Plataforma Municipal de Apoio à arte contemporânea

Porto.

PLÁKA reúne projetos que consubstanciam a política municipal de apoio à prática artística contemporânea no Porto, dando forma às iniciativas Aquisições, Colectivos Pláka, Anuário, Criatório, Shuttle e Inresidence.
Mediando processos de criação, reflexão e investigação em diferentes territórios da arte contemporânea, constitui-se enquanto plataforma de síntese, e análise, de medidas de apoio a artistas e agentes culturais e da sua articulação com a política cultural do município.
A plataforma PLÁKA é uma iniciativa da Câmara do Porto, promovida através do Direção de Arte Contemporânea da Ágora - Cultura e Desporto do Porto, E.M.
 
  • DIREÇÃO DE ARTE CONTEMPORÂNEA



    CÂMARA MUNICIPAL DO PORTO

    Presidente
    Pedro Duarte

    Vereador da Cultura e Património
    Jorge Sobrado

    ÁGORA — CULTURA E DESPORTO DO PORTO, E.M., S.A.

    Presidente do Conselho de Administração
    Rodrigo Teodoro Passos

    Vice-Presidente do Conselho de Administração
    César Vasconcellos Navio

    Vogal Executiva
    Joana Meneses Fernandes

    Secretariado da Administração
    Liliana Santos, Cátia Silva

    DPO
    Filipa Faria

    Diretora de Gestão de Pessoas, Organização e Sistemas de Informação
    Sónia Cerqueira

    Diretor de Serviços Jurídicos e de Contratação
    Sérgio Caldas

    Diretor Financeiro e de Controlo de Gestão
    Jorge Ferreira

    Diretor de Comunicação e Imagem
    Bruno Malveira

    Direção de Manutenção
    João Bastos e Miguel Ivo (Coordenadores)
Porto.

O que são cookies
O cookie é um ficheiro de informação automaticamente colocado nos discos rígidos dos computadores ou dispositivos móveis dos utilizadores, quando estes acedem a certos websites. O cookie identifica o programa de navegação no servidor, possibilitando o armazenamento de informação no servidor, por forma a melhorar as experiências dos Utilizadores.

A informação recolhida respeita as preferências de navegação dos Utilizadores, designadamente a forma como os Utilizadores acedem e utilizam o website e a zona do país através do qual acedem, entre outros, não incluindo, como tal, informação que os identifique, mas meras informações genéricas.
A maioria dos programas de navegação está definida para aceitar cookies, embora seja possível configurar o navegador para recusar todos os cookies ou para indicar quando um cookie está a ser enviado, conforme descrito na informação abaixo. Note-se, no entanto, que se recusar os cookies algumas funcionalidades do website poderão não funcionar corretamente.

Porque é que utilizamos Cookies
O nosso Website utiliza cookies nos termos descritos abaixo e a Ágora é a entidade responsável pelo seu tratamento.

A utilização de cookies visa melhorar o desempenho do nosso Website e maximizar a sua experiência ao navegar no mesmo, nomeadamente permitindo uma navegação mais rápida e eficiente, eliminando a necessidade de introduzir repetidamente as mesmas informações. Esta Política de Cookies explica como o fazemos. Caso tenha alguma dúvida quanto aos termos de funcionamento dos cookies utilizados pela Ágora, envie um email para dpo@agoraporto.pt.

Gestão de Cookies
Todos os browsers permitem ao respetivo utilizador aceitar, recusar ou apagar cookies, nomeadamente através da seleção das definições apropriadas no respetivo navegador. Tenha em atenção, no entanto, que a desativação dos cookies pode afetar, parcial ou totalmente, a sua experiência de navegação no Website. Pode configurar os cookies no menu "opções" ou "preferências" do seu browser.

Para saber mais sobre cookies, visite www.allaboutcookies.org. onde poderá encontrar informações sobre como gerir as suas configurações para os vários fornecedores de navegadores.

Alterações
A Ágora reserva-se no direito de, a qualquer momento, sem necessidade de aviso prévio e com efeitos imediatos, alterar, adicionar, atualizar ou eliminar, parcial ou totalmente, a presente informação sobre cookies.

A lista de cookies será atualizada sempre que necessário, à medida que sejam modificadas as funcionalidades ou serviços disponibilizados através deste Website. Sem prejuízo, durante a referida atualização, é possível que a lista deixe de incluir algum cookie.

O utilizador deve consultar periodicamente esta página para confirmar se foram efetuadas quaisquer atualizações ou alterações.


Cookies utilizados
PHPSESSID Armazena informação essencial relativa à ID de sessão do utilizador, para efeitos de gestão da navegação durante a sessão. Duração da sessão
_ga Este cookie recolhe informação sobre como os utilizadores usam este site, para efeitos analíticos. 2 anos
_gat Este cookie limita a recolha de dados se forem recebidos demasiados pedidos de utilizadores numa página. Alguns pedidos de utilizadores são bloqueados e os resultados são projetados.
10 minutos
_gid Este cookie recolhe informação sobre como os utilizadores usam este site, para efeitos analíticos. 24 horas
cookie_accept Cookie de aceitação dos termos de Cookies 1 ano

Cookies de terceiros
twitter.com Cookies referentes a partilhas de Twitter
google.com Cookies referentes a analytics e publicidade
youtube.com Cookies referentes a videos Youtube presentes no site
vimeo.com Cookies referentes a videos Vimeo presentes no site

Como contactar-nos
Se tem perguntas, comentários ou dúvidas sobre esta Política de Cookies ou outras práticas de tratamento de informação deste Website, entre em contacto connosco através do email dpo@agoraporto.pt.

Shuttle

O programa Shuttle tem como principais objetivos promover internacionalmente a cultura da cidade e o trabalho de artistas, autores e agentes culturais sediados no Porto.

Esta iniciativa visa atribuir bolsas de apoio nas áreas das Artes visuais, Artes performativas, Música e Som, Literatura e Pensamento Crítico e Cinema e Imagem em Movimento.

Com um orçamento total de 100 mil euros, as bolsas de apoio a atribuir variam entre os 1000 e os 7500 euros.

O programa de concurso está aberto em permanência, estando previstas três reuniões de avaliação. A primeira fase de candidaturas termina a 16 de fevereiro, a segunda a 01 de junho, e a terceira a 28 de setembro. 

Júri 2026

  • Júri 2026
  • Bruno Marchand

     
    Bruno Marchand (Évora, 1978) é licenciado em Design de Comunicação (2002), mestre em Estudos Curatoriais pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa (2007) e doutorando em Arte Contemporânea na Universidade de Coimbra. Entre 2009 e 2013 foi programador do Chiado 8 – Arte Contemporânea e, entre 2017 e 2019, integrou a equipa de artes visuais da Associação Zé dos Bois. É programador de artes visuais na Culturgest desde Março de 2020.
  • Claudia Elies

     
    Claudia Elies (Barcelona, 1990) é licenciada em História da Arte pela Universidad de Barcelona e pela Università degli Studi di Bologna, e em Teoria da Arte pela Goldsmiths, Universidad de Barcelona. Foi coordenadora do programa de artes visuais do centro Can Felipa (Barcelona, Espanha) e diretora do festival de arte emergente Art Nou (Barcelona, Espanha). Desde meados de 2025, é diretora do Centre d'Art Contemporani Fabra i Coats (Barcelona, Espanha).
  • Jesse James

     
    Jesse James (Vancouver, 1987) é curador e programador cultural. É licenciado em Turismo e Lazer pela ESTH/IPG, com especialização em Comunicação e Planeamento Cultural, e mestre em Curadoria de Arte pela FCSH / Universidade NOVA de Lisboa. É fundador e diretor artístico da Bienal Walk&Talk e do espaço cultural vaga, projetos da Anda&Fala — estrutura multidisciplinar que cofundou em 2011, nos Açores.
01 / 16
  • PARQUE, editing an archive

    PARQUE, editing an archive

    Luís Pinto Nunes e Luís Albuquerque Pinho / Heart of Glass

    O projeto “PARQUE, editing an archive” visa a internacionalização da publicação PARQUE, Conjunto Habitacional do Luso-Lima 1958–2023, resultado de investigação sobre património imaterial do Porto. Integrado na exposição “World Book Design 2024–25” no Printing Museum Tokyo e em Nara, concretiza-se através de uma comunicação pública centrada na análise editorial e gráfica da obra, promovendo o design de livro enquanto prática crítica interdisciplinar e reforçando a projeção externa da produção cultural portuense, a mobilidade artística e a consolidação de redes institucionais internacionais.


    A Heart of Glass – Associação Cultural é fundada em 2009, e tem por objetivo a promoção de projetos artísticos e culturais, composta por Luís Pinto Nunes e Luís Albuquerque Pinho. A Heart of Glass tem como objeto de ação a produção cultural e a investigação crítica na área da produção artística, curadoria, arquitetura e edição.
    Luís Albuquerque Pinho e Luís Pinto Nunes – Editores
    Akiko Fugimoto – Curadora, Nara Prefectural Library and Information Centre
    Maho Kinoshita – Embaixada de Portugal no Japão, Centro Cultural Português em Tokyo
  • Matéria Espásmica

    Matéria Espásmica

    Vera Mota

    Com o projeto "Matéria Espásmica", Vera Mota investiga as relações entre corpo e matéria, propondo um território onde o escultórico é atravessado pela performatividade. Através da prática expandida do desenho e da escultura, explora processos de transfiguração, transferência e afetação dos materiais, desafiando hierarquias entre distintos corpos — de carne, pedra ou metal. A repetição assume-se como princípio central, cruzando vocabulários do design e da produção industrial com o imaginário biológico. O projeto será apresentado em São Paulo, incluindo uma exposição na Galeria Yehudi Hollander-Pappi, uma residência e o lançamento da monografia "Performing Matters, flesh hues, skeletal forms". 

    Vera Mota (Porto, 1982) vive e trabalha no Porto. É licenciada em Escultura e mestre em Práticas Artísticas Contemporâneas pela FBAUP. Com apresentações públicas regulares desde 2003, o seu trabalho desenvolve-se sobretudo através da escultura, do desenho e da performance, recorrendo a um amplo espectro de materiais. A sua prática centra-se nas políticas do corpo, entendido como metodologia generativa e eixo conceptual.

     
    Vera Mota — artista/autora
    Germano Dushá — texto curatorial
  • THE CITY DOES NOT REMEMBER US | New York, USA

    THE CITY DOES NOT REMEMBER US | New York, USA

    Mariana Maia Rocha

    "THE CITY DOES NOT REMEMBER US", de Mariana Maia Rocha, desenvolve-se em Nova Iorque, no âmbito de uma residência artística na Residency Unlimited, tomando este território como campo crítico onde se tornam evidentes dinâmicas globais de gentrificação, substituição construtiva, invisibilidade do trabalho e apagamento da memória urbana. A proposta articula desenho enquanto prática performativa, escultura e fotografia para operar sobre o espaço construído não como representação, mas como estrutura material em transformação contínua. Superfícies provisórias, andaimes e infraestruturas transitórias são mobilizados como marcadores de instabilidade, permitindo uma leitura situada das políticas do espaço, dos regimes de visibilidade e do direito à cidade. Através deste enquadramento, a prática posiciona-se nos debates contemporâneos sobre memória coletiva, sustentabilidade urbana e transformação do espaço público, inscrevendo-se nos circuitos internacionais da criação contemporânea. 

    Mariana Maia Rocha é artista plástica e investigadora. Bolseira “Gulbenkian Novos Talentos 2023/2024” pela Fundação Calouste Gulbenkian, é atualmente mestranda em Artes Plásticas na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto (FBAUP). Em 2024, é distinguida com uma Bolsa de Doutoramento para estudos no estrangeiro, também pela Fundação Calouste Gulbenkian. Desde 2018, tem vindo a apresentar o seu trabalho em várias exposições individuais e coletivas por todo o país. A sua obra integra diversas coleções públicas e privadas, nomeadamente: Coleção da Universidade do Porto (ICBAS, Arquivo de Desenhos da FAUP e FBAUP), Coleção Millennium BCP, Coleção João Luís Traça, Coleção Fernando Figueiredo Ribeiro, Coleção Ivo Martins, Coleção Rui Magalhães, entre outras.
    Mariana Maia Rocha – Artista Plástica
    Nathalie Anglès – Diretora Executiva
    Data (David) Chigholashvili – Curador
    LuLu Meng – Diretora de Operações
    Mariko Takashima – Gestora de Comunicação e Administradora de Artes
    Giulia Noli – Coordenadora Administrativa e Curatorial
  • Tomar a Palavra em Nosso Nome, Amém!

    Tomar a Palavra em Nosso Nome, Amém!

    Hilda de Paulo

    Este projeto propõe a internacionalização da prática artística de Hilda de Paulo, artista radicada na cidade do Porto, através da sua participação na exposição “As grandes liberdades”, no Centro Cultural UFG (Goiânia, Brasil). A iniciativa inclui a realização da palestra "Tomar a Palavra em Nosso Nome, Amém!", em torno dos seus processos de criação, abordando arte, memória, arquivo e visibilidade trans. O projeto procura ampliar a circulação internacional de um trabalho desenvolvido no Porto, fortalecendo redes de interlocução entre Portugal e Brasil, e contribuindo para debates contemporâneos nas artes.

    Hilda de Paulo é artista, curadora, pesquisadora e escritora radicada no Porto. Desenvolve uma prática transfeminista e transdisciplinar entre artes visuais, performance e escrita, abordando gênero, memória e pertencimento. Doutoranda na Universidade do Porto, integra acervos e exposições no Portugal e no Brasil.
    Artista-palestrante — Hilda de Paulo
    Curadoria — Paulo Duarte-Feitoza
    Centro Cultural UFG, Goiânia-GO, Brasil

    Créditos da imagem: Hilda de Paulo, "Como vai você, Sr. Curador?", 2025. Fotografia de EstúdioEmObra
  • Painel | de tão pouco, tanto

    Painel | de tão pouco, tanto

    Flávio Rodrigues

    O projeto "Painel | de tão pouco, tanto", Flávio Rodrigues, consiste numa ação performativa processual que utiliza uma série de telas de diferentes dimensões como suporte para intervenções com objetos, desenho e gestos. Parte de caminhadas e derivas pelos contextos onde a ação acontece, que funcionam como ponto de partida para a recolha de estímulos, materiais e narrativas, posteriormente incorporados na construção do painel. O projeto foi apresentado inicialmente no Corpo + Cidade / Festival DDD e será agora apresentado em três contextos internacionais: Live Art Ireland (Irlanda), Bergen International Performance Festival 2026 (Noruega) e DDD Kunst House, em Yerevan (Arménia).

    Flávio Rodrigues (1984, Arcozelo). É artista e, desde 2006, desenvolve um trabalho situado na interseção entre o desenho, o gesto, a performance arte, a instalação e a escultura, concebendo estes meios como territórios férteis de ação e pensamento. Desde o seu primeiro projeto autoral, em 2006, tem apresentado criações em diversos contextos e colaborações, incluindo o Festival da Fábrica / Teatro Helena Sá Costa (Porto), Galeria Appleton (Lisboa), Mandala Festival (Wrocław, Polónia), Acción Spring(t) (Madrid, Espanha), Sofia Underground Festival / Toplo Centrala (Sofia, Bulgária), Starptelpa/Kino Bize (Riga, Letónia), Arte Total (Braga) e Lake Studios (Berlim, Alemanha). Participou em várias residências artísticas, entre as quais "Reclamar Tempo – primeira edição", nos Estúdios Campus PCS (Porto); "Projeto Tijolo", pelas Oficinas do Convento (Montemor-o-Novo); Museu Bordalo Pinheiro (Lisboa); Les Repérages (Lille e Rio de Janeiro); e ADA – Artistic Dynamic Association (Viena, Áustria). Em 2024 foi artista representado pela Bienal de Cerveira. Em 2026 desenvolveu um projeto processual em residência de criação e pesquisa na CACAU Cultural & Roça São João, em São Tomé e Príncipe.

    Performance de Flávio Rodrigues
    Co-produção — Balleteatro
    Apoio à criação — Fundação GDA

    Créditos da imagem: Susana Neves
  • Countour Biennalle 11

    Countour Biennalle 11

    Mariana Caló e Francisco Queimadela

    Este projeto visa a participação dos artistas Mariana Caló e Francisco Queimadela na 11ª edição da Contour Biennale, com curadoria de Sofia Lemos, que decorrerá entre 4 de setembro e 1 de novembro de 2026, em Mechelen, Bélgica, prevendo a apresentação de um conjunto de obras na Kunsthalle Mechelen, explorando diferentes domínios e expressões transversais à sua prática artística. 

    Mariana Caló e Francisco Queimadela licenciaram-se em Pintura e colaboram enquanto dupla desde 2010. A sua práctica é desenvolvida através de um uso privilegiado da imagem em movimento tanto através da realização de filmes, como na intersecção com ambientes instalativos e site-specific, em conjugação com desenho, pintura, fotografia ou escultura. O interesse pelo diálogo entre o biológico, o vernacular e o cultural são elementos recorrentes no seu trabalho artístico.
    Mariana Caló e Francisco Queimadela — Artistas
    Sofia Lemos — Curadora
    Martina Elorduy — Assistente Curatorial
    Heidi Ballet — Directora
    Daphné Charitos — Coordenadora de Projecto

    Countour Biennalle 11

    Créditos da imagem: Dinis Santos / Galeria Municipal do Porto
  • Primal Light

    Primal Light

    Mónica Baptista

    Este projeto de internacionalização tem como foco uma viagem por terra e mar entre Porto e Lyssarea (Grécia), composto por três momentos: a participação no Temenos – Eniaios 2026, o lançamento da publicação SPECTRAL e uma investigação em torno do conceito de “Primal Light”. O projeto visa consolidar redes de afeto e profissionais, promover a circulação da publicação e fortalecer a presença da prática artística do Porto no cinema experimental europeu. 

    Mónica Baptista (Porto, 1984) é artista visual e trabalha com cinema, instalação, som e fotografia, com especial foco nos processos analógicos. A sua prática desenvolve-se entre o Porto e contextos internacionais de residência. É cofundadora da Cooperativa LAIA e do Laboratório da Torre. O seu trabalho tem sido apresentado internacionalmente, em festivais de cinema, galerias e instituições de arte contemporânea. 
    Mónica Baptista — Artista

    Créditos da imagem — Dinis Santos
  • Nature Fictions

    Hugo de Almeida Pinho

    Este projeto tem como objetivo a apresentação de "Nature Fictions" no contexto da exposição "Dissident Bodies" na D21 Kunstraum Leipzig (Alemanha), que explora temas como hibridização, pós-humanismo e experiências de exclusão. "Nature Fictions" é uma performance duracional, de Hugo A que reflecte criticamente sobre o corpo contemporâneo como território híbrido, moldado por tecnologia e ritmos artificiais. Através de movimentos lentos e presença ambígua, esta performance num fato "second skin" e com óculos "light therapy" evoca uma natureza artificializada e questiona identidade e corporeidade. Entre humano e não-humano a obra propõe o corpo como ficção mutável.

    Hugo de Almeida Pinho (Ovar, 1986) é artista e investigador. Tem um mestrado em Media Art e Media Philosophy pela Staatliche Hochschule für Gestaltung HfG/ZKM Karlsruhe como bolseiro FC Gulbenkian (2020-2022). É Licenciado em Artes Plásticas - Pintura pela FBAUP Porto e pela Marmara Üniversitesi Istambul (2012). Realizou as residências artísticas internacionais em diferentes cidades europeias. Expõe regularmente desde 2008. É editor dos seguintes livros Under the Ground publicado pela Archive Books (Berlim 2025); Sun Burn publicado pela Mousse Publishing (Milão 2024); Paradox of Plenty publicado pelos Atlas Projectos (Berlim 2021), que envolvem reflexões sobre certas relações críticas entre o humano, a tecnologia e a natureza, e que a par de ensaios visuais da sua autoria têm a inclusão de diversos ensaios escritos inéditos de autores nacionais e internacionais.
     
  • Meaning Mining: Research on Systems of Production

    Inês Leal

    “Meaning Mining: Research on Systems of Production” é um projeto artístico de Inês Leal, a desenvolver na Residency Unlimited (RU) em Brooklyn, Nova Iorque, entre setembro e novembro de 2026, explora a relação entre dispositivos de visualidade e extrativismo material, reinscrevendo o mineiro na cadeia produtiva da imagem. Ao operar sobre a imagem como matéria performática e intensiva, a investigação propõe a figura do mineiro como vetor crítico para repensar o trabalho e a potência das imagens. O projeto conta com o apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD).

    Inês Leal é artista e investigadora. A sua prática ensaística questiona sistemas de perceção e a agência do movimento através de instalações multidisciplinares. Mestre em Cinema e licenciada em Design de Comunicação, desenvolve uma investigação que articula práticas de trabalho e de imagem. Expõe regularmente desde 2021 em espaços como Culturgest, CIAJG, GMP, gnration e La Casa Encendida.
    Artista em Residência: Inês Leal
    Diretora Executiva: Nathalie Anglès
    Curador: Data Chigholashvili
    Diretora de Operações: LuLu Meng
    Gestora de Comunicação e Administradora de Artes: Mariko Takashima
    Coordenadora Administrativa e Curatorial: Giulia Noli
  • Sexo e Morte: entre estados libidinais e liminares

    Sexo e Morte: entre estados libidinais e liminares

    AURA

    "Sexo e Morte: entre estados libidinais e liminares” é um díptico performativo imersivo composto por duas experiências 1-a-1 que exploram as relações entre desejo, intimidade, morte e ritual, recorrendo à performance, instalação, realidade virtual e inteligência artificial. O projeto irá circular em formatos adaptáveis em contextos internacionais, com apresentações em 2026 nos Estados Unidos e nos Países Baixos, e prevê expansão em 2027 para a Geórgia, Reino Unido, Alemanha e Suécia, reforçando a internacionalização da equipa artística, a visibilidade da criação contemporânea portuense e o desenvolvimento de redes de colaboração com instituições e profissionais internacionais.

    AURA é artista transdisciplinar e programadora da Asterisco. O seu trabalho foi apresentado no Teatro Municipal do Porto, Galerias Municipais de Lisboa, Bienal de Arte Contemporânea da Maia, The Place, Nottingham Contemporary, Centre for Live Art Yorkshire, Stockholm Fringe Festival, schuur, Derida Dance Center, entre outros. Possui mestrado em Performance Making pela Goldsmiths, pós-graduação em Gestão Cultural e Sustentabilidade pela FLUC e licenciatura em Artes Plásticas e Intermédia pela ESAP e ASP Gdańsk. 
    Fotografia: Sofia Calvet
  • Palestine. Here and There

    Em solidariedade com a reivindicação de autonomia e liberdade do povo palestiniano e a exigência do fim da ocupação colonial da Palestina por Israel, Paula Parente Pinto convidou a artista Ahlam Shibli a apresentar o trabalho que tem vindo a desenvolver sobre a reconstrução da identidade palestina nesse contexto de ocupação e militarização que provocou o êxodo do seu povo e constitui a principal causa do conflito árabe israelita. Exemplar do valor da ação na esfera cultural, Palestine. Here and There [Palestina. Aqui e ali] resulta do convite que Ahlam Shibli estendeu a Aref Massalha, Fatma Hassona, Mohamed Harb, Monther Jawabreh e Rehaf Al Batniji para sublinhar a importância de chamar a atenção mundial para novas e diferentes narrativas sobre os direitos do povo palestiniano e reivindicar a mudança como um sinónimo da sua resistência. Depois de apresentada na Rampa, Porto, em 2025, a exposição “Palestine. Here and There” será exibida na BLACK ART, em Nápoles, entre 22 de janiero e 9 de maio de 2027.


    Paula Parente Pinto é Doutorada em Estudos Visuais e Culturais na Universidade de Rochester, Nova Iorque. É curadora independente desde 2010, e durante a pandemia Covid 19 criou o website performingthearchive.com e fundou o Performing the Archive (Porto), espaço aberto de trabalho, um manifesto sobre a forma como o arquivo pode ser dinamizado com o objetivo de refletir futuros usos e novas abordagens críticas sobre os suportes e práticas artísticas, bem como as revoluções que deles emanam.

    Artistas: Ahlam Shibli, Monther Jawabreh, Fatma Hassona, Aref Massalha, Rehaf Al Batniji, Mohammed Harb
    Curadoria: Paula Parente Pinto
    Produção: Andrea Aragosa 
  • f i o ^

    f i o ^

    Inês Campos

    “fio ^”, de Inês Campos, é uma viagem íntima pelos recantos mais profundos das nossas cabeças, debruçando-se sobre as narrativas e os diálogos internos e sobre o modo como moldam a nossa forma de ler a vida. Numa procura de palavras-imagens que são chaves para entender momentos e expectativas da nossa história, o espetáculo cruza dança, teatro visual, música e dispositivos de ilusão cénica. "fio ^" será adaptado e apresentado no Festival MARTO / Scène Nationale de Malakoff, em Paris, a 11 e 12 de março de 2027, reforçando a sua difusão em França.

    Inês Campos, artista cujo trabalho envolve dança, cinema, música e artes plásticas, explora a relação entre o corpo e o seu lugar simbólico, num imaginário de realismo mágico. Com a sua última criação, "fio ^", recebeu o prémio SPA de Melhor Bailarina. É cofundadora das bandas Sopa de Pedra e Tigre e atualmente desenvolve seu trabalho como atriz no cinema.
    Criação e interpretação: Inês Campos
    Música: João Grilo
    Luz: Mariana Figueroa
    Som: Frederico (Quico) Serrano
    Maquinaria de cena: Frederico Godinho e Igor Pitela
    Figurino: Marta Figueroa
    Apoio à dramaturgia e Texto: Marta Figueroa
    Olha e Escuta: Pietro Romani
    Difusão (França): Mariana Rocha
    Produção e gestão: Rita Maia

    Fotografia: João Otávio Peixoto
  • Frattura

    Frattura

    Tales Frey

    A exposição “Frattura”, a decorrer no Espazio Marameo, em Florença, entre novembro e dezembro de 2026, apresenta um conjunto de obras que exploram o corpo como matéria instável, atravessada por tensões entre desejo, estética e normatividade. Através de escultura, fotografia e intervenção/pintura, o projeto investiga processos de fragmentação e reconfiguração do corpo, propondo uma reflexão crítica sobre regimes de beleza, performatividade de género e possibilidades de transformação num contexto expositivo íntimo e experimental.

    Tales Frey é artista transdisciplinar representado pela Galeria Verve (São Paulo) e Shame Gallery (Bruxelas) e, também, integra o Re.stance (New York City), uma plataforma cultural dedicada à intersecção entre moda, arte, sustentabilidade e práticas comunitárias. As suas criações foram apresentadas no The Kitchen e Judson Memorial Church (EUA), Musée des Abattoirs (França), Museo d’Arte Contemporanea di Roma (Itália), Centro Municipal de Arte Helio Oiticica (Brasil), Akureyri Art Museum (Islândia), TSB Bank Wallace Arts Centre (Nova Zelândia), MIS São Paulo (Brasil), Galeria Labirynt (Polónia), Defibrillator Gallery (EUA). Possui obras em acervos públicos e privados, entre os quais se destacam: Akureyri Art Museum (Islândia), Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Museu Bienal de Cerveira, Coleção Municipal de Arte do Porto (Portugal), MUNTREF (Buenos Aires, Argentina), Pinacoteca João Nasser, Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte de Goiânia e Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (Brasil), Central Museum of Textiles (Polónia).

     
    Criação: Tales Frey
    Organização: Corso Zucconi
    Produção executiva: Tenda de Saias

    Fotografia: Bruno Lansa
  • Serra Juntas Borda d'Água

    Serra Juntas Borda d'Água

    Reina del Mar

    "Serra Juntas Borda d'Água" é uma pesquisa artística que investiga as relações entre desorientação contemporânea, escuta e território, partindo dos imaginários subterrâneos (naturais e urbanos). A apresentação da pesquisa Serra Juntas Borda d'Água no espaço Materia Abierta, na Cidade do México, tem como objetivo inserir o projeto num contexto internacional de investigação e criação, em diálogo direto com as práticas sonoras desenvolvidas nas cavernas pré-hispanicas Cuahyacac-Tecamponatitla.

     

    Reina del Mar cruza a sua prática artística e curatorial com metodologias de hackeamento cultural, escrita, imagem em movimento, programação artística e criação de sonoplastias e outras viagens sonoras. Investiga o potencial da escuta ativa como prática feminista e de influência na criação e desenvolvimento de entre-ajuda e afetos. Investiga o impacto do digital e do hiperestímulo na desorientação, construção, fragmentação e controlo de identidades.
     
    Composição Sonora e Curadoria: Reina del Mar
    Apoio de Residência: Materia Abierta
    Apoio de Comunicação: Radio Drama Cine-Bar
  • O que Ouvimos

    O que Ouvimos

    Eunice Pais

    “O que Ouvimos” é uma investigação artística sobre as ecologias do Atlântico Norte e as relações entre humanos e mais-que-humanos, tomando a alga como corpo de transferência entre Apúlia, Portugal, e Cobh, Irlanda. O projeto procura investigar como ecologia, memória, deslocação e circulação se articulam através das infraestruturas marítimas, questionando narrativas antropocêntricas sobre o oceano. A ação realiza-se através de uma residência artística no Sirius Arts Centre, onde serão desenvolvidos trabalhos de imagem em movimento, fotografia, som e práticas de escuta e narrativa especulativa, culminando numa exposição em Cobh.

    Eunice Pais é uma artista multidisciplinar. A sua prática cruza imagem em movimento, fotografia, som, escultura e instalação, explorando ecologias marítimas, memória, trabalho e relações entre humanos e mais-que-humanos através de abordagens especulativas. Em 2026, apresentou Pele do Mar na Galeria Municipal do Porto e participou em Wild Waters, na Framer Framed, em Amesterdão. O seu projeto Sargassum é atualmente apoiado pela DGArtes.

     Artista / Autora e responsável pela direção artística, investigação, produção e realização do projeto:
    Edição de imagem e som / Masterização e finalização sonora: a definir
  • Chimeras Fest (Arraial de Quimeras) – Workshop Critical Costume 2026

    Chimeras Fest (Arraial de Quimeras) – Workshop Critical Costume 2026

    Inês de Carvalho e Ana Vitorino / Visões Úteis

     A mais recente criação do Visões Úteis, “Arraial de Quimeras”, revisitou 30 anos de arquivo para desenhar uma “exposição performativa” em torno do poder e agência do figurino, numa parceria com a Casa de São Roque e com o apoio da Programa Criatório da Câmara Municipal do Porto. A partir desta criação, Inês de Carvalho e Ana Vitorino desenharam um workshop que propõe partilhar a experiência do projeto, as reflexões levantadas e as possibilidades de (re)construção e (re)interpretação a partir das mesmas materialidades. Este workshop foi convidado a integrar a programação da Conferência Internacional “Critical Costume 2026” em setembro de 2026, no London College of Fashion da University of the Arts London.






    O Visões Úteis é um projeto artístico pluridisciplinar, de origem teatral, fundado no Porto em1994, e atualmente residente na freguesia de Campanhã. Ao longo da sua História, criou, produziu e apresentou em Portugal e no estrangeiro mais de uma centena de espetáculos de teatro, trabalhos de Performance na Paisagem, Performances em Comunidade, filmes, livros, festivais e encontros.

    Direção artística e criação: Inês de Carvalho
    Consultoria de arquivo e criação: Ana Vitorino
    Confeção das Quimeras: Inês de Carvalho e Nuno Queirós
    Desenho de som: Vasco Zentzua
    Coordenação de produção: Cláudia Alfaiate
    Produção executiva: Margarida Barreiros Feijó
    Produção: Visões Úteis

    Fotografia: Sara Allen