Plataforma Municipal de Apoio à arte contemporânea

Porto.

PLÁKA reúne projetos que consubstanciam a política municipal de apoio à prática artística contemporânea no Porto, dando forma às iniciativas Aquisição, Colectivos Pláka, Anuário, Criatório, Shuttle e Inresidence.
Mediando processos de criação, reflexão e investigação em diferentes territórios da arte contemporânea, constitui-se enquanto plataforma de síntese, e análise, de medidas de apoio a artistas e agentes culturais e da sua articulação com a política cultural do município.
A plataforma PLÁKA é uma iniciativa da Câmara do Porto.
 
    •  
    EQUIPA

    Presidente da Câmara do Porto
    Rui Moreira
     
    Diretora Artística
    Filipa Ramos
     
    Diretora Executiva
    Sílvia Fernandes

    Coordenador de Programação
    Nuno Rodrigues

    Gestora de Projeto
    Ana Brito

    Produtor Executivo
    Vítor Rodrigues

    Coordenador de Comunicação e Edição
    Tiago Dias dos Santos

    Comunicação e Mediação de Públicos
    Diana dos Reis
     
    Assistente de Direção
    Yoan Teixeira

    Assistente Administrativa
    Cláudia Almeida


    ÁGORA – CULTURA E DESPORTO, E.M.
    Presidente do Conselho de Administração
    Catarina Araújo

    Administradores Executivos
    Ester Gomes da Silva
    César Navio
     
    Diretora Geral da Unidade Orgânica da Cultura
    Francisca Carneiro Fernandes

    Diretor de Comunicação e Imagem
    Bruno Malveira

     
Porto.

Shuttle

 O programa Shuttle tem como principais objetivos promover internacionalmente a cultura da cidade e o trabalho de artistas, autores e agentes culturais sediados no Porto.
Esta iniciativa visa atribuir bolsas de apoio nas áreas de Artes visuais e curadoria; Artes performativas; Performance e composição musical; Tradução e criação literária e ensaística.
Com um orçamento anual de 75 mil euros para 2022, o programa de concurso está aberto em permanência até outubro e as bolsas de apoio a atribuir variam entre os 1500 e os 7500 euros.

Júri 2022

  • Júri 2022
  • Ana Botella

     
     Produtora e programadora cultural, com uma abordagem interdisciplinar, que trabalha nas áreas da cultura, tecnologia, ciência e saúde, explorando questões contemporâneas urgentes e fomentando novas imaginações. Atualmente, está sediada em Lisboa, onde é Diretora Adjunta do CAM – Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi Acting Head of Programme no museu e biblioteca Wellcome Collection, em Londres. Entre 2012 e 2019 foi Head of Program na FACT - Foundation for Art and Creative Technology, em Liverpool, e entre 2007 e 2012 foi Head of Exhibitions and Publications no LABoral Centro de Arte y Creación Industrial, organização sediada em Gijón (Espanha), com foco na interseção entre arte, ciência, tecnologia e indústrias criativas.
  • Cristina Grande

     
     Licenciada em História pela FLUP e pós-graduada em Gestão das Artes pelo INA, em colaboração com o Departamento de Gestão das Artes / Universidade de Columbia (Nova Iorque, USA). É responsável pelo Serviço de Artes Performativas e programadora de Dança Contemporânea e Performance de Serralves-Museu de Arte Contemporânea. Neste âmbito, destacam-se a organização da residência artística anual Mugatxoan (2002-2010) em parceria com a instituição Arteleku, a co-programação do Festival Trama (2006-2011), e a co-curadoria de O Museu como Performance (2015-2021). Desde 2010, integra o comité de experts dos Fundos Roberto Cimetta, nas áreas da Dança e Performance e, desde 2019, inclui o Júri do Programa de Apoio à Mobilidade de artistas dos PALOP e Timor-Leste, nas disciplinas de Música e Artes Cénicas, a convite da Fundação Calouste Gulbenkian.

  • Mário Moura

     
     Crítico de design, arte e cultura, curador, docente e investigador, sediado no Porto. Escreve regularmente para jornais, revistas, e blogues. É autor dos livros Design em Tempos de Crise (Braço de Ferro, 2009), O Design Que o Design Não Vê (Orfeu Negro, 2017), A Força da Forma (Orfeu Negro, 2019), bem como de uma tese de doutoramento sobre Autoria no Design. Leciona História e Crítica do Design na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto.
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  • 7 ≈ 8

    7 ≈ 8

    AURA

     Artes Performativas

    Âmbito: Digressão internacional que conta com sete apresentações ao público no Reino Unido e uma na Alemanha, com a finalidade de promover a arte produzida por Aura, uma jovem criadora da cidade do Porto.

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: entre junho de 2022 e março de 2023

    7 ≈ 8 é uma performance imersiva e etérea, um ecossistema habitado pela artista e pelo público, onde duas paisagens corporificadas intersetadas desdobram-se, mapeando a sua identidade e circunscrevendo a sua transição. A visão cenográfica da peça transporta a audiência para a simplicidade absoluta de um trabalho sobre o corpo, a mente e a alma. Propondo a observação atenta de atos como o de despertar, respirar, levantar, secar, transitar e revelar que simultaneamente contém ousadia e vulnerabilidade.

    AURA (1997, Porto) é uma artista transdisciplinar que funde as artes visuais, a performance, o teatro e a dança para explorar questões de género e de sustentabilidade. O seu trabalho tem sido apresentado internacionalmente em Portugal, Polónia, França, Itália e Reino Unido; e inclui colaborações com o conceituado coreógrafo Raimund Hoghe e o compositor Alessandro Bosetti.
    Conceção e Interpretação: Aura Soares Fonseca
    Direção de Cena: Hugo Veiga
    Desenho de Luz: Nao Nagai
    Som: Sarah-Holly Sayeed
    Cenografia: Molly Syrett, Daisy Blower, Joe Fairweather-Hole
    Assistência à Cenografia: Michał Drozd, Lydia Newman
    Figurino: Berthe Fortin, Amelia Cullen
    Audiovisuais: Patrick Furness
    Apoio à Dramaturgia: Graeme Miller, Anna Furse, Mischa Twitchin
    Fotografia: Gonçalo Alexandre
  • A Horta Cinematográfica

    A Horta Cinematográfica

    Ricardo Leite

    Artes Visuais e Curadoria

    Âmbito: O projeto consiste num trabalho de criação em película 16mm com várias etapas: a exibição de filmes criados com a técnica de revelação biodegradável da autoria de Ricardo Leite; a escrita de um guião pelos habitantes da aldeia e as filmagens a realizar após a oficina e a revelação dos filmes.

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: 13 de julho a 22 de agosto de 2022

    Neste projeto serão implementadas as ideias e o trabalho do artista e pesquisador Ricardo Leite cruzando-as com o projeto “Aqui onde tudo acaba” que foi premiado pelo edital brasileiro do Prémio Catarinense de Cinema. Os filmes serão revelados com elementos orgânicos como plantas, flores e frutos da região, processadas num pequeno laboratório que será montado na aldeia indígena. Este laboratório cumprirá portanto dois propósitos: para revelar o filme realizado pelo indígena Jucelino Filho e os pequenos filmes realizados pela restante comunidade durante a oficina orientada por Ricardo Leite.

    Ricardo Leite estudou cine-vídeo na ESAP no Porto entre 1998 e 2002. É doutorando em Educação Artística na FBAUP. Em 2016 realizou uma residência no LIFT, Canadá, com um projeto dedicado aos processos alternativos de revelação não tóxicos em película cinematográfica. Está a finalizar dois documentários de longa-metragem: “Lucefece” rodado em 16mm, com o apoio do ICA e RTP e “Maçãs Azuis” sobre Edila Gaitonde.
     
  • Amigos Imaginários

    Amigos Imaginários

    Rita Barbosa

    Artes Performativas

    Âmbito: Estreia internacional do espetáculo "Amigos Imaginários" no Noorderzon Performing Arts Festival Groningen. O convite de programação propõe sete apresentações durante uma semana.

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: 18 a 28 de agosto

    Amigos Imaginários é um filme-performance no qual o público é convidado a assistir à projecção de um filme, em fase de montagem, que é sonorizado ao vivo num estúdio de "foley". Uma especulação sobre o que poderá ser o cinema, tirando partido de um dos artifícios mais utilizados para a construção da ilusão da verdade.

    Rita Barbosa é realizadora e artista visual, licenciada em Artes Digitais, pela UCP (2002). A sua prática artística é desenvolvida principalmente na imagem filmada. Trabalha em colaboração na criação, escrita e concepção visual de projectos nas áreas do teatro, performance, cinema e audiovisual procurando desconstruir processos operativos de realização, pensando a arte como um jogo estético.
    Realização, texto e direção artística: Rita Barbosa
    Design de som: Rui Lima e Sérgio Martins, com a participação de Jonathan Saldanha
    Performance: Rui Lima, Sérgio Martins e Daniel Pizamiglio
    Produção: Henrique Figueiredo/ Maria Inês Marques
    Técnico de som: Manuel Reis
    Direção de cena: Helena Ribeiro
    Desenho de luz: Mário Bessa
    Técnico de luz e vídeo: João Monteiro
    Cartaz e design gráfico: Dayana Lucas e Pedro Nora
    Direção de fotografia: Jorge Quintela
    Primeiro assistente de imagem: Miguel Ângelo
    Segundo assistente de imagem: Bruno Medeiros
    Montagem: Rita Barbosa
    Colorista: Nuno Garcia – Spectacular Studio
    Apoio financeiro: Câmara Municipal do Porto/ Criatório, SPA e AGECOP
    Apoio: Take It Easy, Planar, Teatro do Bolhão, Circolando, Mala Voadora, Spectacular Studio
    Residência de coprodução: O Espaço do Tempo

    Espetáculo selecionado para a 7a edição da PT.21 | Plataforma Portuguesa de Artes Performativas / O Espaço do Tempo
  • Cabaré Brutal #4

    Cabaré Brutal #4

    Rua do Sol

    Artes Performativas

    Âmbito: Apresentação da quarta edição do Cabaré Brutal em Portugal e no Brasil, em cinco locais distintos, numa coprodução entre o colectivo da Rua do Sol, Silo-Arte e Latitude Rural.

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: entre setembro e dezembro de 2022

    Cabaré Brutal é um projeto que reúne num mesmo espaço artes plásticas e performativas, música experimental e gastronomia. O espetáculo é construído em torno de uma narrativa cênica onde diferentes artistas apresentam as suas performances. Durante o espetáculo o público recebe um jantar de um chef convidado e no palco os artistas vão sendo introduzidos e interligados pelo anfitrião da noite.

    A Lamparina Tropical / Rua do Sol é constituída por duas vertentes: espaço de criação e de programação. Desde 2013, apresenta programação regular predominantemente na área das artes plásticas, bem como na criação de trabalhos enquanto coletivo de artistas.
     
    Direção: José Oliveira, Cinthia Mendonça, Patrick Lins
    Direção técnica: João Maya
    Figurinos: Svenja Tiger
    Cenografia: Patricia Pescada
    Apresentação: Francisco Babo
    Artistas: Andres Montes, Susana Chiocca, Ece Canli, Leonor Parda, Edgar Calel, Luana Vitra, Desali, Dani D’Emilia
  • Chiasms And Agglutinations

    Chiasms And Agglutinations

    Tales Frey

    Artes Visuais e Curadoria

    Âmbito: Residência artística de Tales Frey a ser realizada no espaço ZSenne Art Laboratory em Bruxelas, que culminará numa exposição de um trabalho de cruzamento entre a performance, o vídeo, a fotografia, o objeto e a escultura cinética.

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: 26 de setembro a 09 de outubro de 2022

    “Chiasms And Agglutinations”, exposição ainda inédita, reflete como os corpos são moldados a partir de uma comunicação fundamentada em símbolos, os quais são massivamente difundidos, desde a aprendizagem basilar até a comunicação publicitária, onde códigos são transformados em corpos padronizados de acordo com um status quo em vigor. 

    Tales Frey é artista transdisciplinar representado pela Galeria Verve de São Paulo e pela Shame Gallery de Bruxelas. Tem obras em acervos públicos e privados, entre os quais se destacam o Museu Serralves, Museu Bienal de Cerveira, MUNTREF em Buenos Aires, Argentina, Pinacoteca João Nasser, Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo.

     
  • Diálogo Interculturas no Mediterrâneo Medieval

    Diálogo Interculturas no Mediterrâneo Medieval

    Ensemble Med [med: mediterrâneo/medieval]

    Performance e Composição Musical

    Âmbito: Projeto de itinerância internacional (França e Turquia) que homenageia o património musical medieval de raiz Mediterrânica, tanto na música escrita como na tradição oral, do ensemble portuense Ensemble Med [med: mediterrâneo/medieval].

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto

    Através do projeto "Diálogo Interculturas no Mediterrâneo Medieval", o Ensemble Med procura, enquanto laboratório criativo, a sua própria interpretação viva e atual da música realizada em torno da Ibéria e das regiões circundantes do Mar Mediterrâneo, numa abordagem multicultural e transversal.

    O Ensemble Med [med: mediterrâneo/medieval] é um laboratório de pesquisa e criação musical, que tem como foco o ponto de contacto entre os universos da música antiga e tradicional historicamente informada, numa abordagem viva e multicultural. Desde 2012, tem-se apresentado ao público regularmente, e.g. Geórgia, Espanha, França e em Portugal, destacando Monsanto (Idanha-a-Nova), Casa da Música (Porto), Catedral de Tui (com o gaiteiro Carlos Nuñez) e Museu Oriente (Lisboa), onde estiveram ao vivo na Antena2, Maio 2021.
    Daniela Tomaz: direção artística, flautas e adufe
    Mariana Fabião: canto
    Sérgio Calisto: viola d’amore a chiavi e moraharpa
    Laurent Sauron: percussão histórica
    José Prata: direção técnica
    Zé Pereira: designer gráfico

  • Extinção de um Planeta / Útrýming Plánetu / Extinction of a Planet

    Extinção de um Planeta / Útrýming Plánetu / Extinction of a Planet

    Svenja Tiger

    Artes Visuais e Curadoria

    Âmbito: O projeto propõe a participação numa residência artística na ArtsIceland, situado em Ísafjörður, Islândia, com vista ao desenvolvimento de uma narrativa cientifico-ficcional. A residência envolve ainda um momento de partilha com a comunidade local em
    forma oficina/open studio/conversa.

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: agosto de 2022

    O projeto Extinction of a planet / Útrýming plánetu propõe a visita a um imaginário extra-terrestre, que pretende situar o nosso espectro sentimental entre a curiosidade e a premonição. Paralelamente, ambiciona ser um confronto pessoal e uma revelação visual, poética, performativa e escultórica sobre os impactos sociais e ambientais no nosso presente e as inquietações que essas transformações provocam no individuo. Como o título sugere trata-se de um momento apocalíptico, obscuro e de revolta, tendo como objetivo a criação de vários objetos, uma curta-metragem e uma série de fotografias analógicas.

    Svenja Tiger é artista visual, performer e figurinista. Nasceu em Berlim, mas vive e trabalha na cidade do Porto desde 2011. Licenciou-se em Figurinos e obteve o mestrado em Artes Plásticas. Na colaboração com outros criadores encontra uma insaciável fonte para a experimentação ilimitada. Participa em múltiplos formatos e eventos em Portugal e além fronteiras, criando trabalhos multidisciplinares que estimulam a imaginação e sugerem outros imaginários.
     
  • My Dear

    My Dear

    Filmes do Gajo

    Artes Visuais e Curadoria

    Âmbito: Estreia do documentário "My Dear" no 65th San Francisco International Film Festival, o mais antigo festival de cinema do continente Americano. 

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: 21 a 1 de maio de 2022

    "My Dear" é um documentário auto-reflexivo sobre a vontade de um jovem realizador expressar a sua própria identidade sexual na Europa. Nascido e vindo da China, Aragon nunca revelou a sua homossexualidade a ninguém no seu próprio país, nem à sua família ou amigos mais próximos. Durante dois anos de estudo e perto do final da sua jornada académica e face à incerteza de conseguir iniciar uma carreira profissional em território Europeu, Aragon está extremamente ansioso por causa da possibilidade de perder a liberdade novamente.

    Filmes do Gajo é uma produtora dedicada ao cinema fundada em 2011 por Mário Gajo e tem apoiado a produção de filmes de vários realizadores em início de carreira. Nos últimos 10 anos, alguns desses filmes conseguiram um percurso internacional invejável com presença em inúmeros festivais internacionais. Foram atribuídos cerca de 60 prémios internacionais aos filmes da produtora. 
    Realizador, Cinematografia, Montagem, Jogo de Sombras Chinesas: Aragon Yao
    Produtor, Cinematografia, Montagem, Sound Mixing: Mário Gajo
  • POROMECHANICS — HAITI

    POROMECHANICS — HAITI

    Catarina Miranda / DIAGONAL ANIMAL

    Artes Performativas

    Âmbito: Desenvolvimento de uma coleção de vídeo-retratos de artistas, submetidos a estados de imersão, em estreita colaboração com a comunidade local da Congregação de Vodoo LAKROU SOUKRI, em Gonaïves no Haiti.

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: de 12 de abril a 1 de maio 2022

    A iniciativa de retratar diferentes artistas, momentos após terem sido induzidos a estados de alteração de consciência, por meio de ativação física e sonora, pretende potenciar a ideia de acesso às suas “caixas negras”, promovendo a ativação do sistema nervoso para-simpático e a aparição do discurso subconsciente. Esta coleção está em contínuo crescimento, no sentido em que o projeto é perspetivado enquanto uma pesquisa de gesto e imagem a longo prazo.

    DIAGONAL ANIMAL é uma Associação Cultural Sem Fins Lucrativos, criada em 2021, com sede no Porto, com o fim de promover o estudo, a investigação, a criação e a apresentação de discursos artísticos, cujos formatos cuzam o espetáculo, as artes performativas, a música, o cinema, as artes visuais e o design de moda, promovendo também o intercâmbio e a colaboração entre criadores, investigadores, agentes, bem como, enFdades culturais, tanto portugueses, como internaconais.


    Direção Artística: Catarina Miranda
    Co-organizador: Emmanuel J. Duogène
    Entidades de Apoio: SOOPA, Congregação de Vodoo LAKROU SOUKRI de Gonaïves/ HaiF, DGARTES (Programa de Internacionalização)
  • RAIA – ARK: conferência performativa

    RAIA – ARK: conferência performativa

    Visões Úteis

    Artes Performativas

    Âmbito: Apresentação de “RAIA – ARK: conferência performativa” na Conferência Internacional “Shifting Centres” promovida pela IFTR – International Federation for Theatre Research em Reiquiavique (Islândia).

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: 

    “RAIA – ARK” é uma “palestra” de carácter performativo, desenvolvida a partir de um projeto de investigação em territórios raianos, e de um mapeamento de “fronteiras” dentro da própria cidade do Porto. Explorando ao vivo as noções de “distanciamento forçado” e “interrupção”, esta conferência-performance convida os espectadores-participantes a partilhar de uma reflexão em torno de conceitos espaciais dicotómicos como centro/periferia, união/divisão, mas também em torno da ideia de transnacionalidade como ato de resistência - em oposição aos discursos extremistas e divisivos contemporâneos.



    Visões Úteis (Porto, 1994) é um projeto colaborativo e pluridisciplinar que se divide entre a criação, programação, investigação, formação e desenvolvimento do território. Conta com mais de 50 trabalhos desenvolvidos em Portugal e no estrangeiro, entre espetáculos de teatro, trabalhos de performance na paisagem e com comunidades, edição de livros, criação e produção de filmes e formatos sonoros.
     Conceção, Texto e Interpretação: Ana Vitorino e Inês de Carvalho
  • Tren Go! Sound System, João Pais Filipe & Talea Jacta – Sailing Stones 2022

    Tren Go! Sound System, João Pais Filipe & Talea Jacta – Sailing Stones 2022

    Pedro Pestana

    Performance e Composição Musical

    Âmbito: O projeto tem por objetivo a realização de três concertos - Tren Go! Sound System, João Pais Filipe e Talea Jacta - e de um workshop - "Visões sobre pedais" - no festival Sailing Stones 2022 em Kef Abed, Tunísia. 

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: maio de 2022

    Pedro Pestana (Tren Go! Sound System) e João Pais Filipe apresentam os seus projectos a solo e em conjunto (Talea Jacta) no festival Sailing Stones 2022 em Kaf Abed, Tunísia. Conhecido por fomentar o intercâmbio cultural e artístico, para além dos concertos, o festival organiza workshops e/ou sessões de gravação com os músicos presentes e artistas locais potenciando diálogo e criação de novos discursos musicais.

    Pedro Pestana toca guitarra e pedais. Com Tren Go! Sound System, desde 2006, Talea Jacta, desde 1016 e 10 000 Russos, desde 2012, edita regularmente e é presença assídua nos palcos europeus nos últimos anos. Faz desenho de som e compõe bandas sonoras para teatro, dança, performance e cinema.
    Pedro Pestana: guitarra, pedais, produção
    João Pais Filipe: percussão
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