Plataforma Municipal de Apoio à arte contemporânea

Porto.

PLÁKA reúne projetos que consubstanciam a política municipal de apoio à prática artística contemporânea no Porto, dando forma às iniciativas Aquisição, Colectivos Pláka, Anuário, Criatório, Shuttle e Inresidence.
Mediando processos de criação, reflexão e investigação em diferentes territórios da arte contemporânea, constitui-se enquanto plataforma de síntese, e análise, de medidas de apoio a artistas e agentes culturais e da sua articulação com a política cultural do município.
A plataforma PLÁKA é uma iniciativa da Câmara do Porto.
 
    • EQUIPA
       
      Presidente da Câmara do Porto
    • Rui Moreira

      Diretora Executiva
      Sílvia Fernandes

    • Coordenador de Programação
      Nuno Rodrigues

    • Gestora de Projeto
      Ana Brito

    • Coordenador de Comunicação e Edição
      Tiago Dias dos Santos

      Comunicação e Mediação de Públicos
      Diana dos Reis

    • Assistente Administrativa
      Cláudia Almeida

    • ÁGORA – CULTURA E DESPORTO, E.M.
      Presidente do Conselho de Administração
      Catarina Araújo

    • Administradores Executivos
      Ana Cláudia Almeida
      César Navio
       
    • Diretora Geral da Unidade Orgânica da Cultura
      Francisca Carneiro Fernandes
       
    • Diretor de Comunicação e Imagem
      Jorge Rodrigues
    •  
    •  
    •  

    •  
Porto.

Aquisições

A submissão de propostas de compra direta de obras a artistas e coletivos artísticos decorre entre os dias 1 e 15 de abril de 2021. Para mais informações consultar o Guia de Compra a Artistas.

O projeto Aquisições tem como principais objetivos dinamizar a Coleção Municipal de Arte e valorizar o património artístico do Porto, documentando a memória da prática artística da cidade através da aquisição de novas obras.
Com frequência anual, o processo de aquisições decorre com base num comité de seleção independente, composto por especialistas em diferentes domínios da arte contemporânea nomeado para cada edição, e contempla duas modalidades distintas:
  • Aquisições mediante recomendações realizadas ao município pelo comité de seleção que acompanha e avalia projetos artísticos apresentados em contexto de galeria ao longo do ano, partindo de um orçamento de 100 mil euros;
  • Aquisição direta de obras através da submissão de sugestões por parte de artistas e coletivos artísticos sediados na cidade, e consequente avaliação do comité de seleção, com base num orçamento de 50 mil euros.
As obras de arte adquiridas serão integradas nas reservas municipais, onde futuramente poderão ser visitadas. 

Comité 2021

  •  
  • Eduarda Neves

     
    Eduarda Neves é licenciada em Filosofia e doutorada em Estética. É curadora independente e autora de vários artigos e livros sobre arte contemporânea. A sua atividade de investigação e curadoria articula os domínios da arte, filosofia e política. Colabora regularmente com a revista de arte Contemporânea. No biénio 2019-2020, integrou a Comissão para a Aquisição de Arte Contemporânea do Estado Português. Atualmente, é professora e diretora da Escola Superior Artística do Porto (ESAP).
  • João Sousa Cardoso

     
    João Sousa Cardoso é doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Paris Descartes (Sorbonne). Em 2015, aquando da reabertura do Teatro Municipal do Porto, dirigiu o projeto TEATRO EXPANDIDO!, que atravessou a dramaturgia do século XX, levando à cena onze peças em doze meses. Em 2019, encenou Sequências Narrativas Completas, no Teatro Nacional D. Maria II. Em 2020, publicou Sequências Narrativas Completas e A Espanha das Espanhas. Atualmente, é consultor do Museu da Cidade do Porto e professor universitário. Escreve regularmente para o jornal PÚBLICO.
  • Pedro de Llano

     
    Pedro de Llano é historiador de arte e curador. A sua investigação centra-se nas áreas da arte conceptual e pós-conceptual. Entre as suas diversas exposições, destacam-se El medio es el museo (2008), La ballena negra (2012) e Maria Thereza Alves: o longo caminho para Xico (2015). Em 2013 colaborou com Mauro Cerqueira no livro Caldeireiros e, atualmente, está a trabalhar na retrospectiva do argentino David Lamelas, que será inaugurada no Centro Galego de Arte Contemporânea (CGAC) este ano. Foi professor na Faculdade de Belas Artes do Porto (FBAUP) e, atualmente, é professor do Departamento de História da Arte da Universidade de Santiago de Compostela.
     
01 / 29
    • Perdição

    Perdição

    António Lago

    2015 


    Instalação com som, desenho de luz, móveis (tapete, cadeira e mesa), papel, estrutura em madeira suspensa com telhas e caveira


    Sugerida por:
    Eduarda Neves, João Sousa Cardoso e Pedro de Llano
     António Lago concluiu o curso de Interpretação, na Academia Contemporânea do Espectáculo, no Porto em 1993 e o curso de Encenação, Dramaturgia e Interpretação na École International de Théâtre Jacques Lecoq, em Paris em 1995. Dirigiu a disciplina de Movimento na Academia Contemporânea do Espectáculo, no ano letivo de 1995/96, os Ateliers de Movimento do Curso de Iniciação Teatral no TUP em 1996, e orientou o workshop de “Clown” no TUM em 1996.
    Participou em diversas performances, das quais se destacam “Lightning”, “Nouvelles Aventures”, “Grito de Socorro”, “Concerto Brandenburguês”, e em diferentes encenações teatrais, tais como “Carícias” de Sergi Belbel, com encenação de Paulo Castro, “Liberdade em Bremen” de Rainer Werner Fassbinder, com encenação de Júlio Cardoso, “Antigos Mestres” de Thomas Bernhard, no Museu da Imprensa, “A Hora Em Que Nada Sabíamos Uns Dos Outros” de Peter Handke, com encenação de José Wallenstein, “Visitantes” de Botho Strauss, “WSB” de William S. Burroughs, “(White) noise”, inserida no projeto “Dia e Vento”; “Copy.Paste” de Paulo Mendes e João Galante, inserida no projecto “Elogio da Loucura”; “D. Juan em Sua Companhia” de Regina Guimarães; “A Força do Hábito” de Thomas Bernhard; “Noises”, inserida no projeto “Arritmias".
    • Fetischismus I

    Fetischismus I

    Carla Castiajo

     2018


    Cabelo humano, couro, tecido, prata oxidada
    65x16x2,5 cm


    Sugerida por:
    Eduarda Neves, João Sousa Cardoso e Pedro de Llano
    Carla Castiajo licenciou-se em Arte e Design, em 2003, na Escola Superior de Arte e Design (ESAD), em Matosinhos. Concluiu o mestrado em Belas-Artes, em 2006, na Konstfack, em Estocolmo, Suécia. Finalizou o doutoramento, em 2016, na Estonian Academy of Arts, Tallinn, Estónia. O tema da sua pesquisa artística foi Purity or Promiscuity? Exploring Hair as a Raw Material in Jewellery and Art. Lecionou em diversas universidades em diferentes países, como a Beaconhouse National University, em Lahore, Paquistão, a Oakham School, em Oakham, Inglaterra, a Escola Superior de Arte e Design, em Matosinhos, Portugal, a Estonian Academy of Arts, em Tallinn, Estónia, e a Academy of Fine Arts and Design, em Bratislava, Eslováquia. O seu trabalho tem sido apresentado em diversas exposições em diferentes países.
    Carla Castiajo cruza no seu trabalho as áreas de arte e joalharia. Nos últimos anos, tem utilizado muitas vezes o cabelo humano/pelo como material. Recorre a diferentes meios ou materiais, para expressar as suas ideias.
    • Gentrifornication

    Gentrifornication

    Carla Filipe

    2016-2019


    Técnica, Impressão Serigrafia, tinta acrílica, spray acrílico sobre tecido
    348cm x 156cm 

    Sugerida por:
    Eduarda Neves, João Sousa Cardoso e Pedro de Llano


    Créditos fotográficos: Marco Pires, cortesia da Galeria Francisco Fino
    Carla Filipe nasceu em 1973. Vive e trabalha na cidade do Porto. É licenciada em Artes Plásticas-Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Foi cofundadora dos espaços Salão Olímpico (2003-2005) e O Projecto Apêndice (2006), ambos no Porto. Em 2009, recebeu uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para uma residência nos Acme Studios, em Londres. Realizou também residências na AIR Antwerpen (Antuérpia, 2014), na Robert Rauschenberg Foundation (Captiva, Florida, 2015) e na Krinzinger Projekte (Viena, 2017).
    Conta no seu currículo com a participação em diferentes exposições coletivas e individuais, das quais, mais recentemente, se destacam: “Ressaca/ Hangover+ Be Part of Chaos” (texto de Carolina Grau, Galeria Francisco Fino, Lisboa, 2020); “Amanhã não há Arte” (curadoria João Mourão e Luís Silva, Maat, Lisboa, 2019); “Comer papel mastigado – o desejo de compreender o velho continente para cuspir a sua história” (Solo Project na Zona Maco Sur Art Fair, Galeria Murias Centeno, curadoria de João Mourão e Luís Silva, Cidade do México, México, 2015); “Harbour of Antuérpia: cruzamentos históricos (curadoria Allan Quireyns, Air Traces, Antuérpia, Bélgica; 2014);“Não fechar, voltamos todos os dias” (texto de João Mourão e Luís Silva, Solar – Galeria de Arte Cinemática, Vila do Conde, Portugal, 2014); e “da cauda à cabeça” (curadoria de Pedro Lapa, Museu Coleção Berardo, Lisboa, 2014).
    • Livro de artistas - Baixela

    Livro de artistas - Baixela

    Colectivo Rua do Sol

      2016


    42 pratos cerâmicos serigrafados
    Edição de 5 exemplares



    Sugerida por:
    Eduarda Neves, João Sousa Cardoso e Pedro de Llano
    O Colectivo Rua do Sol desenvolve desde 2013 uma atividade constante de programação e intervenção artística na cidade do Porto. Inicialmente situado num antigo armazém da Rua do Sol, o coletivo (atualmente constituido pelos artistas plásticos José Oliveira, Luísa Abreu, Vítor Israel, Gonçalo Araújo, Joana Ribeiro, Miguel Ângelo e Sílvia Sousa, está agora sediado no edifício do Círculo Católico de Operários do Porto (CCOP) onde se apresenta como uma plataforma para a criação e programação interdisciplinar. A sua ação divide-se entre a produção pessoal e colectiva realizada nos estúdios do segundo andar do edifício do CCOP, e a intervenção na esfera pública através dos diferentes tipos de iniciativas organizadas regularmente na Galeria do Sol, um espaço expositivo multidisciplinar.
    A cohabitação das dinâmicas de produção cultural regida de forma independente e auto-organizada, num contexto alargado de associativismo, promove diariamente um ambiente de partilha que fortalece os laços de comunidade e o fluxo pluralista de ideias. O trabalho artístico desenvolvido enquanto colectivo artístico tem sido apresentado em exposições individuais e coletivas, dentro e fora do país, em lugares como a Bienal da Maia (Maia, 2015), Galerie La Permanence (Clermont Ferrand, 2013), Marselha Capital Europeia da Cultura, Last Call - A Group Exhibition Presented by Concrete (Banguecoque, 2014), Projecto Ao Monte (Porto, 2016), Carbone Biennial (Saint-Etienne, 2020) e Galeria Ocupa (Porto, 2021). 
    • Desgastar em Pedra #4

    Desgastar em Pedra #4

    Dalila Gonçalves

     2019


    Lixas e a areia removida das mesmas
    130 x 80 cm



    Sugerida por:
    Eduarda Neves, João Sousa Cardoso e Pedro de Llano
     Dalila Gonçalves nasceu em 1982, em Castelo de Paiva. Vive e trabalha no Porto. É licenciada em Artes Plásticas-Pintura pela FBAUP (2005) e Mestre em Ensino de Artes Visuais pela FBAUP e FPCEUP (2009). Concluiu, na mesma universidade, o primeiro ano do Doutoramento. Em 2008 foi selecionada para a II edição do Curso de Fotografia do Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística. Entre 2010 e 2011 trabalhou em Barcelona no atelier do artista plástico Ignasi Aballí como bolseira do programa Inov-art. Foi artista em residência no Programme KulturKontakt, Viena, Áustria (2017); na Residência Inclusartiz (Rio de Janeiro 2014); na Residência Pivô- Arte e Pesquisa (São Paulo 2018) e Fundación Marso, (México DF 2020).
    Expõe regularmente em instituições e galerias em diferentes países da Europa, da América do Sul e EUA, países onde está representada em coleções públicas e privadas. Apresentou o seu trabalho na Arco Madrid (soloproject); Zona MACO, México (soloproject); ArcoLisboa; ArteRio e SPArte (soloproject) Brasil; ArtBO, Colômia; ArtLima- Perú; Vienna Artfair, Áustria; Artíssima, Itália; Untitled Miami (USA), entre outras.
    • Knife and Wound

    Knife and Wound

    Filipe Marques

     2018


    12 projeções em simultâneo
    Dimensões variáveis


    Sugerida por:
    Eduarda Neves, João Sousa Cardoso e Pedro de Llano


    Créditos Fotográficos: Rui Apolinário
     Filipe Marques nasceu 1976 em Vila do Conde. Formou-se na Faculdade Belas Artes da Universidade do Porto e na Kunstakademie em Düsseldorf. O seu trabalho, apresentado em exposições individuais e coletivas em Portugal e no estrangeiro, desenvolve-se a partir de teorias dos filósofos modernos que problematizam o humanismo.
    • Slow Violence

    Slow Violence

    Hugo de Almeida Pinho

     2019


    Dupla projeção de slides, 2 projetores carrousel, 70 slides, negativo-cor 35mm, temporizador, estrutura em alumínio, mdf, pvc e cobre ed. 2 + PA
    127 x 58 x 58 cm


    Sugerida por:
    Eduarda Neves, João Sousa Cardoso e Pedro de Llano


    Créditos Fotográficos: Roi Alonso com a cortesia da Fundación DIDAC (2019) 2019

    Hugo de Almeida Pinho nasceu em Ovar, em 1986. Licenciado em Artes Plásticas - Pintura pela Faculdade de Belas Artes, Universidade do Porto (2012) e pela Güzel Sanatlar Fakültesi, Marmara Üniversitesi em Istambul (2010), é mestrando em Media Arte na Staatliche Hochshule für Gestaltung Karlsruhe (HfG) com bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian (2020/21). Entre as residências artísticas em que participou mais recentemente destacam-se as realizadas na Künstlerhaus Bethanien 2018/19 (Berlim) com bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian e na Cité Internacionale des Arts 2019 (Paris) com bolsa do Institut Français e Centre Culturel Portugais/Camões.
    Tem apresentado o seu trabalho em exposições coletivas e individuais e o seu trabalho está representado em diferentes coleções particulares e institucionais. Recentemente foi cocurador dos ciclos de filmes de artista e cinema experimental "Out Off Nature" no Arsenal – Institut für Film und Videokunst (Berlim, 2019) e "Under the Ground" na Galeria Quadrum e Cinema de São Jorge (Egeac, Lisboa 2020). 
    • Câmbio de 20 moedas da J.O. Câmbios + oferta de 20 flyers informativos

    Câmbio de 20 moedas da J.O. Câmbios + oferta de 20 flyers informativos

    José Oliveira

     2018-2021


    Câmbio de 20 moedas da J.O.Câmbios + oferta de 20 flyers informativos
    Dimensões variáveis, estanho e cobre


    Sugerida por:
    Eduarda Neves, João Sousa Cardoso e Pedro de Llano
     José Oliveira nasceu em Braga, em 1986. Vive e trabalha na cidade do Porto. Licenciou-se pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto em Artes Plásticas-Pintura e realizou o Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas pela mesma faculdade. É cofundador da Galeria Painel, do colectivo Rua do Sol sediado no Porto, e membro da direção do CCOP, onde é responsável pela área cultural. Atualmente trabalha com Joana Ribeiro no Café CCOP, como empregado de mesa e chefe da cozinha Leosandro Vincitelli. Juntamente com Rick Lins fundou e dirige o Cabaré Brutal. No seu trabalho artístico tem vindo a desenvolver propostas que abordam questões relacionadas com o mundo laboral, questionando, nos seus trabalhos mais recentes, o conceito de produção artística e respetiva valorização.
    • alheava _ a maresia do nome

    alheava _ a maresia do nome

    Manuel Santos Maia

     2017


    Instalação com fotografia, impressão sobre papel e foco de luz
    Dimensões variáveis


    Sugerida por:
    Eduarda Neves, João Sousa Cardoso e Pedro de Llano
     Manuel Santos Maia nasceu em Nampula, Moçambique, em 1970.
    Vive e trabalha no Porto. É licenciado em Artes Plásticas - Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e doutorando em Artes Plásticas e Artes Visuais pela Universidade de Vigo.
    Expõe regularmente desde 1999, estando representado em diversas coleções institucionais e particulares.
    Contemplando diversas práticas artísticas, como a instalação, a fotografia, a pintura, o vídeo, a performance, o teatro e o som, a obra de Manuel Santos Maia tem sido apresentada em diferentes países como Estados Unidos da América, Inglaterra, França, Bélgica, Alemanha, Áustria, Itália, Grécia, Espanha, Noruega, Brasil, Uruguai, Macau e Argélia e em diversas cidades portuguesas. No seu trabalho, cruza a noção de documento com a experiência individual e familiar, para alcançar uma espécie de “memorabilia” coletiva, enquanto espelho antropológico que nos liga a todos pelo filtro de uma “intimidade documentada”.
    • Domesticar há milénios

    Domesticar há milénios

    Mariana Caló e Francisco Queimadela

    2019


    Projeção Película de 16mm; 4:3; Cor ; Som; 6’, loop
    4+2 P.A. 


    Sugerida por:
    Eduarda Neves, João Sousa Cardoso e Pedro de Llano 
    Mariana Caló, nascida em Viana do Castelo, 1984, e Francisco Queimadela, nascido em Coimbra, 1985, licenciaram-se em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e colaboram enquanto dupla desde 2010. Vivem e trabalham no Porto. A sua prática desenvolve-se através de um uso privilegiado da imagem em movimento, intersetando ambientes instalativos e site-specific, mas também a serigrafia, o desenho, a pintura, a fotografia e a escultura.
    Das suas exposições recentes destacam-se “Other Times”, Green Parot, Barcelona (2021); “Corpo Radial”, Galeria Boavista, Lisboa, (2020); “Caos e Ritmo”, CIAJG, Gui- marães (2020); Collecion Inelcom, Madrid (2020); Bienal Ano Zero, Coimbra (2019); “Rudimental”, Solar - galeria de arte cinemática, Vila do Conde (2019); “Meia-Noite”, Cinzeiro 8, MAAT, Lisboa (2019); “Sombra Luminosa”, Escola das Artes, Por- to (2018); “Alfabeto Analfabeto”, Monitor Lisbon, Lisboa (2018); “Habitantes de habitantes”, Museu Nacional Soares dos Reis, Porto (2017) e Kunsthalle Lissabon, Lisboa (2016); “A Trama e o Círculo”, Museu da Imagem, Braga (2017) ; “O Livro da Sede”, Museu de Serralves, Porto (2016).
    Os seus filmes têm sido mostrados em festivais como Festival dei Popoli, Itália (2021); Porto/Post/Doc Film Festival, Portugal (2020); Athens Avant-Garde Film festival, Grécia (2020), Kassel Documentary Film and Video Festival, Alemanha(2020); Berwick Film & Media Arts Festival, Reino Unido (2020); In- dieLisboa, Portugal (2020); FIDMarseille, França; (2020); Docu- menta Madrid, Espanha (2019); Qamar Cinema, Wadi Al-Qamar, Jordânia (2019); IFFR – Deep Focus, Roterdão (2019); 25 FPS, Croácia (2018); New York Film Festival, EUA (2018); CurtoCircui- to Film Festival, Espanha (2018).
    Vencedores da primeira edição do Prémio Paulo Cunha e Silva em 2018, e do prémio Schermo dell’arte Film Festival em 2013. Finalistas do Prémio Novos Artistas, Fundação EDP, Porto (2013) e do Bes Revelação #8 – Fundação de Serralves/ Banco Espírito Santo, Lisboa/Porto (2012). 
    • Almodovar

    Almodovar

    Mariana, a miserável

     2020


    Acrílico e grafite sobre papel 300g
    29,6 x 42 cm


    Sugerida por:
    Eduarda Neves, João Sousa Cardoso e Pedro de Llano
    Mariana, a miserável é ilustradora. Em 2008 concluiu a licenciatura em Design Gráfico pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha e em 2011 frequentou o Mestrado em Design Gráfico e Projectos Editoriais pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
    Desde 2010 vive e trabalha na cidade do Porto, a partir da qual se dedica exclusivamente à ilustração, desenvolvendo exposições individuais e coletivas, bem como inúmeros outros projetos nesta área — livros, publicações de pequenas tiragens, posters, agendas, murais, revistas e jornais.
    • Sermão de Santo António a São João

    Sermão de Santo António a São João

    Nuno Ramalho

    2020


    Moedas (1 e 10 cêntimos euro), parede pintada
    400 x 700 cm (aprox.)
    Peça única


    Sugerida por:
    Eduarda Neves, João Sousa Cardoso e Pedro de Llano 


    Créditos fotográficos: Dinis Santos / Galeria Municipal do Porto
     Nuno Ramalho nasceu em Portugal, em 1975. É doutorado em Arte pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2020), tendo desenvolvido o seu projeto de investigação no Goldsmiths College, entre 2011 e 2016, com bolsa da Fundação Gulbenkian. Foi bolseiro Fulbright durante o programa de mestrado em New Genres do San Francisco Art Institute, que concluiu em 2008. Licenciou-se em Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, em 1999.
    Desde 1999 que desenvolve o seu trabalho no campo das artes visuais, individualmente e em colaboração com outros artistas, em áreas como o desenho, instalação, escultura, performance, som, vídeo e práticas de curadoria. Participou em diversas exposições individuais e colectivas, em Portugal, Brasil, Espanha, Estados Unidos da América, Noruega, Reino Unido, Rússia e Alemanha.
    Curador em projectos expositivos individuais e coletivos, desde 2016 é responsável pelo programa mensal dedicado à vídeo arte portuguesa Playlist, com 53 mostras produzidas e apresentadas até ao momento. É coautor do projeto ‘Recursos Humanos’, dedicado à apresentação e discussão públicas de obras e processos de criação, por parte de artistas plásticos e outros agentes culturais.
    A sua obra está representada em diferentes coleções institucionais e particulares. Em 2004 foi um dos nomeados para o prémio EDP Novos Artistas. De 2000 a 2005 colaborou com o Serviço Educativo do Museu de Serralves. Foi igualmente professor assistente na cadeira de New Genres I, no San Francisco Art Institute, em 2007, e em 2011 responsável pela cadeira de Projecto II na Escola Superior Artística do Porto, onde leciona desde 2017 uma série de seminários centrados na vídeo arte.
    • A terra é azul como uma laranja

    A terra é azul como uma laranja

    Rita Senra

    2020


    tinta acrílica e guache sobre papel cosido a linha poliéster


    Sugerida por:
    Eduarda Neves, João Sousa Cardoso e Pedro de Llano 
     Rita Senra nasceu em Barcelos em 1993. Vive e trabalha na cidade do Porto. Concluiu a licenciatura em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto, em 2015. Desenvolve o seu trabalho artístico nas áreas do desenho e da instalação, dando lugar a exposições, na sua maioria colectivas, desde o ano de 2014. Desde 2016, integra a equipa do Sismógrafo, Porto.
    • ARCO DA VELHA

    ARCO DA VELHA

    Tânia Dinis

    2015


    Super 8 / Tranfer digital 3’50
    Edição 1 + 2 P.A.


    Sugerida por:
    Eduarda Neves, João Sousa Cardoso e Pedro de Llano 
     Desde 2011, Tânia Dinis tem desenvolvido um trabalho de pesquisa e criação sobre intimidade, arquivo de família, documento, relação tempo-imagem-memória-sonho, no âmbito da série “Arquivo de Família”, um projeto constante desenvolvimento que atravessa diversas perspetivas e campos artísticos, como o da fotografia, performance e cinema.
    Em 2013, realiza a sua primeira curta-metragem, "Não são favas, são feijocas", onde foi premiada em vários festivais de cinema. Segue-se "Arco da Velha", em 2015, com dois prémios nos festivais Super Off e Curta 8, Brasil e a vídeoinstalação "Linha", também em 2015. Em 2017 estreou "TERESA e LAURA" na Competição Experimental do 25º Curtas Vila do Conde, filme que recebeu prémio de melhor curta metragem no Arquivo em Cartaz - Festival Internacional de Cinema de Arquivo - Brasil e Menção Honrosa do Júri no Festival de Cinema Luso Brasileiro.
    Para além da exposição individual "ALEGORIA FOTOGRÁFICA" no CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, em 2020, integrou a exposição coletiva "da serra e da terra" com curadoria de Daniel Moreira e Rita Castro Neves, no Maus Hábitos, Porto.
    Foi a artista selecionada na 2ª Bolsa de Criação do PACT - Plano de Apoio à Criação Territorial ARTISTA NO CENTRO 2019/2021 pela A Oficina Guimarães, com "ÁLBUNS DA TERRA" e "ÁLBUNS DE GUERRA". Foi uma das vencedoras dos Laboratórios de verão no GNRATION, Braga, com a instalação audiovisual "sobrepostos". Em 2018, criou "Temporárias", em cocriação com Maria Antónia Mion e Ana Villanueva, apresentado no CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, Guimarães, e em Curitiba e Buenos Aires. Em 2019, criou o espetáculo "Linha de Montagem", em cocriação com Pedro Bastos e Sara Costa; e a performance "BASTIDORES" para o 87º Aniversário do Rivoli.
    Tem colaborado com serviço educativo do CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, Guimarães, MDOC- Festival Internacional de Documentário de Melgaço, e Porto/Post/Doc Porto.
    • UM JARDIM À NOITE (II)

    UM JARDIM À NOITE (II)

    Tiago Madaleno

    2019-2020


    1 de 2 (edição com 2 múltiplos + 1 prova de autor)
    Instalação composta por três elementos:
    1) "Jardinagem", da série Ervas Daninhas, 2019 – 2020, tinta fotoluminescente sobre cola branca, texto escrito em inglês, pintado no espaço de cada vez que a instalação é apresentada
    305 x 305 cm
    2) "Silhueta de um Estranho", 2020, projeção de vídeo (22’30’’, Full HD, 16:9, cor, loop), sincronizado com a peça sonora Sapatos Vermelhos
    Dimensões variáveis
    3) Sapatos vermelhos, 2020,, peça sonora (22’30’’, stereo, loop), sincronizado com o vídeo "Silhueta de um Estranho" 

    Sugerida por:
    Eduarda Neves, João Sousa Cardoso e Pedro de Llano


    Créditos fotográficos: Tiago Madaleno e RAMPA
     Tiago Madaleno nasceu em Vila Nova de Gaia em 1992. Estudou na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, onde se licenciou em Artes Plásticas – Pintura (2010 – 2014) e obteve o Mestrado em Pintura (2014 – 2016).
    Expõe regularmente desde 2013. Destacam-se as exposições individuais "Um Jardim à Noite" (2020), RAMPA, Porto; "Noite de Núpcias" (2019), Appleton Square e Espaço Pontes, Fundão; "Clepsidra" (2017-2018), Serralves, Porto; "Do Sopro para o Caule" (2016), Lugar do Desenho, Gondomar; e as exposições colectivas "Anuário 20’ (2021), Espaço Sede, Porto; "TRABALHO CAPITAL # ENSAIO SOBRE GESTOS E FRAGMENTOS/GREVE GERAL" (2019-2020), com curadoria de Paulo Mendes, Centro de Arte Oliva, São João da Madeira.
    Em 2019, começou a "Volta a Portugal em Coreto", um projeto de performance de rua apoiado pela Artworks e pela Appleton – Associação Cultural. No mesmo ano obteve o apoio Criatório, Câmara Municipal do Porto. Em 2017, venceu o Prémio Novo Banco Revelação e foi distinguido com o Prémio Viana de Lima/Câmara Municipal de Esposende.
    • Nuvem

    Nuvem

    André Sousa

    2006-2011

    óleo sobre tela,
    190x170 cm

    Galeria Nuno Centeno
    Porto,1980. Vive e trabalha no Porto. Licenciou-se em Belas Artes - Pintura pela FBAUP (2003). Expõe com regularidade há duas décadas. Entre as diversas exposições individuais, destacam-se, mais recentemente, "Um pintor de gatos", Galería Bacelos, Madrid, Espanha (2017); "Parte-se a guita, perde-se a bala", Galeria Múrias Centeno, Porto (2016); "Cópias da Noite", Panorama Boa Vista, Porto (2016); "Milenário", Laboratório das Artes, Guimarães (2015). Entre as diferentes exposições coletivas, contam-se, entre muitas outras, “Saudade” (curadoria de Yuko Hasegawa), Fosun Foundation, Xangai, China (2018), “Sad Movie”, Kunsthalle Freeport, Bancoque, Tailândia (2018), “Paroxysm of Union”, Kunsthalle Freeport, Atenas, Grécia (2017), “terrae nubilus” (curadoria de Estelle Nabeyrat), Neuer Aachener Kunstverein, Aachen, Alemanha (2017), “Uma Coleção = Um Museu (2007-2017) Obras da Coleção António Cachola” (curadoria de João Silvério), MACE, Elvas (2017), “Quem conta um conto… If you tell a story”, Casa do Infante, Porto (2015), Binz 39, Zurique, Switzerland e BBK, Munique, Alemanha (2016),
    “Can't Do Nothing”, Billytown, Haia, Países Baixos (2016), “Matter Fictions” (curadoria de Margarida Mendes), Museu Berardo, Lisboa, Portugal (2016), “Bienal de Fotografia, Flor do Tejo” (curadoria de Margarida Mendes), Vila Franca de Xira (2016), “Conversas - arte portuguesa recente”, Museu de Serralves, Porto, Portugal (2016).

    • Sem título (Devir)

    Sem título (Devir)

    Carlos Correia

    2016

    Acrílico s/ tela, 80 x 100 cm

    Galeria Pedro Oliveira
    Lisboa, 1975. Vive e trabalha em Lisboa. Frequenta o Doutoramento em Belas Artes na FBAUL, Lisboa. É Professor de Teoria e Prática da Pintura desde 2006, Arte Ilimitada, MArt, Lisboa. Expõe com regularidade desde 2004 em Lisboa (ex.: Baginski – Galeria Projectos, Fundação Calouste Gulbenkian); Porto (ex.: Galeria Pedro Oliveira); Londres (ex.: The Mews, The Mayor’s Parlour); Madrid (ex.: Galeria Fucares, Círculo de Bellas Artes); São Paulo (ex.: Galeria Luisa Strina), entre outros locais. Está representado em diferentes coleções, entre as quais Deutsche Bank, Caja Madrid, Fundación Pedro Barrié de la Maza, Fundação PLMJ, Fundação Ilídio Pinho, Fundação Eng.o António de Almeida, Colecção Teixeira de Freitas, Madeira Corporate Services, Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian. Em 2012 foi finalista do prémio Purificacion Garcia. Em 2013 foi nomeado para a short-list do projeto Thames & Hudson 100 PAINTERS OF TOMORROW.
    • Legenda 26 (“Quanto Mais pensava nisso”)

    Legenda 26 (“Quanto Mais pensava nisso”)

    Cristina Mateus

     2007

    Esferográfica sobre papel
    70 x 95cm

    Galeria Fernando Santos



    Porto, 1968. Vive e trabalha no Porto. Estudou Artes Plásticas - Pintura na ESBAP entre 1986 e 1991. Desenvolve, desde 1986, uma intensa e regular actividade artística, quer individualmente como em colaboração com outros autores, em áreas tão diversas como a pintura, a escultura, a fotografia, o vídeo, o multimédia e outras. Defendeu em Junho de 2003 a sua tese de Mestrado em Arte Multimédia, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, onde exerce atividade docente. É cofundadora da Organização Virose.
    • Legenda 17 (“No espaço de uma breve”)

    Legenda 17 (“No espaço de uma breve”)

    Cristina Mateus

    2007

    Esferográfica sobre papel
    70 x 95cm

    Galeria Fernado Santos





    Porto, 1968. Vive e trabalha no Porto. Estudou Artes Plásticas - Pintura na ESBAP entre 1986 e 1991. Desenvolve, desde 1986, uma intensa e regular actividade artística, quer individualmente como em colaboração com outros autores, em áreas tão diversas como a pintura, a escultura, a fotografia, o vídeo, o multimédia e outras. Defendeu em Junho de 2003 a sua tese de Mestrado em Arte Multimédia, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, onde exerce atividade docente. É cofundadora da Organização Virose.
    • Legenda 53 (“Estou-me nas tintas”)

    Legenda 53 (“Estou-me nas tintas”)

    Cristina Mateus

    2007
    Esferográfica sobre papel 70 x 95cm
    Galeria Fernando Santos
    Porto, 1968. Vive e trabalha no Porto. Estudou Artes Plásticas - Pintura na ESBAP entre 1986 e 1991. Desenvolve, desde 1986, uma intensa e regular actividade artística, quer individualmente como em colaboração com outros autores, em áreas tão diversas como a pintura, a escultura, a fotografia, o vídeo, o multimédia e outras. Defendeu em Junho de 2003 a sua tese de Mestrado em Arte Multimédia, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, onde exerce atividade docente. É cofundadora da Organização Virose.
    • Eram lâminas, mas agora são camadas e texturas

    Eram lâminas, mas agora são camadas e texturas

    Daniel Barroca

    2011-2021
    Fotografia, caneta de feltro, grafite e esferográfica sobre papel
    89 x 257cm

    Galeria Fernando Santos
    Lisboa, 1976. Estudou Artes Plásticas na Escola de Arte e Design das Caldas da Rainha entre 1996 e 2001. Fez o programa individual no Ar.Co em 2002. Foi artista residente na Künstlerhaus Bethanien em 2008 com a Bolsa João Hogan, atribuída pela Fundação Calouste Gulbenkian, e na Rijksakademie van Beeldende Kunsten, em 2010 e 2011. Entre 2013 e 2014 foi artista participante no Home Works Program no Ashkal Alwan em Beirute. Participou no programa Open Sessions no Drawing Center em Nova Iorque. Entre 2014 e 2015 foi bolseiro da Fundação Botín. Mostrou o seu trabalho em espaços como o Hunter College Art Galleries, Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação EDP, MACE, Hangar, DeLaCharge, Uma Certa Falta de Coerência, Fundação Botin, NCCA, CIAJG, Museu de Serralves, entre outros. Entre as exposições individuais que realizou destacam- se “Refusal of the image” (com curadoria de Tatiana Mouarbes) no Hunter College Art Galleries, Nova Iorque (2015); “Circular Body” (com curadoria de Laure de Selys), De La Charge, Bruxelas (2015); “Riot _ Motim” na Galeria Fernando Santos, Porto (2011). Apresentou o seu trabalho coletivamente em 2017 em São José na Califórnia (“The Brain Loves the Brain” MADC); no Porto em 2017 (“THEM OR US!”, na Galeria Municipla do Porto, com curadoria de Paulo Mendes) e em Beirute em 2017 (“The New Normal”, no The Hangar, Umam & Dawawine, com curadoria de Murat Adash e Iba Farhat).
    • da série (des)imagens “#6”, “#7”, “#8” / da série cinematic “4:3”, “16:9”, “2,35:1”

    da série (des)imagens “#6”, “#7”, “#8” / da série cinematic “4:3”, “16:9”, “2,35:1”

    Fernando José Pereira

    2020-2021

    Grafite sobre papel de algodão
    300gm, 70 x 100 cm (cada)

    Galeria Nuno Centeno
    Porto, 1961. Licenciou-se em Artes Plásticas-Pintura na FBAUP e doutorou-se em Belas Artes na Faculdade de Belas Artes de Pontevedra (Espanha).É docente na FBAUP e Investigador no I2ADS. Recebeu várias bolsas de estudo e investigação da Fundação Calouste Gulbenkian. Expõe regularmente em galerias de diferentes cidades e em instituições museológicas como o Museu de Serralves, Porto; Centro Cultural de Belém, Lisboa; Museu do Chiado, Lisboa; Culturgest, Lisboa; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Centro Galegode Arte Contemporânea; Santiago de Compostela, Circulo de Artes Plásticas de Coimbra. Participa em Bienais e mostras internacionais (9a Bienal de Sharjah, Sharjah, 2009, IIIBienal Ibero-Americana de Arte Contemporânea, Lima, Peru, 2002; Bienal de Pontevedra1998...) em cidades como: Londres (London Festival of Europe); Berlim (Transmedialeexhibition “Deep North”, “Die Anthologie der Kunst”,); Seydisfjordur, Iceland (Skaftfell Centerfor Visual Art); Viena, (Quartier 21); Rio de Janeiro (Galeria Candido Portinari). Integra diferentes coleções públicas como a Fundação de Serralves, Instituto de Arte Contemporânea, Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Galego de Arte Contemporânea; Santiago de Compostela, Museu da Cidade de Lisboa, Colecção PLMJ, Fundação Ilídio Pinho e Universidade do Porto. É membro do coletivo de música eletrónica experimental Haarvöl e fundador e atual codirector da VIROSE, uma associação interdisciplinar dedicada aos media e ao estudo das relações entre arte e tecnologia.
    • Stubborn

    Stubborn

    Vera Mota

    2020

    Granito e bronze
    20x14x30cm 

    Galeria Pedro Oliveira
    Porto, 1982. Vive e trabalha no Porto. Licencia em em Belas Artes – Escultura, pela FBAUP (2005) e Mestre em Práticas Artísticas Contemporâneas na mesma instituição de ensino (2008). Em 2015 assumiu a curadoria do programa de performance, vídeos e conversas “Performance... again!”, no Teatro Municipal do Porto — Rivoli. Expõe regularmente desde 2004. Entre as suas diferentes exposições individuais, contam-se, mais recentemente "Músculo", na Galeria Pedro Oliveira, Porto (2018 ), "Mergulho", na Galeria Pedro Cera, Lisboa (2015) e "DIAGRAMA", na Galeria Pedro Oliveira, Porto (2015), "ÁREA", no Museu da Faculdade de Belas Artes, Porto (2014), e "Queda / Fractura", no Laboratório das Artes, Guimarães (2014). Já entre as exposições coletivas que integrou destacam-se, nos últimos anos, "10000 anos depois entre Vénus e Marte"(curadoria João Laia), no Passos Manuel, Porto (2017), "Message in a bottle" (curadoria de Diana Marincu), na Galeria Walk & Talk, São Miguel, Açores (2017), "Variação nº 2" (curadoria de Luís Albuquerque e Luís Pinto Nunes), na Galeria Vertical, Porto (2017),
    "Residentes em trânsito" (curadoria Filipa Oliveira e Mariana Gaspar), no Fórum Engénio de Almeida, Évora (2016), "Apeneia, no Maus Hábitos, Porto (2016), "Sprint", na Árvore, Porto (2016), e "Humidifique-se" (curadoria de Miguel von Hafe Pérez), no Bregas, Lisboa (2016).
    • HIDDEN TRACK - Graphic Score #99 / #56 / #22

    HIDDEN TRACK - Graphic Score #99 / #56 / #22

    Pedro Magalhães

     2021

    Impressão giclée em papel de algodão 310g, colado em PVC 5mm,
    Edição de 1 Tríptico: 3 x (60 x 90 cm) Emoldurada

    Galeria Pedro Oliveira
    Porto, 1975. Vive e trabalha no Porto. Expõe regularmente desde 2008. Entre as diferentes exposições individuais, destacam-se, entre outras, "GIG!" no Artes - Mota Galiza, Porto (2020), "Burning Dinosaur Bones" no In Spite Of, Porto (2019), "As Baleias", na Galeria do Sol, Porto (2018), "Vd=Xmax*Sd", na Galeria de Arte Cinemática, Vila do Conde (2014), "Proyecciones Temporales _ 03", na Galería Nuble, Santander (2014) "Lluvia, Vapor y Velocidad" (curadoria de Angel Calvo Ulloa, Misha Bies Golas e Jorge Varela) no Espazo Miramemira, Santiago de Compostela (2013) e "Álbum de família", na 1ª Avenida, Porto (2013). Participou também em diversas exposições coletivas, entre as quais, se contam, mais recentemente, "Poético ou Político?" (curadoria de João Baeta) no âmbito do projeto Mupi Gallery da Saco Azul/Maus Hábitos, Porto (2020), "Estar vivo é o contrário de estar morto" (curadoria de Guilherme Blanc and Luísa Saraiva), na Galeria Municipal do Porto, Porto (2019), "RUN" (curadoria de Ana Cristina Cachola) na In Spite Of, Porto (2019) e "ANUÁRIO - Uma visão retrospetiva da arte no Porto" (um projeto de Guilherme Blanc e João Ribas com curadoria de Joana Machado, Joaquim Durães, José Maia, Miguel Flor, Rita Castro Neves ), na Galeria Municipal do Porto, Porto (2019). 



    • 3 imagens

    3 imagens

    Renato Ferrão

     2016

    3 dispositivos óticos de projeção LED motorizados com
    motores síncronos.
    Projeções consistem numa aplicação de movimento repetitivo a imagens fotográficas.
    Movimento em loop.

    Galeria Quadrado Azul, Porto
    Vila Nova de Famalicão,1975. Vive e trabalha no Porto. Com um percurso que nasce no início da primeira década deste século, Renato Ferrão foi distinguido com o Prémio de Artes Plásticas União Latina 2010. Entre as diferentes exposições individuais que marcam a sua carreira destacam-se, entre muitas outras, "Peça de substituição", no Chiado 8 – Arte contemporânea, Lisboa (2012), "Peça sonâmbula", no Espaço Campanhã, Porto (2011), "Vida material", na Galeria Quadrado Azul, Lisboa (2010), "Estúdio" (com Nuno Ramalho), na Fundação Carmona e Costa, Lisboa (2009), "Episódio 2: Senhor fantasma, vamos falar", Emissores reunidos – Fundação de Serralves, Porto (2009). Entre as diversas exposições coletivas, contam-se, entre outras, "Uma Loja, Cinco Casas e uma Escola", no Colégio das Artes, Coimbra (2018), "Que farei eu com esta espada?", na Zaratan - Arte Contemporânea, Lisboa (2017),  "THEM OR US! Um Projecto de Ficção Científica, Social e Política", na Galeria Municipal do Porto, Porto (2018). O seu trabalho está também representado na coleção da Fundação de Serralves.
    • Sem título

    Sem título

    João Queiroz

    2005

    Óleo sobre cartão colado em tela
    68 x 46 cm

    Galeria Quadrado Azul, Porto



    Lisboa, 1957. Vive e trabalha em Lisboa. Expõe individualmente desde 1986, destacando-se, entre outras exposições "Encáusticas", na Appleton Square, Lisboa (2015); "Stanca Luce", na Fundação Carmona e Costa, Lisboa (2015); "ahnungslos", no Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (2014); "A noiva Dourada", na Vera Cortês Art Agency, Lisboa (2013); "Afinal era uma borboleta", no Pavilhão Branco, Museu da Cidade, Lisboa (2012); "A curva do rio", Uma certa falta de coerência, Porto (2011), "Silvæ", na Culturgest, Lisboa (2010) e na Galeria Quadrado Azul,  Porto (2009), "Obras sobre papel, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães (2009), no Chiado 8 Arte Contemporânea, Lisboa (2007), no Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (2006), e no Artadentro, Faro (2004). Das coletivas em que participou destacam-se "Uma Coleção: Um Museu | 2007-2017", no MACE, Elvas (2017); "Blackbox: Museu Imaginário" (curadoria de João Louro), no Museu do Caramulo, Caramulo (2017); "A Arte como Experiência do Real", no CIAJG, Guimarães (2017), "The Middle Line", no LIMAC, Madrid (2017); Chiado 8, Coleção António Cachola, Lisboa (2017); "Anozero: Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra (2015); "Um Horizonte de Proximidades: Uma topologia a partir da Coleção António Cachola, Arquipélago", no Centro de Artes Contemporâneas, São Miguel, Açores (2015). Foi o vencedor do Prémio AICA 2011 e do prémio EDP de desenho em 2000.
    • Destorcer. Distorcer

    Destorcer. Distorcer

    Diana Geiroto Gonçalves

    2018

    14 secções do mesmo tronco, tinta da china
    110 cm (aprox.)

    Galeria Presença
    Lisboa, 1991. Vive e trabalha no Porto. É Artista plástica, investigadora, produtora. Licenciada em Pintura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa (2013) e Mestre em Práticas Artísticas Contemporâneas na Faculdade de Belas Artes do Porto (2018). Desde 2013, tem vindo a desenvolver e apresentar trabalho, com particular foco no contexto de residência e em projetos de ocupação coletivos, como as residências COOP (2013, Lisboa); artista residente na associação CDAP (2014/15, Lisboa), Maus Hábitos (2017, Porto) e Casa da Imagem (2018, V. N. Gaia). É investigadora do núcleo de investigação i2ADS (da FAUP) e membro fundador do projeto PARALAXE e da associação ERRO UNIVERSAL-Núcleo de Investigação. Paralelamente, tem vindo a colaborar com diversos projetos nas áreas das artes plásticas e performativas, enquanto produtora cultural. 
    • Coliseu em 2010

    Coliseu em 2010

    Inês d'Orey

    2010

    Impressão backlit
    51x47x18 cm Ed. 1/1

    Galeria Presença
    Porto, 1977. Estudou fotografia na London College of Printing, 2002. O seu principal meio de trabalho é a fotografia, ainda que com fusões com instalação e vídeo. Expõe, publica e faz residências artísticas regularmente, estando presente em diversas coleções privadas e públicas. Ganhou o prémio Novo Talento Fotografia FNAC 2007. É representada pela Galeria Presença (Porto) e pela Galeria das Salgadeiras (Lisboa).
    • Casa de Serralves em 2011

    Casa de Serralves em 2011

    Inês d'Orey

    2011

    Impressão backlit
    51x47x18 cm Ed. 1/1

    Galeria Presença
    Porto, 1977. Estudou fotografia na London College of Printing, 2002. O seu principal meio de trabalho é a fotografia, ainda que com fusões com instalação e vídeo. Expõe, publica e faz residências artísticas regularmente, estando presente em diversas coleções privadas e públicas. Ganhou o prémio Novo Talento Fotografia FNAC 2007. É representada pela Galeria Presença (Porto) e pela Galeria das Salgadeiras (Lisboa).
Modalidade de compra direta a artistas do projeto “Aquisições” regressa a 1 de abril

Qua, 24 Mar 2021

Modalidade de compra direta a artistas do projeto “Aquisições” regressa a 1 de abril

ler mais
Projeto municipal de compra de obras a artistas regressa em abril

Qui, 18 Mar 2021

Projeto municipal de compra de obras a artistas regressa em abril

ler mais
Câmara do Porto destina 150 mil euros à compra de obras de arte para Colecção Municipal

Seg, 1 Mar 2021

Câmara do Porto destina 150 mil euros à compra de obras de arte para Colecção Municipal

ler mais
Coleção Municipal de Arte: quatro novas obras completam Aquisições 2020

Qui, 31 Dez 2020

Coleção Municipal de Arte: quatro novas obras completam Aquisições 2020

ler mais
Compra direta a artistas traz 21 novas obras à Coleção Municipal de Arte

Qui, 6 Ago 2020

Compra direta a artistas traz 21 novas obras à Coleção Municipal de Arte

ler mais
Câmara do Porto compra 21 obras de arte a artistas da cidade

Qui, 6 Ago 2020

Câmara do Porto compra 21 obras de arte a artistas da cidade

ler mais
Coleção municipal de arte vai integrar 12 novas obras via projeto Aquisições

Sex, 17 Jul 2020

Coleção municipal de arte vai integrar 12 novas obras via projeto Aquisições

ler mais
Projeto

Qui, 7 Mai 2020

Projeto "Aquisições" passa a incluir compras diretas a artistas da cidade do Porto

ler mais
Revelado o comité de seleção para a 3.ª edição do projeto

Sex, 21 Fev 2020

Revelado o comité de seleção para a 3.ª edição do projeto "Aquisições"

ler mais

Sex, 20 Dez 2019

"Aquisições" integra novas obras de mais 15 artistas na coleção de arte municipal

ler mais
Já estão selecionadas as primeiras obras para o programa Aquisições 2019

Qui, 2 Mai 2019

Já estão selecionadas as primeiras obras para o programa Aquisições 2019

ler mais
Projeto Aquisições para a coleção de arte municipal recomeça em 2019 com orçamento de 100 mil euros

Sex, 1 Mar 2019

Projeto Aquisições para a coleção de arte municipal recomeça em 2019 com orçamento de 100 mil euros

ler mais
''Aquisições'' reativa coleção de arte municipal com obras de 10 artistas

Seg, 22 Out 2018

''Aquisições'' reativa coleção de arte municipal com obras de 10 artistas

ler mais
Câmara do Porto comprou dez obras de arte com 100 mil euros (in Público)

Seg, 22 Out 2018

Câmara do Porto comprou dez obras de arte com 100 mil euros (in Público)

ler mais
PLÁKA já está online e lança cursos sobre a prática artística contemporânea

Sáb, 28 Jul 2018

PLÁKA já está online e lança cursos sobre a prática artística contemporânea

ler mais
Novo projeto PLÁKA vai dinamizar a prática e a apresentação de arte contemporânea no Porto

Qua, 5 Abr 2017

Novo projeto PLÁKA vai dinamizar a prática e a apresentação de arte contemporânea no Porto

ler mais
Câmara do Porto vai gastar 100 mil euros por ano em arte nas galerias da cidade (in Público)

Qua, 5 Abr 2017

Câmara do Porto vai gastar 100 mil euros por ano em arte nas galerias da cidade (in Público)

ler mais
Porto vai dedicar 100 mil euros por ano para comprar obras de arte (in JN)

Qua, 5 Abr 2017

Porto vai dedicar 100 mil euros por ano para comprar obras de arte (in JN)

ler mais
Projeto “Aquisições” apresenta comité de seleção para 2021

, 0 0

Projeto “Aquisições” apresenta comité de seleção para 2021

ler mais