Plataforma Municipal de Apoio à arte contemporânea

Porto.

PLÁKA reúne projetos que consubstanciam a política municipal de apoio à prática artística contemporânea no Porto, dando forma às iniciativas Aquisição, Colectivos Pláka, Anuário, Criatório, Shuttle e Inresidence.
Mediando processos de criação, reflexão e investigação em diferentes territórios da arte contemporânea, constitui-se enquanto plataforma de síntese, e análise, de medidas de apoio a artistas e agentes culturais e da sua articulação com a política cultural do município.
A plataforma PLÁKA é uma iniciativa da Câmara do Porto.
 
    • EQUIPA
       
      Presidente da Câmara do Porto
    • Rui Moreira

      Diretora Executiva
      Sílvia Fernandes

    • Coordenador de Programação
      Nuno Rodrigues

    • Gestora de Projeto
      Ana Brito

    • Coordenador de Comunicação e Edição
      Tiago Dias dos Santos

      Comunicação e Mediação de Públicos
      Diana dos Reis

    • Assistente Administrativa
      Cláudia Almeida

    • ÁGORA – CULTURA E DESPORTO, E.M.
      Presidente do Conselho de Administração
      Catarina Araújo

    • Administradores Executivos
      Ester Gomes da Silva
      César Navio
       
    • Diretora Geral da Unidade Orgânica da Cultura
      Francisca Carneiro Fernandes
       
    • Diretor de Comunicação e Imagem
      Jorge Rodrigues
    •  
    •  
    •  

    •  
Porto.

Criatório

Criatório é um concurso anual de apoio à criação e programação artísticas no Porto que abrange as seguintes áreas: Artes visuais e curadoria; Artes performativas; Composição, programação e performance musical; Literatura e pensamento crítico.
Este programa de financiamento tem como principais objetivos contribuir para a consolidação da atividade de artistas e agentes culturais provenientes de múltiplas disciplinas artísticas, e que no Porto podem encontrar um contexto propício ao desenvolvimento da sua prática profissional.
O Criatório 2021 apoia 15 projetos de criação artística e 10 espaços de programação, através da atribuição de bolsas no valor de 15 mil euros. 

Júri 2021

  • Júri Projetos de Criação Artística
  • Luís Fernandes

     
    Luís Fernandes é músico e programador cultural. Enquanto músico, tem desenvolvido trabalho a solo e como membro de múltiplos projetos, como a banda peixe : avião ou o dueto que mantém desde 2014 com a pianista Joana Gama, contando com várias colaborações e uma atividade performativa por diversas salas nacionais. É diretor artístico e fundador do Festival Semibreve, desde 2011, diretor artístico do gnration, em Braga, desde 2014 e diretor artístico do Index desde 2019. Comissariou trabalhos nos domínios do som, imagem e cruzamentos disciplinares a, entre outros, Phill Niblock, Mark Fell, Beatriz Ferreyra, Jim O’Rourke e Zimoun.
  • Marta Mestre

     
    Marta Mestre é curadora e investigadora. Atualmente é curadora geral do CIAJG, em Guimarães. Formada em História da Arte e em Cultura e Comunicação, foi curadora no Instituto Inhotim e no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e lecionou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro, e na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, em Lisboa. É co-curadora da coleção de ensaios de arte Imago e escreve regularmente ensaios e textos. Recebeu a bolsa “Laboratório Curatorial/SPArte”, São Paulo 2012 e “Travel Grant Award /CIMAM” (2014 e 2019). Participa regularmente em júris de prémios de artes visuais e desenvolve projetos independentes e investigação sobre narração histórica da arte.
  • Raquel André

     
    Raquel André é colecionadora, performer e criadora. Doutoranda no Centro de Estudos de Teatro na Faculdade de Letras — Universidade de Lisboa e mestre em Artes de Cena pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, desenvolve uma pesquisa direcionada ao Colecionismo nas Artes Performativas. Colaborou com diversos artistas nas em criações da Cia dos Atores e do Galpão Gamboa, no Rio de Janeiro, e criou a Coleção de Pessoas (2014), uma coleção de 4 projetos — Amantes, Colecionadores, Artistas e Espectadores — onde cria espetáculos, performances, conferências, livros e exposições para criar um arquivo do efémero. Foi artista da APAP Performing Europe (2017 a 2020) e o seu trabalho tem sido apresentado em vários países da Europa, América do Sul e do Norte. É formadora no projeto Kcena no TNDMII (2019) e no projeto Labor no Teatro LU.CA (2020).
  • Júri Espaços de Programação
  • Inês Grosso

     
    Inês Grosso é curadora no MAAT, onde tem comissariado várias exposições individuais e coletivas. Frequentou o curso de História de Arte da Universidade do Porto e é mestre em Estudos Curatoriais pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian. Entre 2011 e 2015 foi curadora assistente no Instituto Inhotim, em Minas Gerais, onde se envolveu na conceção, preparação e coordenação de exposições com base na coleção da instituição. Foi ainda responsável pela co-curadoria da primeira grande exposição itinerante do Instituto Inhotim — Do objeto para o Mundo — Coleção Inhotim.
  • Pedro Quintela

     
    Pedro Quintela é sociólogo, investigador e consultor. É licenciado em Sociologia pelo ISCTE-IUL e mestre em Cidades e Culturas Urbanas pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, instituição onde atualmente realiza o seu doutoramento em Sociologia. Os seus temas de investigação centram-se em diferentes domínios relacionados com os projetos e as políticas culturais, as (sub)culturas urbanas e a economia cultural e criativa. Participa com regularidade em encontros científicos relacionados com estas diferentes temáticas, sobre as quais também tem publicado. Desenvolve trabalho de consultoria técnica e planeamento estratégico nas áreas das políticas culturais, turísticas e urbanas.
  • Pedro Rocha

     
    Pedro Rocha é programador e curador de música, arte sonora e performance. Colabora desde 1997 com a Fundação de Serralves onde é responsável, desde 2001, pela programação anual de música do Museu de Arte Contemporânea e do Serralves em Festa. Participa também na curadoria do programa O Museu Como Performance e co-programou o festival de artes performativas Trama. Entre 2014 e 2019 foi programador de música do centro de arte Hangar Bicocca, em Milão, e foi responsável com Mark Fell pela curadoria do programa Tactical Contact integrado no festival No Bounds em Sheffield, em 2019. Participou na curadoria do programa de performances, conferências e livro Projeto P! — Performance na Esfera Pública e do Performance Day #2 na Ferme du Buisson, em Paris, em 2017.

Vencedores

01 / 25
  • Aurora

    Aurora

    Yohei Yamakado

    Aurora é um projeto expositivo de Yohei Yamakdo que se constrói em torno da obra cinematográfica O Marinheiro, a partir do texto homónimo de Fernando Pessoa, e que inclui quatro movimentos: uma instalação, um ciclo de cinema, um concerto e uma publicação. Inspirado na visão mutável de incerta certeza do autor, Aurora materializa-se numa composição temporal e espacial, com a intenção de agenciar o conjunto das suas práticas artísticas. Trata-se de uma proposta que se debruça sobre a impossibilidade da palavra – o silêncio, isto é, a dimensão do indizível e da indeterminação, na linguagem.
     

    Yohei Yamakado (1987, Kobe, Japão) realiza obras sonoras e visuais. Diplomado em Belas Artes em Le Mans, fundou, em 2012, a editora Récit. Foi artista-estudante no Le Fresnoy (2017 – 2019), onde realizou dois filmes : La lyre à jamais illustra le taudis (2018), e Amor Omnia (2020 – FIDMarseille, Porto/Post/Doc). Yamakado foi artista residente nos programas de residência Cité International des Arts, em Paris (2021), EMS de Estocolmo e Escola das Artes – UCP/ Fundação Calouste Gulbenkian (2019).
    Realização: Yohei Yamakado
    Argumento: Yohei Yamakado
    Texto Original: Fernando Pessoa
    Imagem: Raphaël Rueb
    Som: Raphaël Zucconi
    Assistente de Imagem: Arnaud Alain
    Vestuário: Patrícia Brito
    Douração: Simon de Dreuille
    Cenografia: Albert Garcia-Alzorriz
    Maquilhagem: Faustine Duchesne
    Iluminação: Simon de Dreuille
    Montagem Imagem: Riccardo Giacconi
    Montagem Som: Raphaël Zucconi
    Étalonnage: Pauline Sicard
    Mixing: Rémi Mencucci
    Música: Erik Satie, John Cage, Yohei Yamakado
    Diretor: Nuno Crespo
    Curadoria: João Pedro Amorim
    Consultores artístico: Olivier Cheval, Daniel Ribas
    Apoio Técnico: João Pereira, Pedro Oliveira
    Edição: Diana Ferreira
    Acompanhamento: João Pedro Amorim
    Coordenação & Produção: Diana Ferreira
    Interpretação: Rita Senra, Rita Morais, Rita Carneiro
    Material: Escola das Artes do Porto, Le Fresnoy - Studio national, La Fémis
    Pós-produção: Escola das Artes do Porto
    Apoio: Fundação Calouste Gulbenkian, Escola das Artes - UCP, Casa das Artes - Porto, Le Fresnoy - Studio national, La Fémis

    Imagem: Still de La lyre à jamais illustra le taudis, 2018 © Yohei Yamakado
  • Cinema Experimental

    Cinema Experimental

    Laia - Cooperativa Cultural

    O projeto de criação artística Cinema Experimental tem como propósito suportar um programa que concilie investigação, curadoria e criação contemporânea numa proposta de trabalho dividida entre o desenvolvimento de residências artísticas no Jardim Botânic da Universidade do Porto e mostra pública de cinema expandido/instalação no mesmo local em 2022.

    Laia é uma cooperativa dirigida à cultura, à produção cinematográfica e artística, e às formas livres de reflexão crítica e coletiva. A cooperativa Laia emerge na cidade do Porto e as atividades que pretende suportar incluem produção e realização de filmes, mostras de cinema e formações, residências artísticas e prestação de serviços no apoio a produções complementares.

    Artistas: Laetitia Morais, Mónica Baptista, Sofia Arriscado
    Produção: Laia

    Imagem © Mónica Baptista
  • CORTEJO

    CORTEJO

    Solange Freitas e Tiago Cadete

    O projeto CORTEJO apresenta a uma visita guiada-performática nos jardins do palácio de Cristal, local onde foi realizada a Exposição Colonial Portuguesa de 1934, através da qual os espaços e ideias da exposição são tensionados pela ausência dos edifícios e dos corpos ou pela sua substituição através de novas temáticas. A evocação das ruínas ou dos espaços vazios são a lógica que opera todo o percurso e a sua evocação, o qual acontecerá para um grupo limitado de pessoas que se moverão com a ajuda de dispositivos mp3, num caminho que oscila entre a imagem pictórica e a imagem texto.

    A associação CO-PACABANA tem como função a promoção, gestão, organização e produção de projetos culturais realizados pelo artista Tiago Cadete entre outros artistas associados — projetos de teatro, dança, performance, artes visuais, entre outros. A sua missão é estabelecer parcerias nacionais e internacionais, principalmente entre Portugal e os países da América Latina, promovendo e captando recursos entre os dois países e contribuindo assim para a construção de património material e imaterial contemporâneo.

    Criação e performance: Solange Freitas e Tiago Cadete
    Figurinista: Carlota Lagido
    Produtora: Ana Lobato
    Assessoria de imprensa: Mafalda Simões
    Produção: Co-pacabana

    Imagem © Tiago Cadete
  • Galeria de Arquitectura

    Galeria de Arquitectura

    Andreia Garcia e Diogo Aguiar

    Fundada em 2016, no Porto, a Galeria de Arquitectura é um projeto pensado pelos arquitetos Andreia Garcia e Diogo Aguiar na sequência da vontade da criação de um pólo cultural independente que expressasse a Arquitetura e os assuntos que envolvem a disciplina. A partir de exposições, apresentações e debates, o objetivo principal deste projeto é o de fomentar a reflexão e a antecipação de temas ou problemáticas da contemporaneidade arquitectónica. Contando com múltiplas colaborações de várias disciplinas, ideologias e geografias, a Galeria de Arquitectura é uma plataforma que promove o diálogo e a discussão abertos à cidade e ao mundo.

    Andreia Garcia (Guimarães, 1985) é arquiteta, curadora, investigadora e professora em áreas da arquitectura, da cidade, da cenografia urbana e dos espaços de teatro. Fundadora do atelier Architectural Affairs, a sua prática profissional tem sido distinguida com importantes nomeações e distinções em prémios internacionais relevantes, tais como o Prémio BigMat, os Prémis FAD ou Prémio Mies van der Rohe.
    Diogo Aguiar (Porto, 1983) é arquitecto, licenciado pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto e professor universitário. É fundador do Diogo Aguiar Studio, que trabalha nas fronteiras da arte e da arquitetura, oscilando entre os contextos públicos e privados. A sua prática profissional tem sido distinguida com importantes nomeações e distinções em prémios internacionais relevantes, tais como o Prémio BigMat, os Prémis FAD ou Prémio Mies van der Rohe. Em 2019, foi vencedor do prémio europeu 40Under40.
    Autores: Andreia Garcia, Diogo Aguiar
    Design Gráfico: And Atelier
    Website: Sara Orsi
    Fotografia: Tiago Casanova
    Parceiros do projeto: Do You Mean Architecture (DYMA)

    Imagem: Buid Don’t Talk II - MAO © Tiago Casanova 2020

  • Egídio Álvaro (1937-2020): “Lembrar o Futuro: Arquivo de Performances”

    Egídio Álvaro (1937-2020): “Lembrar o Futuro: Arquivo de Performances”

    Paula Pinto

    O projeto visa documentar e ativar o espólio documental de performance do crítico de arte Egídio Álvaro (Coimbra, 1937 – Montrouge, 2020), já parcialmente desintegrado, trazendo-o para o Porto e ativando-o através de uma série de atividades integradas num complexo programa a desenvolver no RAMPA. A iniciativa representa uma oportunidade para lembrar a performance enquanto expressão artística e inscrever a sua história na cultura portuguesa, mas sobretudo debater e renovar a abordagem cultural sobre materiais documentais e visuais que, com o passar do tempo, necessitam de ser ativados por novas gerações, encontrar novos espaços e meios de exposição.

    Paula Pinto é licenciada em Escultura (FBAUP), mestre em Cultura Urbana (Universidade Politécnica de Barcelona) e doutorada em Estudos Visuais e Culturais (Universidade de Rochester, Nova Iorque). É curadora independente desde 2010 e o seu trabalho caracteriza-se por uma forte componente de investigação histórica e pela recuperação de arquivos, bem como pela articulação entre diferentes campos disciplinares. Interessa-se pelo estudo da museografia enquanto condicionante da percepção artística.
    Coordenação do projeto: Paula Pinto
    Apoio à comunicação e organização dos eventos programados: RAMPA
  • Galeria Ocupa

    Galeria Ocupa

    Alexandre Teixeira e Filipa Valente

    A Galeria Ocupa é um projeto curatorial dedicado à arte contemporânea, que tem vindo a fazer referência a artistas nacionais e internacionais, a quem é lançado o desafio de ocupar um espaço inusitado. Mais do que um artist runspace, é um projeto líquido que transborda as paredes do já conhecido Santo Talho, procurando ocupar novos espaços e novos públicos. Ao longo de 12 meses a Galeria Ocupa irá apresentar uma programação assente em quatro eixos: desde a sua atividade transpositiva, que conta com um elenco de artistas transdisciplinares e propostas transformadoras, aos projetos de intercâmbio com a comunidade artística e local e à conceção de uma série de edições de artista.

    Em 2019, a Galeria Ocupa instalou-se na rua do Bonfim. Atrás do balcão estão Alexandre Teixeira (Porto, 1996), licenciado em Gestão do Património e Filipa
    Valente (Aveiro, 1999), licenciada em Artes Visuais e Tecnologias Artísticas, ambos pela Escola Superior de Educação do Porto (IPP) e atualmente estudantes do mestrado de, respetivamente, Património, Artes e Turismo Cultural, no mesmo estabelecimento de ensino, e Estudos Curatoriais, no Colégio das Artes (UC).
    Direção e Produção: Alexandre Teixeira + Filipa Valente
    Design: 1/4 Studio
    Apoio: Escola Superior de Educação do Porto

    Imagem: Galeria Ocupa — Santo Talho, 2021 © Alexandre Teixeira
  • Goodbye Issues

    Goodbye Issues

    Irina Pereira

    Goodbye Issues é um boletim que pretende assumir e refletir sobre questões que continuam presentes e intrínsecas à nossa convivência, aceitação e respeito comum: “Por que regredimos e voltamos a questionar liberdades e igualdades que já deveriam ser estabelecidas como um ponto de partida para as próximas conversas? Por que ressurgem questões que quase que sentíamos ultrapassadas?”. Baseado na premissa de partilha instintiva para momentos disruptivos, conecta vários grupos — amigos, conhecidos, futuros amigos – em reconciliação e encontro até ao momento de se despedirem, incluindo várias iniciativas e indivíduos com ideias antiracistas, antifascistas, antipopulistas, artistas, agricultores e pensadores no campo da pesquisa e da ação, com vista a colocar diferentes discursos em conversação direta, entre textos, poemas, ensaios, stills de filmes, fotografias, receitas, ilustrações, gravuras ou a coluna de oferta.

    Irina Pereira é designer gráfica e artista visual. Trabalha na área do design gráfico, de comunicação e editorial. Iniciou a sua actividade em 2016, tendo estado maioritariamente ligada a projectos na área da cultura. Interessa-se em perceber a intersecção e as possibilidades do designer enquanto autor e editor. É também membro da Oficina Arara, onde explora a criação colectiva e novos paradigmas de trabalho, ligados à impressão e à edição independente.
    Coordenação Editorial e Design Gráfico: Irina Pereira: Coordenação Editorial e Design Gráfico
    Parcerias: Heaven Books, Senhora Presidenta, Oficina Arara e Pedreira
  • Hiperbórea: Movimento Bonfim

    Hiperbórea: Movimento Bonfim

    Lovers & Lollypops

    Hiperbórea: Movimento Bonfim é um desafio que estimula artistas de diversas linguagens a lidar com as potencialidades narrativas, técnicas e artísticas do meio radiofónico. Os artistas convidados, cujo trabalho assenta na constante pesquisa, curiosidade e experimentação sonora, serão desafiados a explorarem este meio da rádio, não só como veículo de informação, mas também como palco de exploração, criação e mostra artística. O convite endereçado terá como premissa base a vontade de ir além fronteiras do som e da rádio, num movimento que permita transcendê-las em constelações interdisciplinares, seja através de soundscapes, peças de spoken word, experimentação radiofónica, found sound, formas inovadoras de aproximação à ficção e ao documentário, assim como ideias programáticas mais radicais que aproveitem os atributos únicos da rádio como meio disseminador de ideias. A proposta traz consigo um desafio sublinhado para que as peças não se iniciem numa tabula rasa e assim se estabeleçam associações livres de pensamento.

    A Lovers & Lollypops foi criada em 2005, fruto da urgência característica do DIY, do impulso em fazer acontecer e da vontade de documentar e dar a conhecer toda a música que, na altura, entusiasmava os seus fundadores. Quinze anos e mais de cem discos depois, essa continua a ser a grande motivação: registar aquele que tem sido um dos momentos mais férteis da criação musical feita em Portugal e além fronteiras, através da edição discográfica, da promoção e do agenciamento. Desde os primeiros passos e paralelamente à atividade editorial, a L&L enveredou pela organização de concertos e festivais - dos quais se destacam os icónicos Milhões de Festa e Tremor - num constante ato de reinvenção, procura de novos caminhos e linguagens, que se juntam em torno de ideias fundadoras como a frescura, o lirismo e a persistência.

    Artistas convidados: Arianna Casellas, Dies Lexic, Doutor Urânio, Francisco Antão, Francisco Babo, Gaspar Cohen, Inês Malheiro, Nu No, VUDUVUM e Violeta Luz
  • Larache Genet

    Larache Genet

    Mauro Cerqueira

    O projeto Larache Genet é o ponto de partida para o encontro em diferentes geografias de diversos artistas. Trata-se de um aprofundar de colaborações que terá como ponto de partida a ligação de cada lugar a uma distinta referência literária. Desses encontros resultarão duas exposições e a publicação de um livro síntese do projeto.

    Mauro Cerqueira (Guimarães, 1982) é licenciado em Artes / Desenho na Escola Superior Artística do Porto - Extensão de Guimarães. O seu trabalho foi apresentado na Galeria Nuno Centeno, Porto; Heinrich Ehrhardt, Madrid; Institute for New Connotative Action, Seattle; Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto; Künstlerhaus Bethanien, Berlim; Museu de Arte Contemporânea de Vigo; Centro Federico Garcia Lorca, Granada; Kunsthalle Lissabon, Lisboa; La Galerie Centre d` Art Contemporain, Noisy-Le-Sec, Paris; entre outros. Foi residente no Arquipélago Centro de Artes, Açores (2017); Rauschenberg Foundation in Captiva Island, Florida, (2013); Kunstlerhaus Bethanien, Berlim (2011). Em 2008 fundou, juntamente com André Sousa, o projeto Uma Certa Falta de Coerência.
     
    Um projeto de Mauro Cerqueira
    Em colaboração com os artistas Babi Badalov, Pedro G. Romero e Rolando Castellón

  • Marégrafo

    Marégrafo

    Gil Delindro

    Marégrafo propõe uma monitorização bioacústica do estuário do Douro e costa Atlântica a decorrer durante 3 meses de gravações sonoras no fundo da bacia hidrográfica e zona Costeira, assim como recolha de dados geológicos e monitorização dos níveis de poluição. Este arquivo vai ser posteriormente usado enquanto matéria-prima na criação de uma instalação generativa, que estabelece ligações entre arte sonora e pesquisa ambiental. O "Marégrafo da Cantareira" na Foz do Porto é entendido como um lugar-conceito, um instrumento tecnológico histórico que regista o fluxo e refluxo das marés. 

    Gil Delindro é um artista com amplo reconhecimento internacional na área dos Novos Media e Sound art, vindo a destacar-se pelo seu trabalho de campo e investigação ambiental em geografias limite de todo o mundo. A sua prática interdisciplinar foca elementos orgânicos e processos efémeros na natureza, direcionada para temas como a bioacústica, ecologia, antropologia e geologia.
    Direção Artística: Gil Delindro
    Assistente gravação: Cláudia Martinho
    Equipa científica: Albino Cardoso / Maria do Céu Viegas (IPMA)
    Curadoria e difusão: José Maia / Espaço MIRA
    Curadora convidada: Raquel Castro
    Técnico de montagem: João Carvalho
    Assistência técnica: Associação Sonoscopia

    Imagem: Marégrafo © Gil Delindro
  • MIRAGEM - discursos sobre o fim

    MIRAGEM - discursos sobre o fim

    Joana Magalhães

    MIRAGEM - discursos sobre o fim é uma série de três instalações que traduzem a problematização do tema “FIM”. Influenciadas pelas ideias de pensadores como Chakrabarty, Anders, Latour, Stengers, Haraway, Ponivelli e Viveiros de Castro, que evidenciam a necessidade urgente de uma reinvenção metafísica das noções de humanidade e de mundo suscitada pela entrada em cena do Antropoceno, estas três instalações desvelam noções como a de desaceleração, contemplação, luto e antropomorfismo, pondo em evidência as novas mitologias de subsistência do futuro.

     Licenciada em Psicologia e Teatro, Joana Magalhães trabalha como criadora, dramaturgista e intérprete em artes performativas desde 2010, com especial interesse em teatro, vídeo e instalação. No percurso como criadora destacam-se Noite de estreia (2016), O espetáculo mais contemporâneo do mundo (2017), There’s something about the air (2018), U, Haiku (2019) e Haiku xtended (2020). É cofundadora da Plataforma UMA.
    Criação e Conceção: Joana A. Magalhães

    Instalação 1
    Criação e conceção : Joana Magalhães
    Apoio à conceção Plástica: Susana Paixão
    Composição de ambiente sonoro: Vasco Ferreira
    Design de luz e som: Vasco Ferreira
    Construção têxtil : Marisa Escaleira
    Construção Box: Susana Paixão

    Instalação 2
    Criação e conceção: Joana Magalhães

    Apoio à conceção Plástica: Marisa Escaleira
    Composição ambiente sonoro: Vasco Ferreira
    Design de luz e som: Vasco Ferreira
    Construção: Marisa Escaleira
    Serigrafia: Oficina Mescla

    Instalação 3
    Criação e conceção : Joana Magalhães
    Apoio à concepção Plástica: Stephane Alberto
    Construção: Stephane Alberto

    Imagem: Miragem © Shayna

  • O QUE VEM DEPOIS DA ESPERANÇA?

    O QUE VEM DEPOIS DA ESPERANÇA?

    Teatro Universitário do Porto

    Em busca de visibilidade, empoderamento, sentimento de pertença e representatividade trans em Portugal, de forma possivelmente inédita, o espetáculo O QUE VEM DEPOIS DA ESPERANÇA? reflete criticamente sobre como as pessoas trans foram construídas e representadas midiaticamente através dos tempos no imaginário português. Uma produção do Teatro Universitário do Porto com direção artística da artista Hilda de Paulo.

    O Teatro Universitário do Porto (TUP) dedica-se à prática e exploração das artes teatrais e performativas desde 1948, sendo assim a companhia de teatro mais antiga do Porto em funcionamento. É uma associação juvenil sem fins lucrativos, filiada da Universidade do Porto que aposta na experimentação, na potência da identidade pessoal, na força coletiva e na formação informal.
    Uma Produção do Teatro Universitário do Porto com
    Direção Artística, Encenação e Pesquisa de Hilda de Paulo
    Produção Executiva: Miguel Amorim e Tiago Aires Lêdo
    Assistência de Encenação e de Direção de Arte e Cenografia: Tales Frey
    Assistência de Pesquisa: Diogo Sottomayor
    Dramaturgia: Ave Terrena
    Interpretação: TUP e convidado/as
    Luz: Gui Gaspar
    Figurinos: Maria Diogo
    Assessoria de Imprensa: Sara Cunha
    Design Gráfico e Editorial: Joana & Mariana

    Imagem © Hilda de Paulo




  • Quatro Vezes João Liberada

    Quatro Vezes João Liberada

    Tomás Paula Marques

    Quatro Vezes João Liberada é o nome do projeto da realizadora Tomás Paula Marques. Com base em julgamentos de dissidentes de género no período da Inquisição, uma equipa de jovens queer filma a narrativa de João Liberada, uma herege do século XVIII. Debatendo as diferentes possibilidades narrativas, a equipa questiona o destino da personagem.

    Tomás Paula Marques (Porto, 1994) é licenciada em Realização pela ESTC e pós-graduada em Sociologia pelo ISCTE. Trabalhou em Realização, Montagem e Anotação. Realizou a curta-metragem SEM ARMAS (2016) e o seu filme EM CASO DE FOGO (2019) tem viajado internacionalmente. Atualmente, Paula Marques encontra-se a finalizar a sua última curta-metragem CABRA CEGA e a terminar um Mestrado na EQZE com bolsa da Fundação Gulbenkian.
    Produção: Catarina de Sousa, Cristiana Cruz Forte
    Argumento: João Abreu, Tomás Paula Marques
    Realização: Tomás Paula Marques
  • Seis Práticas de Alegoria Política

    Seis Práticas de Alegoria Política

    Sofia Lemos

    Seis Práticas de Alegoria Política é um projeto editorial e de curadoria de artes visuais assente na prática institucional e experiência artística portuense, portuguesa e internacional com o objetivo de promover boas práticas de educação estética antifascista e de sensibilização democrática.


    Sofia Lemos (Porto, 1989) é curadora do Thyssen-Bornemisza Art Contemporary (TBA21) onde dirige um novo instituto de arte, ecologia política e justiça social. Entre 2018 e 2021, foi Curadora de Programas Públicos e Investigação no Nottingham Contemporary, Reino Unido, onde dirigiu a parceria com duas universidades (Universidade de Nottingham e Universidade de Nottingham Trent) e com o qual colabora como editora associada do The Contemporary Journal. Em 2020, foi Curadora Associada de Programas Públicos na 2ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Riga – RIBOCA2.


    Curadoria: Sofia Lemos
    Design Gráfico: Márcia Novais

    Imagem: Luke Willis Thompson, autoportrait, 2017. Installation view, Tate Britain, London, 2018. Commissioned by Chisenhale Gallery and produced in partnership with Create. Courtesy of the artist; Hopkinson Mossman Wellington; and Galerie Nagel Draxler Cologne/Berlin © Tate (Matt Greenwood) 
  • Terebentina: Um palmo acima do chão

    Terebentina: Um palmo acima do chão

    Colectivo Bergado

    Terebentina: Um palmo acima do chão visa explorar as dinâmicas do quotidiano na cidade do Porto – o sujeito plural, a comunidade, a pulsação vigorosa e o próprio caos – com o processo criativo do grupo Terebentina. Numa atitude arquivística, serão recolhidas múltiplas captações sonoras e visuais durante o projeto para posteriormente serem compiladas e apresentadas em diferentes formatos independentes, sendo expectável a participação de músicos/artistas fora do quotidiano da cidade ou do coletivo, estimulando o confronto das suas realidades percepcionadas. O trabalho culminará na edição do primeiro álbum de estúdio do grupo musical, revelando-se uma experiência pessoal e intransmissível.

    Desde 2016, o Colectivo Bergado desenvolve intensa actividade e constantes apresentações de projectos em articulação com as artes plásticas e a música, no contexto da cidade do Porto. A partir daqui, surge a editora online Berga Malhas, congregando o reportório dos elementos do colectivo e reunindo, assim, um espólio eclético de todas as suas movimentações. É do confronto entre semelhanças e diferenças que se forma Terebentina, que estreou o seu primeiro EP em 2019.
    Coordenação: Guilherme Oliveira
    Música: Terebentina (Ana Salt, André Pereira, António Feiteira, Bruno Duarte, Guilherme Oliveira, João Taveira, Luís Gigante, Miguel Ferreira)
    Arquivo (sonoro e visual), artwork: Colectivo Bergado
    Produção: Jorge Queijo/ Miguel Ferreira
    Design: Colectivo Bergado/ Marta da Silva
    Fotografia: Beatriz Blasi
    Edição: Berga Malhas/ Matéria Prima
    Participações: Francisco Amorim/ Francisco Oliveira/ Michael Morley/ Valley Rosário

    Imagem © Helena Rodrigues (Salgadofest, 2019)
  • Programação Sismógrafo 2021/22

    Programação Sismógrafo 2021/22

    Sismógrafo

    Com a programação 21/22 o Sismógrafo abre um novo capítulo na sua história. Diferentes formas de expressão formarão uma constelação. Cada exposição será autónoma, e, ao mesmo tempo, em cada uma aparecerão todas as outras. Cada mostra apresentar-se-á como um fragmento de realidade e um mecanismo de reparação. Uma reação alérgica contra a fatalidade (Freud), confiando não só no inteleto, mas também na capacidade crítica da pele, o nosso maior órgão. Serão apresentadas obras que, não sendo apenas um diagnóstico do nosso tempo, encerram um conteúdo utópico, como diz Stendhal, uma “promesse de bonheur”.

    O Sismógrafo é um espaço independente, autogerido e programado pela associação sem fins lucrativos Salto no Vazio. Desde 2014, tem vindo a produzir centenas de atividades públicas, destacando-se um programa contínuo de exposições de artes visuais, pontuado por iniciativas ligadas à performance, música experimental, literatura e pensamento, envolvendo diretamente dezenas de artistas e autores.
     
    Equipa do Sismógrafo: Emídio Agra, Hernâni Reis Baptista, Irene Rodrigues, João Pedro Trindade, Maria João Macedo, Pedro Huet, Rita Senra, Rodrigo B. Camacho, Sara Rodrigues e Susana Camanho.

    O programa do Sismógrafo para 2021/22 apoiado pelo Criatório suporta os eventos de: André Guedes, ngela Ferreira, Avril Corroon, Bárbara Fonte, Invernomuto, Jenny Natchigall, João Pedro Trindade, Mikhail Karikis e Priscila Fernandes.
  • A Drogaria

    A Drogaria

    aSede Amarela

    A Drogaria é um projecto recém formado por um conjunto de criadores que após participarem conjuntamente em alguns projectos decidiram reunir-se a fim de dar continuidade à programação cultural já existente de aSede Amarela. A Drogaria pretende experimentar momentos culturais fundamentados no conceito slow curating, na necessidade de reavaliar as taxonomias associadas à esfera artística e na urgência de localizar o lugar do objecto artístico em contextos não institucionais e de valor expandido - alargando a acessibilidade à arte, e diluindo as fronteiras maioritariamente classistas que definem o costumeiro público-alvo e os locais frequentados.


    A aSede Amarela é uma associação cultural que tem desenvolvido, desde 2016 ações, atividade em diferentes vertentes, tais como exposições, performances, apresentações, conferências e palestras. A ‘aSede Amarela’ conta com espaço expositivo próprio, localizado na zona Oriental da cidade do Porto (Corujeira) – o único nesta geografia da cidade. A sua programação privilegia artistas e autores com percursos algo marginais face aos circuitos de maior visibilidade.
    Autoria: Manuel Fonseca, Nuno Pires, Beatriz Chagas, Francisco Correia , Sebastião Borges.

    Imagem: A Drogaria © Nuno Pires, 2021
  • Arte Expandida – o futuro corre para nós a grande velocidade

    Arte Expandida – o futuro corre para nós a grande velocidade

    Espaço MIRA

    Arte Expandida - o futuro corre para nós a grande velocidade contempla a apresentação de exposições e mostras presenciais e online de arte contemporânea em diferentes expressões de videoarte; arte-digital, fazendo ligações a espaços de artistas na web e projetos online, desde obras cinematográficas, sonoras e musicais; e literatura, com conversas, debates e apresentação de obras de jovens autores, escritores, pensadores e investigadores contemporâneos e sessões de leitura. Para além do registo documental - em fotografia e vídeo - todos os eventos a realizar de forma presencial serão partilhados em streaming nas redes sociais.
     

    O Espaço MIRA, que ocupa o número 159 da rua de Miraflor, é uma galeria fundamentalmente ligada à fotografia e à sua relação com outras artes e saberes. Com direção artística de José Maia, o espaço está a desenvolver um programa de exposições em que se procura «pensar o campo expandido da fotografia», isto é, refletir a fotografia nas suas múltiplas vertentes. Conferências, ciclos de cinema e de performances e mostra de livros de artistas ajudam a uma reflexão crítica sobre o lugar e o papel da fotografia inscrita na cidade e no mundo de hoje.
     
    Direção: Manuela Matos Monteiro e João Lafuente
    Direção Artística: José Maia
    Curador investigador: João Terras
    Gestão Administrativa: Manuela Matos Monteiro
    Gestão Financeira: João Lafuente
    Fotografia: Espaço MIRA, Rui Apolinário e José Vaz e Silva
    Vídeo, Design, Produção, Comunicação, Website, equipa técnica e de montagem: Espaço MIRA: Patrícia Barbosa e Vânia Coutinho Cardoso

    Imagem: Tracing Memories, Desirée Desmarattes, 2019. Curadoria: Unearthing Memories - InterStruct Collective © Miguel F.
     
  • Central Elétrica

    Central Elétrica

    CRL - Central Elétrica

    Num programa amplo e diverso, a CRL - Central Elétrica propõe-se, no biénio de 2021-22, contribuir para as articulações do pensamento pós-colonial, a partir das políticas do corpo e das artes como campos de experimentação identitária. Estruturado em 4 grandes ciclos – EM CARGA: Ciclo Identidades; WATTS: Ciclo Sonoro; CURTO CIRCUITO: Ciclo para os Mais Jovens; e 22 VOLTS: Ciclo Performativo – o programa releva a dimensão transdisciplinar da CRL - Central Elétrica e a sua vontade de atuar em diferentes fases do processo criativo: investigação, criação, partilha, pensamento.

    Com 21 anos de atividade, a Circolando é um projeto múltiplo que atua na área dos cruzamentos disciplinares e vem desenvolvendo um centro de residências e criação na antiga central termoelétrica do Freixo, em Campanhã. Uma linha de ação que vem ganhando crescente protagonismo no projeto e que agora marca de algum modo um novo início. A CRL - Central Elétrica funde numa única sigla CiRcoLando e Central e assume-se como a nova forma de assinar deste projeto.
    Direção artística: André Braga e Cláudia Figueiredo
    Direção produção: Ana Carvalhosa
    Curadoria Central Elétrica: Pedro Vilela com André Braga, Cláudia Figueiredo e Ana Carvalhosa
    Produção executiva e coordenação espaços: Cláudia Santos
    Coordenação técnica: Pedro Coutinho
    Artistas/Coletivos Parceiros: Diego Aramburo (BOL), Calixto Neto (BRA), Favela Discos e Companhia Caótica (PT)
  • Dentro

    Dentro

    FUTURO VADIO

    A programação proposta para o espaço de intervenção artística Dentro estabelece ligação entre a prática de três gerações distintas – décadas de 70, 80 e 90 – abrindo espaço de diálogo entre artistas emergentes e outros já integrados no panorama artístico. O programa de exposições que se apresenta bimestralmente, é composto pelas intervenções de Fabrizio Matos, Teresa Chow/David Lopes, Bárbara Rosário, Hernâni Reis Baptista, Carlos Trancoso/Ivan da Silva e João Pinto. Com abordagens distintas aos problemas da contemporaneidade, procura-se não só dar continuidade ao seu corpo de trabalho no âmbito deste projecto, como também destacar uma programação diversa que promove o pensamento e o diálogo entre o público, os artistas e as questões que nos englobam. 

    FUTURO VADIO – ASSOCIAÇÃO CULTURAL tem como membros da sua direção Carlos Campos, Beatriz Bizarro e Maria João Ferreira. Tem como objetivo a produção cultural e o desenvolvimento de atividades tais como exposições, residências artísticas, publicações e workshops. Envolvida na produção do plano de programação da DENTRO, procura ser meio de promoção deste espaço de intervenção, estimulando a colaboração entre a associação e outras entidades. 
    Direção Artística: Carlos Campos, Beatriz Bizarro e Maria João Ferreira
    Coordenação Comunicação: Carlos Campos, Beatriz Bizarro e Maria João Ferreira
    Coordenação Técnica: Beatriz Bizarro
    Coordenação Design: Maria João Ferreira
    Coordenação Audiovisual: Carlos Campos

    Imagem: a tiny block of void, an empty sign or a cup of tea, Jiôn Kiim, 2020 © Carlos Campos
     
  • Encontros do Olhar: Fragilidade e Transitoriedade

    Encontros do Olhar: Fragilidade e Transitoriedade

    Instituto Português de Fotografia

    Sob o tema Fragilidade e Transitoriedade, o Instituto Português de Fotografia apresenta um ciclo de conversas focado na comunidade, propondo repensar a natureza da fotografia e tornando-a mais receptiva aos desafios das problemáticas atuais. Nas diversas sessões os convidados irão propôr uma discussão pública em torno da herança do arquivo colonial e da representação, da fotografia como autodeterminação e ativismo social, de projetos colaborativos com a comunidade, ou da curadoria em ambientes virtuais. Partindo de uma Open Call gratuita, os artistas emergentes selecionados terão a possibilidade de apresentar o portfólio aos convidados. No final o público é convidado a participar no vortex das imagens através de um Photo Quiz.

    O Instituto Português de Fotografia (IPF) é uma instituição reconhecida pela excelência do ensino nas artes visuais. Na cidade do Porto desde 2000, promove diferentes ações de formação no âmbito da fotografia, profissional e amadora, em diferentes áreas especificas e para todas as idades. O IPF promove também uma agenda cultural diversificada, contando anualmente com um programa público, com palestras, workshops e exposições.
    Curadoria: Miguel Proença
    Coordenação de Produção: José Miguel Sarmento
    Coordenação Técnica: Sara Costa
    Coordenação Financeira: Gabriela Silva
    Comunicação Gráfica: Hiperbole

    Documentation of the making of Assisted Self-Portrait of Ben Evans from Assembly by Anthony Luvera, 2014.

  • Espaço Ócio - Programação 2021/2022

    Espaço Ócio - Programação 2021/2022

    Ócio

    O espaço Ócia tenciona fazer vibrar com ainda mais força o espírito que o acompanha, convidando artistas que potenciem novos diálogos, aumentando o círculo de relações e cruzamentos, e, pelo caminho, retribuindo o carinho que tem recebido do bairro em que se inserem — o Bonfim. A programação divide-se em 3 secções: um ciclo de exposições no espaço Ócio; um ciclo de performances a acontecer num dos meses primaveris - cuja curadoria está à responsabilidade de Ana Rocha; e um ciclo de concertos, destinados principalmente a live stream, com curadoria da Mera Label.

    O Ócio, enquanto espaço líquido de criação artística, nasceu em 2012 fruto de um encontro e compromisso entre amigos. A equipa é hoje formada por Daniel Assunção, Hugo Oliveira, João Parra, João Soares, Maria von Hafe, Nelson Duarte e Raquel Peixoto. Desde 2019, está sediado na rua Duque da Terceira, inserindo-se assim num dos locais mais ativos da cena artística contemporânea do Porto.

    Produção: Daniel Assunção, João Soares, Hugo Oliveira, João Parra, Maria Miguel von Hafe, Nelson Duarte, Raquel Peixoto, Noémi Silva
    Curadoria de Exposições: Maria Miguel von Hafe, Hugo Oliveira, Nelson Duarte
    Curadoria: Ciclo Performativo Ana Rocha
    Concertos: Mera Label
    Design Gráfico: Raquel Peixoto, João Soares
    Multimédia: Daniel Assunção, João Parra
    Equipa Técnica: Nelson Duarte, Hugo Oliveira, Daniel Assunção
    Fotografia: Noémi Silva

    Imagem: O Ponto Amarelo, Carolina Garfo © João Monteiro
  • Migração e Memória

    Migração e Memória

    Rampa

    O ciclo de exposições Migração e Memória propõe pensar a temática Migração enquanto fenómeno sociológico, antropológico, económico e climático, como um movimento transformador de deslocamento, fragmentação e circulação de pessoas, ideias, matéria-prima, fauna, flora, objetos e memórias. Evoca-se assim a Memória como gesto político, ação de renomear, tornar presente, inscrever. Migração e memória conta com exposições dos artistas Ludgero de Almeida, Mónica de Miranda, Rebecca Moradalizadeh, Vanessa Fernandes e Xin Song.

    Rampa desenvolve programação na área das artes visuais/performativas, promovendo criadores locais e trazendo à cidade projetos internacionais. Assume o compromisso de expor criadores e tendências negligenciados pelas estruturas dominantes. Desde a sua fundação promoveu exposições, cinema e performance, com a participação de Marianne Keating, Melissa Rodrigues, Tiago Madaleno, entre outros. 
    Direção: Nuno de Campos, Melissa Rodrigues, Vera Carmo
    Programação: Alexandra Balona, Nuno Coelho, João Leal, Paula Parente Pinto
    Design: Atelier D'Alves
    Produção: Ana Clara Luz, Marcelo Graf dos Reis
    Curadores Convidados: Michelle Loh, Paula Parente Pinto, Azu Nwagbogu
    Artistas Convidados: Ludgero de Almeida, Mónica de Miranda, Rebecca Moradalizadeh, Vanessa Fernandes e Xin Song, entre outros
  • INSTITUTO - Programação 2021/22

    INSTITUTO - Programação 2021/22

    INSTITUTO

    O INSTITUTO é um ponto de encontro de diversas formas de expressão cultural, situado no coração do Porto. Partindo da arquitetura, a programação abrange as artes visuais e espaciais, o pensamento crítico e cruzamentos disciplinares, acreditando que a interdisciplinaridade aliada à informalidade do espaço potencia a criação e a pesquisa de novos discursos contemporâneos. Em 2021/22, a aposta do espaço recai no questionamento em torno da falta de representatividade de minorias étnicas e pessoas racializadas na esfera pública, propondo decifrar as especificidades de lugares negligenciados, vulneráveis, situados à margem dos modelos económicos da sociedade contemporânea.

    O INSTITUTO é o projeto cultural gerido pela Tamanho Azul – Associação, localizado na Rua dos Clérigos 44. Desde dezembro de 2018, tem desenvolvido programação em variados formatos — conversas, exposições, oficinas e publicações. Tem acolhido eventos, formações e ciclos dedicados com participantes individuais e coletivos de diversas áreas disciplinares, do panorama nacional e internacional.
     Direção Artística: Paulo Moreira
    Coordenação de Programação: Joana Graça
    Comunicação gráfica: Pê
    Registo fotográfico: Ivo Tavares
    Assessoria de Imprensa: Rita Neves
    Apoio Técnico e Audiovisual: João Ana, José Guilherme Marques
    Apoio de programação: Lara Ferreira

    Imagem © Ivo Tavares Studio
  • Sala de Exposições da Escola das Artes

    Sala de Exposições da Escola das Artes

    Centro de Criatividade Digital da Escola das Artes da UCP

    O novo ciclo de programação da Sala de Exposições da Escola das Artes surge pensado com o objetivo de dar destaque a um conjunto de obras inéditas de criadores — Igor Jesus, Sonoscopia, Ana Vaz e Carla Filipe —, na interseção entre arte cinemática, fotografia e arte sonora, que se vêem confrontados com a carestia de espaços de programação, no meio curso de carreiras artísticas já estabelecidas. O programa expositivo será acompanhado por um programa de edições monográficas em parceria com a editora Documenta | Sistema Solar. Estas edições assumem-se como forma de concretizar, do ponto de vista crítico e processual, a prática de investigação científica associada ao programa de exposições.

    O Centro de Criatividade Digital (CCD) é uma infraestrutura de produção artística e tecnológica, assente em projetos de investigação e desenvolvimento (I&D), inserida na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa no Porto. Desde 2018, com a abertura de um espaço expositivo próprio, o CCD tem produzido e apresentado projetos de investigação artística inéditos, culminando em exposições, performances e filmes.
     Coordenação Artística: Nuno Crespo, Daniel Ribas
    Coordenação de Produção e Edições: Diana Roque Ferreira
    Coordenação Técnica: André Baltazar, João Pereira, Vasco Carvalho
    Coordenação Financeira: Monica Monteiro


    Imagem: Vista da exposição Blind Faith, Diogo Evangelista © Nuno Fonseca / Escola das Artes
Criatório 2021: aprovado apoio para 25 projetos e espaços artísticos

Ter, 1 Jun 2021

Criatório 2021: aprovado apoio para 25 projetos e espaços artísticos

ler mais
Criatório tem candidaturas abertas até 12 de janeiro

Qua, 16 Dez 2020

Criatório tem candidaturas abertas até 12 de janeiro

ler mais
Programas Criatório e Shuttle vão ter novas edições em 2021

Qua, 9 Dez 2020

Programas Criatório e Shuttle vão ter novas edições em 2021

ler mais
O rigor emocional de JP Coimbra

Qui, 29 Out 2020

O rigor emocional de JP Coimbra

ler mais
O silêncio, a vibração dos espaços e o piano em JP Coimbra

Sex, 25 Set 2020

O silêncio, a vibração dos espaços e o piano em JP Coimbra

ler mais
Sensible Soccers preparam novo álbum intitulado

Qua, 5 Ago 2020

Sensible Soccers preparam novo álbum intitulado "Manoel"

ler mais
Apoios da quarta edição do Criatório já são conhecidos

Ter, 23 Jun 2020

Apoios da quarta edição do Criatório já são conhecidos

ler mais
Apoios artísticos do Shuttle e Criatório estão quase a fechar as candidaturas

Seg, 20 Jan 2020

Apoios artísticos do Shuttle e Criatório estão quase a fechar as candidaturas

ler mais
Uma reciclagem poética de lixo ministerial

Dom, 29 Dez 2019

Uma reciclagem poética de lixo ministerial

ler mais
Nova edição do Criatório tem maior orçamento e abre apoio a espaços

Seg, 9 Dez 2019

Nova edição do Criatório tem maior orçamento e abre apoio a espaços

ler mais
Guido Guidi foi à caça das sombras do Porto

Ter, 15 Out 2019

Guido Guidi foi à caça das sombras do Porto

ler mais
Guido Guidi caça sombras do Porto em fotografia e mostra-as a partir de hoje

Ter, 15 Out 2019

Guido Guidi caça sombras do Porto em fotografia e mostra-as a partir de hoje

ler mais
Maria Jorge e Mary Beard encontram-se num solo sobre mulheres e poder na Mala Voadora

Sáb, 21 Set 2019

Maria Jorge e Mary Beard encontram-se num solo sobre mulheres e poder na Mala Voadora

ler mais
Apoios do Criatório foram aprovados por unanimidade em reunião de câmara

Ter, 4 Jun 2019

Apoios do Criatório foram aprovados por unanimidade em reunião de câmara

ler mais
Projeto apoiado pelo Criatório estreia no Ateneu

Qui, 11 Abr 2019

Projeto apoiado pelo Criatório estreia no Ateneu

ler mais
Black Bombaim com Jonathan Saldanha, Luís Fernandes & Pedro Augusto

Ter, 9 Abr 2019

Black Bombaim com Jonathan Saldanha, Luís Fernandes & Pedro Augusto

ler mais
Velvet Carpet de Pedro Prazeres tem estreia no Ateneu Comercial do Porto

Qua, 27 Mar 2019

Velvet Carpet de Pedro Prazeres tem estreia no Ateneu Comercial do Porto

ler mais
Três músicos, três produtores, um universo em expansão constante

Seg, 18 Mar 2019

Três músicos, três produtores, um universo em expansão constante

ler mais
O Hysteria quer pôr as mulheres na linha da frente da criação colectiva

Qua, 6 Mar 2019

O Hysteria quer pôr as mulheres na linha da frente da criação colectiva

ler mais
Black Bombaim lançam novo disco que rompe com a 'tradição' da banda

Ter, 5 Mar 2019

Black Bombaim lançam novo disco que rompe com a 'tradição' da banda

ler mais
A história da Hysteria

Ter, 26 Fev 2019

A história da Hysteria

ler mais
Talea Jacta Est – André Couto

Qui, 17 Jan 2019

Talea Jacta Est – André Couto

ler mais
Projeto musical Hysteria com apoio do Criatório procura 15 participantes

Qui, 3 Jan 2019

Projeto musical Hysteria com apoio do Criatório procura 15 participantes

ler mais
Exposição Uma Presença Sugerida abre no In Spite Of

Qui, 20 Dez 2018

Exposição Uma Presença Sugerida abre no In Spite Of

ler mais
Abertas candidaturas à terceira edição do Criatório

Ter, 18 Dez 2018

Abertas candidaturas à terceira edição do Criatório

ler mais
Terceira edição do Criatório abre candidaturas no dia 17

Ter, 11 Dez 2018

Terceira edição do Criatório abre candidaturas no dia 17

ler mais
TALEA JACTA EST – Julius Gabriel

Ter, 23 Out 2018

TALEA JACTA EST – Julius Gabriel

ler mais
História e autobiografia cruzam-se no novo trabalho de Ana Pérez-Quiroga

Qua, 26 Set 2018

História e autobiografia cruzam-se no novo trabalho de Ana Pérez-Quiroga

ler mais
Espetáculo criado com apoio da Câmara do Porto estreia na Bienal de Berlim

Qua, 22 Ago 2018

Espetáculo criado com apoio da Câmara do Porto estreia na Bienal de Berlim

ler mais
PLÁKA já está online e lança cursos sobre a prática artística contemporânea

Sáb, 28 Jul 2018

PLÁKA já está online e lança cursos sobre a prática artística contemporânea

ler mais
Aprovados os vencedores da 2.ª edição do Criatório

Ter, 3 Jul 2018

Aprovados os vencedores da 2.ª edição do Criatório

ler mais
Galeria Portátil inaugura trabalho de Carlos Lobo sobre o bairro de Campinas

Qua, 6 Jun 2018

Galeria Portátil inaugura trabalho de Carlos Lobo sobre o bairro de Campinas

ler mais
Teatro do Bolhão recebe os Amigos Imaginários da realizadora Rita Barbosa

Sex, 1 Jun 2018

Teatro do Bolhão recebe os Amigos Imaginários da realizadora Rita Barbosa

ler mais
Jardins da Casa da Prelada começam hoje a revelar o ouvido secreto das plantas

Qua, 30 Mai 2018

Jardins da Casa da Prelada começam hoje a revelar o ouvido secreto das plantas

ler mais
Estrutura começou ação de formação na área do teatro com apoio do Criatório

Sex, 30 Mar 2018

Estrutura começou ação de formação na área do teatro com apoio do Criatório

ler mais
Programa Criatório recebeu 316 candidaturas artísticas

Qua, 14 Fev 2018

Programa Criatório recebeu 316 candidaturas artísticas

ler mais
Sismógrafo expõe desenho e pintura de Jorge Queiroz

Sex, 2 Fev 2018

Sismógrafo expõe desenho e pintura de Jorge Queiroz

ler mais
Black Bombaim mostram em fevereiro novo trabalho criativo com Luís Fernandes

Ter, 30 Jan 2018

Black Bombaim mostram em fevereiro novo trabalho criativo com Luís Fernandes

ler mais
Vem aí a segunda residência artística do novo disco dos Black Bombaim

Seg, 29 Jan 2018

Vem aí a segunda residência artística do novo disco dos Black Bombaim

ler mais
Prazo de candidatura ao programa Criatório foi alargado até 13 de março

Qui, 25 Jan 2018

Prazo de candidatura ao programa Criatório foi alargado até 13 de março

ler mais
White Rabbit, Red Rabbit põe performer a improvisar sobre texto enviado do Irão

Sex, 5 Jan 2018

White Rabbit, Red Rabbit põe performer a improvisar sobre texto enviado do Irão

ler mais
Concerto encenado conta a outra história de Macbeth

Sex, 5 Jan 2018

Concerto encenado conta a outra história de Macbeth

ler mais
Black Bombaim lançam novo disco que rompe com a

, 0 0

Black Bombaim lançam novo disco que rompe com a "tradição" da banda

ler mais