.

     Sofia Beça tem vindo a expor, desde 1997, em vários espaços em Portugal, Espanha, França, Japão, Holanda, Itália, Alemanha, Polónia, Eslovenia e Austria. Desde 2003 que participa em simpósios representando Portugal a nível internacional, tendo recebido diversos prémios em Portugal e Espanha e criou obras públicas em Espanha e na Tunísia. Integra a Academia Internacional de Cerâmica desde 2013.
    Apoios: Jingdezhen Towyi Cultura Developement company, Tauxichuan Ceramic Art Avenue, Tauxichuan Jingdezhen International Studio 
  • ÁLBUNS DA TERRA

    ÁLBUNS DA TERRA

    Tânia Dinis

    Artes performativas e Artes visuais

    Âmbito: Performance - ÁLBUNS DA TERRA: total de três apresentações; instalação audiovisual "Imaginário familiar" - Armindo e a Câmara escura ( 2017/18); Laura (2017); Teresa ( 2017); Arco da velha ( 2015 ); Não são favas, são feijocas (2013) - e oficina criativa a partir de imagens de arquivo. Participação na 13ª Mostra Strangloscope.

    Atribuição do apoio: março de 2020

    Execução do projeto: 3 a 8 de agosto 2020

    O álbum fotográfico é também testemunha, e um depositário de histórias e memórias de uma família, e tem igualmente, características e qualidades físicas como das fotografias. No álbum fotográfico, quase sempre, existe uma organização das fotografias, uma sequência, umas mais criativas do que outras, criando autobiografias e narrativas de uma vida familiar, preservando as memórias que lá habitam, e as que já não habitam, as que se perderam ao longo dos anos, mas dando-lhes também a possibilidade de se multiplicarem. Álbuns da Terra é usado aqui como suporte de memória para contar uma parte da história do meu sobrinho. 

     Tânia Dinis, 1983. Mestre-Práticas Artísticas Contemporâneas FBAUP. Uma das criadoras da Associação Cultural – Tenda de Saias, Porto. O trabalho atravessa diversas perspetivas, campos artísticos: fotografia, performance, cinema e o da estética relacional, partindo de imagens de arquivo de família a outros registos de imagem real. Não são favas, são feijocas 2013. BASTIDORES, 87º Aniversário do Rivoli. ARTISTA NO CENTRO 2020/2021 - A Oficina. Uma das vencedoras do Open Call-Laboratórios de verão do GNRation com a instalação audiovisual – sobrepostos.
     Uma criação de Tânia Dinis
    Interpretação, imagem, objectos, pesquisa de Tânia Dinis
    Texto Pedro Bastos, entre outros textos provenientes de arquivos privados.
    Aprox:30''
    Lotação limitada
    Maiores de 10 anos
    Álbuns da Terra - Tânia Dinis – Associação Cultural – Tenda de Saias, co-produção com A Oficina - Centro de Artes e Mesteres Tradicionais de Guimarães, CIPRL- 2º Bolsa de Criação, promovido pelo Programa de Apoio à Criação Teatral - PACT, inseridos na Programação do Teatro Oficina.
    Estreia na Casa da Memória de Guimarães a 7 de Março inserido na programação MUSEU DO FUTURO d’A Oficina.
  • Chopin Society of Connecticut presenting António de Oliveira

    Chopin Society of Connecticut presenting António de Oliveira

    António Oliveira

     Performance e composição musical

    Âmbito: Recital de piano pelo pianista Portuense António Oliveira integrado na programação da Chopin Society of Connecticut a realizar no New Britain Museum of American Art.

    Atribuição do apoio: março de 2020

    Execução do projeto: Recital previsto para 22 de Março de 2020. Em virtude das medidas de contenção do SARS-Cov2, o recital foi adiado para nova data em 2020 a anunciar quando as restrições forem levantadas.

    A primeira parte deste recital será exclusivamente dedicada a obras de compositores portugueses, alguns dos quais com fortes ligações à cidade do Porto: Suite de António Fragoso; 3 Prelúdios de Berta Alves de Sousa; Balada op.16 de Vianna da Motta; e 5 Prelúdios de Telmo Marques. Os 5 Prelúdios de Telmo Marques terão a sua estreia em solo Americano. Na segunda parte, António Oliveira celebrará os 250 anos do nascimento de Beethoven tocando a sonata para piano “Patética”, a Balada nº1 de Chopin em homenagem ao compositor dedicatário da Sociedade de Concertos organizadora e Sposalizio de Liszt. 

     António Oliveira obteve o bacharelato na classe da Prof. Sofia Lourenço na ESMAE.
    Estudou na Hochschule der Kunst de Berlim com o Prof. Laszlo Simon. Na The Hartt School, EUA, obteve o diploma “Master of Music” na classe do Prof. Luiz de Moura Castro.
    Tem uma intensa carreira concertística. Gravou para a RTP e RDP Antena2. A sua discografia inclui vários discos entre os quais dois a solo elogiados pela crítica. É professor de piano no Conservatório de Música do Porto.
     Pianista: António Oliveira
  • Gileno Santana Trio

    Gileno Santana Trio

    Gileno Santana

    Performance e composição musical

    Âmbito: Digressão do projeto Gileno Santana Trio por diferentes salas em vários países, passando pelo emblemático clube londrino Ronnie Scott's.

    Atribuição do apoio: março de 2020

    Execução do projeto: 10 de fevereiro a 22 de março

    Provavelmente o músico mais versátil da sua geração, Gileno Santana mostra o seu lado mais criativo com uma formação sem instrumento harmónico (trompete, contrabaixo e bateria).
    Este é sem dúvida o projeto mais desafiante e contemporâneo do trompetista, onde é bem visível que a sua identidade está na forma única de pensar e se exprimir. Com uma abordagem
    moderna e livre, Gileno Santana faz parte do restrito lote mundial de criadores, tendo elogios de ícones como Wynton Marsalis, Hermeto Pascoal, James Morrison, Cláudio Roditi, Thomas Gansch. 

    Luso-brasileiro residente na cidade do Porto, nasceu a 5 de maio de 1988. É trompetista, arranjador, docente e compositor Artista Internacional Schagerl, premiado e com projeção mundial. Recebeu a Medalha de Honra da Ordem dos Músicos do Estado de São Paulo e foi o primeiro músico luso-brasileiro a ser palestrante na Havard University. 
    Pizza Express Live (GB) 
    Filoa Jazz (ES)
    El Cercano (ES)
    Ronnie Scom’s (GB) 
    Kansas Smimy’s (GB)
    Vortex Jazz Club (GB)
    La Casa de Arriba (ES) 
    L’aquilone (BE)
    La Porte Noire (BE)
    Gramastemen (AT) 
    Mank (AT)
  • Rúptil | na era dos castigos incorpóreos + Efígie | Princípios

    Rúptil | na era dos castigos incorpóreos + Efígie | Princípios

    Flávio Rodrigues

     Artes performativas

    Âmbito: Apresentação das performances Rúptil | na era dos castigos incorpóreos e Efígie | Princípios na 14a edição do Festival Mandala (Wroclaw/Polônia).

    Atribuição do apoio: março de 2020

    Execução do projeto: projeto previsto para maio de 2020. Em virtude das medidas de contenção do SARS-Cov2, o projeto foi adiado para nova data a definir.

    Ambos os projetos são de caracter performativo e instalativo. Os projetos são multidisciplinares e de carácter experimental. Estudados com o propósito de serem apresentados em espaços não convencionais, site-specific e capazes de proporcionar relações variáveis e opcionais entre a obra, o perfomer e o público.
    “Efígie | Princípios” estreou-se em 2017 e teve como base de exploração e pesquisa questões relacionados com a Extinção, Desaparecimento e Fim. “Rúptil | Na Era dos Castigos Incorpóreos” é uma performance e consiste num dispositivo cénico/escultórico, resultante de uma série de ações performativas visando implementar/construir esculturas de materiais variados, em comum brutos, primários e basilares tais como pedras, panos ou ferros. Os materiais foram recolhidos através de caminhadas que o autor realizou durante o ano de 2018 e 2019.

    Flávio Rodrigues nasceu em Vila Nova de Gaia. Atualmente reside no Porto.
    Começou a dançar e a desenhar com a professora e artista Alexandrina Costa (1992). Tem formação em Dança pelo Ginasiano (1996), Balleteatro Escola Profissional (2003), Dance Works Rotterdam (2005) e pelo Núcleo de Experimentação coreográfica (2008).
    Desenvolve os seus próprios projetos desde 2006: www.flaviorodrigues.info

    Criação e performance: Flávio Rodrigues
    Assistência do projecto: Bruno Senune

    Créditos fotgráficos: Clara Morais
  • Beyond the Audible - Fictional Forests

    Beyond the Audible - Fictional Forests

    Gil Delindro


    Artes Visuais e Curadoria

    Âmbito: Beyond the Audible - Fictional Forests é uma proposta ao programa SHUTTLE para apoio em
    produção no âmbito de residência internacional de três meses, com exposição Individual final. Foi concebido para a Inframuros Residence, com vista á produção de uma instalação novos media.


    Atribuição do apoio: maio de 2020

    Execução do projeto: 3 a 29 de outubro de 2020 (investigação) e 7 de fevereiro a 27 de março de 2021 (produção)

    O projecto com início em Outubro de 2020, é uma Residência Artística na zona dos Vulcões de Auvergne. Selecção feita pela “Inframuros residence” como resultado de um concurso público
    internacional onde após a avaliação de 1649 propostas submetidas, o Juri escolheu unanimemente apoiar estruturalmente a produção de nova obra.
    Este trabalho abrange as áreas das artes Visuais, Novos media e Sound Art, com base em investigação documental a acontecer no Parque Natural Regional dos Vulcões de Auvergne, UNESCO. Um trabalho que vai resultar na produção de uma mostra pública individual.


    Gil Delindro é um artista com amplo reconhecimento internacional na área dos novos media e sound art, vindo a destacar-se pela investigação site-specifc sobre elementos orgânicos e processos efémeros na natureza. A sua prática interdisciplinar é baseada em filme documental, instalação, performance e pesquisa de campo, direcionada para temas como bioacústica, ecologia, antropologia e geologia.
    Gil Delindro (Gilberto Diogo Delindro Ribeiro) - Direção Artística, núcleo.
    Bruno Silva – Coordenador da Residência
    Martial Défacieux – Programador da Residência
     
  • Exposição Individual na Fundación RAC, em Pontevedra

    Exposição Individual na Fundación RAC, em Pontevedra

    Dalila Gonçalves

    Artes Visuais e Curadoria

    Âmbito: Exposição individual na Fundación RAC, em Pontevedra, com trabalhos concebidos em residências artísticas no México e no Brasil – investigação em torno das possibilidades materiais do som, os materiais do quotidiano e a interatividade humana

    Atribuição do apoio: maio de 2020

    Execução do projeto: Julho a Outubro de 2020

    O homem faz-se passar por animal, camuflando-se, para sobreviver.
    As relações que se estabelecem entre Homem e Natureza, o som, a realidade e ficção, passado e presente, origem e recontextualização são o ponto de partida para o projeto que apresentarei na Fundación RAC. A exposição incluirá uma ampla gama de elementos vinculados à cultura e artesanato mexicano - atrapanovios, os silbatos e as vasijas silbadoras - mas também instrumentos tradicionais e objetos artesanais portugueses, nomeadamente exemplos da olaria barcelense como os assobios de água ou apitos de sopro.
     

    Dalila Gonçalves é licenciada em Artes Plásticas-Pintura, pela FBAUP, e mestre em Ensino de Artes Visuais pela FBAUP e FPCEUP. Entre 2010 e 2011, trabalhou com o artista plástico Ignasi Aballí em Barcelona, como bolseira do programa Inov-art, e foi artista em residência no Programme KulturKontakt, em Viena (2017); na Residência Pivô- Arte e Pesquisa, em São Paulo (2018); e na Fundación Marso, no México DF (2020), entre outras.
    Expõe regularmente em instituições, galerias e feiras de arte em diferentes países da Europa e da América do Sul, e está representada em colecções públicas e privadas.
     
    Criação: Dalila Gonçalves

    Créditos fotográficos: Dalila Gonçalves
    Still Video "Casa das plantas" (em construção)


  • Instrumentos Públicos para Terapia

    Instrumentos Públicos para Terapia

    Soraia Gomes Teixeira

    Artes Visuais e Curadoria

    Âmbito: Instrumentos Públicos para Terapia estará presente na 5ª edição da Bienal de Design de Istambul, com curadoria da Mariana Pestana, partindo da ideia de que o design compreende os dispositivos, plataformas e interfaces através das quais nos relacionamos. Empathy Revisited: Designs for more than one é o título desta edição e propõe uma reflexão sobre o contributo do design enquanto mediador das interconexões e relações.

    Atribuição do apoio: maio de 2020

    Execução do projeto: setembro de 2020

    Instrumentos Públicos para Terapia é um projeto a ser apresentado na 5ª Bienal de Design de Istambul e que surge na sequência dos Objetos de Concentração para Pares, objetos esses de caráter terapêutico que promovem e provocam a proximidade física entre duas pessoas, apresentado na Bienal Internacional de Arte de Cerveira em 2018.
    No tempo presente, vivemos efetivamente uma crise à escala global, provocada por um inimigo de corpo invisível, SARSCOV-2, que veio afirmar que é necessário o distanciamento físico, o mesmo que é imposto, há muito tempo, pela virtualidade das redes sociais. A transmissão rápida deste vírus, veio impor, de forma taxativa, a distância física social de todos, distancia que já existia, mas que de forma repentina, se tornou verbalizada, obrigatória, impondo a ausência do encontro em carne e osso. Perversamente, esta imposição instala a desconfiança em relação aos corpos dos nossos pares.
    Já antes do surgimento do vírus, existe uma multiplicidade de ofertas na internet que garantem à sociedade a rápida comunicação com o mundo que a ausenta do encontro físico e como consequência retira-lhes uma das maiores sensações de proximidade, o toque.
    Daniel Tércio, filósofo português, diz que é urgente reinventar outras modalidades de toque, mesmo que tal obrigue a uma nova configuração das esferas íntimas e a um novo equilíbrio entre o público e o privado.
    Os Instrumentos Públicos para Terapia são objetos de combate ao distanciamento físico imposto, e impõe-se como resistência a um sistema prévio que promoveu o individualismo e a dispersão do outro como uma bandeira de liberdade. Estes instrumentos assumem-se, deste modo, como mediadores de terapia coletiva entre corpos em espaço público. Pretendem sobretudo recuperar a confiança no e do corpo do outro a partir da observação, do toque e da proximidade regulada entre ambos.

     

    Soraia Gomes Teixeira, vive e trabalha no Porto. É licenciatura em Design Industrial pelo Politécnico do Porto e mestre em em Design de Produto, pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha.
    Em 2017, trabalhou com o estúdio Ciszak Dalmas, em Madrid, e frequentou o programa doutoral em Design na Universidade de Aveiro iniciando uma investigação sobre a presença das mulheres no Design Industrial em Portugal. Em 2019 foi designer convidada no festival WALK&TALK, no âmbito das residências RARA, projeto que promove o diálogo entre técnicas artesanais locais e o design.
    Atualmente, trabalha em colaboração com a indústria portuguesa e é professora assistente convidada na ESMAD e no IPCA.
     
    Artista: Soraia Gomes Teixeira 
  • Trouble with your eyes

    Trouble with your eyes

    Raúl Maia

    Artes Performativas

    Âmbito: No âmbito do projeto define-se pela internacionalização do trabalho trouble with your eyes do criador Raul Maia que terá a sua estreia no teatro WUK em Viena na Áustria em finais de Outubro 2020. Este apoio destina-se a financiar viagens e transportes necessários para a realização do trabalho.

    Atribuição do apoio: maio de 2020

    Execução do projeto: 28 a 31 de Outubro: espetáculos no Teatro WUK Viena Áustria

    Da mesma maneira que o silencio não existe na natureza, também a imobilidade do corpo humano não existe. Estes conceitos são relativos e subjetivos, determinando acima de tudo os limites da atenção do recetor/espectador e não da ocorrência em si. Quando é que podemos considerar que um corpo humano se começou a mover quando na realidade nunca parou de se mover? Poderemos talvez começar por observar o movimento existente na aparente imobilidade. O ponto de partida deste trabalho é o repensar a escala de movimento no sentido de uma redução radical do mesmo. 

    Raul Maia é um criador Português, foi residente na Áustria durante 12 anos e está recentemente de regresso a Portugal. O seu trabalho é apresentado a nível nacional e internacional em festivais e teatros tais como DDD (Dias da Dança)(pt) ImpulsTanz(at), Xplore dance Festival(ro), Potsdam Tanzfabrik(de), Idans Istanbul(tur), Tanzquartier (at), WUK(at) e Brut(at) entre outros. 
    direcção artística: Raúl Maia
    interpretação/colaboração: Raphael Michon, Linda Samaraweerova, Raúl Maia
    desenho de luz: Bas Devos
    som: Raúl Maia/ Alex Kasses
    cenário: Raul Maia
    Co-produções: WUK (AT), Festival Circular (PT)
    Subsidiado pela cidade de Viena MA7 e Câmara Municipal do Porto através do programa Shuttle.

    Créditos Fotográficos: Raúl Maia 
  • SYSTEMS SYNTHESIS

    SYSTEMS SYNTHESIS

    berru

     Artes Visuais e Curadoria

    Âmbito: Participação do Coletivo berru na 5ª Bienal de Design de Istambul, intitulada de Empathy Revisite: Designs for more than one.

    Atribuição do apoio: maio de 2020

    Execução do projeto: setembro de 2020

    SYSTEMS SYNTHESIS propõe uma relação simbiótica entre Natureza e Tecnologia onde os organismos vivos dependem da máquina para sobreviver que, por sua vez, depende da vida para servir o seu propósito. O desenlace da relação é o ambiente sonoro do espaço expositivo.
    A obra está em constante mutação visual e sonora, numa velocidade biológica e natural que contrasta com a nossa temporalida¬de instantânea, e num estado de equilíbrio dinâmico.

    Fundado em 2015, o coletivo berru expôs a sua obra na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), Galeria dos Maus Hábitos (Porto), Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (exposição resultante da atribuição do prémio SONAE MEDIA ART 2019), gnration (Braga), Galeria Municipal do Porto, The Old Truman Brewey (London), entre outros. 
    Coletivo berru (Bernardo Bordalo, Rui Nó e Sérgio Coutinho)

    Créditos Fotográficos: José Paulo Ruas
    Fotografia da obra exposta no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (dezembro 2019).
  • ESTREITO/ESTRECHO

    ESTREITO/ESTRECHO

    Teatro Experimental do Porto (TEP)

     Artes Performativas

    Âmbito: O Teatro Experimental do Porto (TEP) e o Teatro La Maria (Chile), partindo das suas afinidades artísticas e vontade de colaborar, decidiram criar o projeto ESTREITO/ESTRECHO, um espetáculo que parte de um texto original escrito a duas línguas. Este processo transatlântico pensará acerca dos 500 anos que passam sobre a viagem de circum-navegação liderada por Fernão de Magalhães, mas sem procurar celebrá-la ou contar a sua história.

    Atribuição do apoio: julho de 2020

    Execução do projeto: Residência no Chile, com o Teatro La Maria – 05 a 15 de janeiro 2021; Apresentações públicas da residência – 29 e 30 de janeiro de 2021, no Teatro Campo Alegre.


    Este trabalho une criadores de Portugal e do Chile, ao redor de uma investigação teatral relacionada com o Estreito de Magalhães.
    Nesta investigação, os criadores dos dois países desenvolverão possibilidades cénicas relacionadas com o material histórico referente ao lugar geográfico e ao impacto produzido pelas construções sociais fruto da colonização.

    Teatro Experimental do Porto (TEP) é a mais antiga companhia teatral portuguesa e percursora do teatro moderno, tendo estreado o primeiro espetáculo em 1953, sob a direção artística de António Pedro. Em 2012, a direção artística foi assumida por Gonçalo Amorim, encenador residente desde 2010. 
    Equipas Artísticas do Teatro La Maria e do Teatro Experimental do Porto, com direção artística de Alexandra Von Hummel, Alexis Moreno e Gonçalo Amorim
     
  • SONGS AND TRACES WITH THE LENGHT OF AN OCEAN

    SONGS AND TRACES WITH THE LENGHT OF AN OCEAN

    Laetitia Morais

    Artes Visuais e Curadoria

    Âmbito: SONGS AND TRACES WITH THE LENGHT OF AN OCEAN contempla um filme em película, que documenta 10 anos de correspondências escritas, visuais e sonoras sobre a referência dum “novo mundo”; de uma “nova rota da seda” ou de um “novo tempo”. A direção artística é da autoria de Laetitia Morais e a composição musical e o desenvolvimento de ideias conta com a participação de John King.

    Atribuição do apoio: julho de 2020

    Execução do projeto: De 15 de Outubro a 15 de Novembro 2020 e de 1 de Março a 30 de Março 2021
    A produção e parte da pós-produção terá lugar no estúdio de John King, em Nova Iorque e inclui uma mostra pública do projeto.


    É na qualidade do género de conhecimento aberto, que passa pela afetividade mais do que pela categorização, que este projeto se irá desenvolver. Trata-se de um objeto fílmico, mas também sonoro, produzido entre Porto e Nova Iorque e na correspondência criativa de dois compositores - Laetitia Morais e John King. Pretende-se que o objeto artístico resultante seja múltiplo no seu formato - o filme–postal ou filme–disco, o filme–haiku ou o filme–crónica. Obterá a pertinência que lhe for encontrada num discurso que é mantido à distância, levantando
    questões pertinentes sobre a cultura do imediato como um reconhecimento atento de um futuro próximo.


     

    A sua prática artística apresenta-se em diferentes formatos dos quais se salientam o desenho, a instalação e o vídeo.
    Obteve a atribuição dos seguintes prémios: bolsa Ernesto de Sousa 2011 pela Fundação Calouste Gulbenkian +FLAD; melhor vídeo musical 2016, pelo Festival Curtas Vila do Conde; Mérito de investigação 2018, pela Academia das Artes de Viena e AIR Award 2019, pelo Ongoing Art Center Tokyo.
    Doutoranda no departamento de Media Arts na Zurich University of Arts e na Kunstuniversität Linz e ex-professora universitária de Cinema e Práticas Artísticas Contemporâneas (2007-2019).
     
    Laetitia Morais - autora do projeto / direção e participação criativa na componente visual
    John King - colaborante / participação criativa na componente musical
     

    Créditos fotográficos:
    rings for dead kings, Cairo 2020
    c. Laetitia Morais
  • O Germinador de Sementes: Sustentabilidade como Empatia

    O Germinador de Sementes: Sustentabilidade como Empatia

    Francisca Sottomayor e Skrei

    Artes Visuais e Curadoria

    Âmbito: Instalação pública apresentada no âmbito da Bienal de Design de Istambul: Empathy Revisited: designs for more than one, que se propõe refletir em como os pequenos atos do dia-a-dia, de cuidado com o ambiente e com os que nos rodeiam, são atos de empatia à escala global.

    Atribuição do apoio: julho de 2020

    Execução do projeto: O projeto será executado em outubro de 2020.


    O Germinador de Sementes: Sustentabilidade como Empatia irá produzir vários cabinets de germinar sementes. Estes serão instalados em jardins públicos com hortas urbanas que integrarão a dinâmica do jardim e da sua comunidade. As sementes, quando germinadas, serão uma fonte de alimento para a comunidade onde serão integrados.
    O projeto propõe-se refletir sobre autossuficiência alimentar e as inúmeras vantagens encontradas na produção própria de alimentos, como a redução da dependência de fontes de energia criadas pelo homem, mitigando assim a contribuição para as alterações climáticas.
     

    Francisca Sottomayor (Porto, 1984)
    Estudou Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes, Porto (FBAUP). Acabou a sua licenciatura na Eslovénia. Foi selecionada para o Inov Art 2010/ 2011 que a levou ao Rio de Janeiro, onde trabalhou com o artista plástico Carlito Carvalhosa. Fez o mestrado em Design Editorial também na FBAUP. Atualmente é designer do Esporão, experiência levou-a a interessar-se por práticas de sustentabilidade.
     
    Francisca Sottomayor, curadoria do projeto
    Sofia Magalhães, ceramista
    Francisco Fonseca, arquiteto, SKREI
     

    Legenda da imagem:
    Desenhos, Francisco Fonseca. Cerâmicas: Sofia Magalhães. Local: Mert Karacikay

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