Plataforma Municipal de Apoio à arte contemporânea

Porto.

PLÁKA reúne projetos que consubstanciam a política municipal de apoio à prática artística contemporânea no Porto, dando forma às iniciativas Aquisição, Colectivos Pláka, Anuário, Criatório, Shuttle e Inresidence.
Mediando processos de criação, reflexão e investigação em diferentes territórios da arte contemporânea, constitui-se enquanto plataforma de síntese, e análise, de medidas de apoio a artistas e agentes culturais e da sua articulação com a política cultural do município.
A plataforma PLÁKA é uma iniciativa da Câmara do Porto.
 
    •  
    EQUIPA

    Presidente da Câmara do Porto
    Rui Moreira
     
    Diretora Artística
    Filipa Ramos
     
    Diretora Executiva
    Sílvia Fernandes

    Coordenador de Programação
    Nuno Rodrigues

    Gestora de Projeto
    Ana Brito

    Produtor Executivo
    Vítor Rodrigues

    Coordenador de Comunicação e Edição
    Tiago Dias dos Santos

    Comunicação e Mediação de Públicos
    Diana dos Reis
     
    Assistente de Direção
    Yoan Teixeira

    Assistente Administrativa
    Cláudia Almeida


    ÁGORA — CULTURA E DESPORTO, E.M.
    Presidente do Conselho de Administração
    Catarina Araújo

    Conselho de Administração
    César Navio
    Ester Gomes da Silva

    Secretariado da Administração
    Liliana Gonçalves

    Direção de Gestão de Pessoas, Organização e Sistemas de Informação
    Sónia Cerqueira (Diretora)
    Cátia Ferreira, Elisabete Martins, Helena Vale, Joana Ngola, João Carvalhido, Jorge Ferreira, Madalena Peres, Paulo Cardoso, Paulo Moreira, Ricardo Faria, Ricardo Santos, Ruben Almeida, Sandra Pinheiro, Vânia Silva

    Direção de Serviços Jurídicos e de Contratação 
    Jorge Pinto (Diretor)
    Amanda Leite, André Cruz, Bruno Cunha, Eunice Coelho, Francisca Mota, Filipa Faria, Filipe Barbot, Jorge Almeida, Pedro Caimoto, Leonor Mendes, Luís Areias, Márcia Teixeira, Marta Silva, Tiago Abreu

    Direção Financeira 
    Rute Coutinho (Diretora)
    Alexandra Espírito Santo, Ana Cristina Almeida, Ana Rita Rodrigues, Fernanda Reis, Manuela Roque, Mariana Vilela, Sandra Ferreira, Sérgio Sousa, Simão Sousa Branca, Sofia Barbosa

    Direção de Comunicação e Imagem
    Bruno Malveira (Diretor)
    Agostinho Ferraz, Carina Novo, Catarina Madruga, Francisco Ferreira, José Reis, Maria do Rosário Serôdio, Rui Meireles

     
Porto.

Criatório

Criatório é um concurso anual de apoio à criação e programação artísticas no Porto que abrange as seguintes áreas: Artes visuais e curadoria; Artes performativas; Composição, programação e performance musical; Literatura e pensamento crítico.
Este programa de financiamento tem como principais objetivos contribuir para a consolidação da atividade de artistas e agentes culturais provenientes de múltiplas disciplinas artísticas, e que no Porto podem encontrar um contexto propício ao desenvolvimento da sua prática profissional.
O Criatório 2022 apoia 15 projetos de criação artística e 10 espaços de programação, através da atribuição de bolsas no valor de 15 mil euros.

O período de candidaturas decorre entre 16 de fevereiro e as 18h de 11 de março.

Juri 2022

  • Projetos Criação Artística
  • Ana Flávia Miguel

     
     Licenciada em música (piano), mestre e doutorada em etnomusicologia. Ao longo dos anos tem feito trabalho de campo em Portugal, Cabo Verde, Itália, Brasil, Moçambique e África do Sul. É a investigadora co-responsável pela elaboração do dossier de candidatura do Kola San Jon a património cultural imaterial. Produziu o documentário Kola San Jon, galardoado com o Intangible Heritage Documentation Award no 6th Folk Music Film Festival, em 2016, no Nepal. Os seus principais domínios de estudo são arquivos digitais em música, música e migração, música e pós-colonialismo, etnomusicologia aplicada e práticas de investigação partilhada em estudos sobre música em Cabo Verde e em Portugal. É editora assistente da revista El Oído Pensante. De 2005 a 2013 foi assistente convidada no Instituto Politécnico de Bragança. De 2016 a 2018 foi investigadora de pós-doutoramento em etnomusicologia na Universidade de Aveiro. Atualmente é coordenadora para a cooperação e internacionalização e investigadora no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro.
  • Ana Figueira

     
     Licenciada em Dança, mestre em Performance Artística-Dança e pós-graduada em Gestão das Artes. É fundadora e diretora da Companhia Instável, estrutura atualmente intitulada Instável – Centro Coreográfico. Foi responsável pelas atividades culturais da Fundação Narciso Ferreira durante 18 anos, produtora do Mudanças 2002 e fundadora e diretora do Festival Invicta Cidade que Dança (NEC) de 1999 a 2001. Foi programadora (2005-2007) e diretora artística (2007-2009) do Teatro Aveirense. Desde 1992, leciona no Ginasiano-Escola de Dança, e desde 2002, é professora convidada de Marketing da Cultura e Divulgação e produção do Curso de Direção de Cena da ESMAE. Tem tido um papel de relevância no incentivo a jovens criadores e intérpretes, assim como no desenvolvimento da dança no Porto. O trabalho que tem desenvolvido com criadores e enquanto programadora, confere-lhe uma compreensão ambivalente do meio. O seu trabalho como formadora e a experiência como coreógrafa completam uma perceção abrangente das diversas vertentes da área e um conhecimento próximo de futuras gerações de criadores e intérpretes.
  • Manuel Segade

     
     Trabalha, desde 1998, em fragmentos da história cultural das práticas estéticas do final do século XIX, em torno da produção de uma subjetividade somática e sexualizada, tema de seu livro Narciso Fin de Siglo, publicado em 2008. Entre a sua vasta prática curatorial, destaca-se o Pavilhão Espanhol na 57ª Bienal de Veneza, em 2017. Tem lecionado prática curatorial em diferentes programas de pós-graduação e mestrado, em instituições entre as quais e se destacam a School of Fine Art - University of Cape Town (África do Sul), MACBA - Museo de Arte Contemporáneo de Barcelona (Espanha), École du Magasin (França). É diretor do Centro de Arte Dos de Mayo, em Móstoles, Madrid (Espanha).
  • Espaços Programação
  • Barbara Piwowarska

     
     Curadora e historiadora de arte especializada no legado da vanguarda e em arte contemporânea. Desde 2010, dirige o projeto Footnote, uma série de exposições e intervenções itinerantes que referenciam instituições, situações e conceitos existentes. Em 2017, foi curadora do Pavilhão Polaco da 57ª Bienal de Veneza com Little Review, de Sharon Lockhart. Desde 2019, na qualidade de diretora artística e curadora, programa o novo centro de arte Casa São Roque (CSR) no Porto, que abriu em outubro de 2019 com a exposição INVENTÓRIA, de Ana Jotta, e onde, recentemente, foi responsável pela curadoria de Footnote 14: Angel of History, um projeto colaborativo dedicado a Walter Benjamin e às suas afiliações com o Porto, e Jean-Luc Moulène: Técnico Libertário.
  • Luísa Mota

     
     Licenciada em Belas Artes e Estudos Críticos na Goldsmiths College e mestre em Escultura na Royal College of Art, ambas em Londres. O seu trabalho estende-se sobre diferentes formatos, em particular a performance, a fotografia, a escultura e o vídeo. Aborda temas relacionados com sistemas de crença e estigmas religiosos e culturais, numa análise sobre a condição humana através de conteúdos energéticos, psicológicos e comportamentais. É diretora do espaço Artes (Mota Galiza, Porto) e do Via Aberta, o evento anual do Centro Comercial Mota Galiza.
  • Susana Caló

     
     Investigadora em filosofia, análise institucional e histórias políticas da saúde mental. É membro do Centre for Humanities and Health (KCL), dos coletivos Others Ways to Care e Chaosmosemedia. No King's College, é co-investigadora de La Toupie Folle, projeto centrado na vida social e pragmática dos conceitos do jornal coletivo francês Recherches. Atualmente, desenvolve com Godofredo Pereira, um projeto sobre direito à investigação, práticas de programação institucional e transformação social, a partir do grupo CERFI – Centre d'Études de Recherche et de Formation Institutionnelle –, com apoio da Graham Foundation, Het Nieuwe Instituut e Minor Compositions.
01 / 25
  • Troubling the Stage. The Politicality of Marlene Monteiro Freitas’ Choreographic Work

    Troubling the Stage. The Politicality of Marlene Monteiro Freitas’ Choreographic Work

    Alexandra Balona

     A publicação Troubling the Stage. The Politicality of Marlene Monteiro Freitas’ Choreographic Work visa refletir sobre a potencialidade política e artística da obra da coreógrafa e bailarina cabo-verdiana Marlene Monteiro Freitas. Partindo dos seus universos coreográficos fundados numa abertura radical, na colisão de materiais dissonantes que convocam a impureza e o híbrido, na intensidade transmitida ao público por incorporação, esta publicação reflete como a obra de Marlene desloca pressupostos onto-epistemológicos sobre a dança contemporânea e sobre a própria modernidade ocidental, articulando discurso crítico com a complexidade visual dos seus universos figurais.

     Alexandra Balona é investigadora e curadora independente, sediada no Porto. Doutoranda em Estudos de Cultura (all but Viva), foi curadora de diversos eventos como independente e em equipa, tais como: Anton Vidokle: Citizens of the Cosmos (Rampa, 2021); Abertura, Impureza, Intensidade: Olhares em torno da obra coreográfica de Marlene Monteiro Freitas (TMP, 2020); Metabolic Rifts (Serralves e TMP, 2017-18). Escreve no Público, Contemporânea, Art Press.
     Autora: Alexandra Balona
    Autores convidados: Marlene Monteiro Freitas e André Lepecki
    Coordenação Editorial: Maria Burmester
    Design: Macedo & Cannatà, Lda
    Impressão: Gráfica Maiadouro
    Editora: Sternberg Press (a confirmar)
    Local de acolhimento do evento de lançamento: Rampa, Porto
  • Feeling Flora

    Feeling Flora

    berru

     Feeling Flora explora a realidade, agência e “vida privada” de entidades globais não-humanas e rejeita a visão antropocêntrica de pensar e agir sobre o mundo, por forma a estreitar laços de proximidade e intimidade com estas entidades. O projeto de berru propõe realizar uma investigação artística focada na vegetação espontânea que floresce na cidade do Porto sem intenção, intervenção ou cuidado humano.

     Fundado em 2015, berru é um coletivo de artistas sediado no Porto. Expôs a sua obra na Fundação Calouste Gulbenkian - Lisboa, BoCA Biennial of Contemporary Arts, Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado ( prémio SONAE MEDIA ART 2019), gnration e INDEX – Braga, Galeria Municipal do Porto, Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas - Açores, The Old Truman Brewey - Londres, entre outros.
    Artistas e criadores do projeto: berru  
    Coprodutora e assistente de Investigação: gui flor
    Designer: Miguel Mesquita
  • A incompletude para além do fim

    A incompletude para além do fim

    Carlos Barradas

     A incompletude para além do fim é um projeto que, utilizando metodologias colaborativas e de inspiração etnográfica, aborda e discute visual e textualmente a temática da identidade na população residente na Freguesia de Campanhã, no Porto. Considerando o momento de profunda transformação que aquele território atravessa, no que pode ser designado de liminaridade do tempo urbano, este projeto fará uma reflexão sobre a relação particularmente complexa entre estrutura espacial e social, memória individual e coletiva, e significação simbólica do espaço.

    Carlos Barradas é fotógrafo, doutorado em Antropologia (2020), mestre em Antropologia Visual (2010), mestre em Fotografia Contemporânea (2020) e licenciado em Antropologia. Tem produzido ensaios fotográficos e textuais sobre questões como sustentabilidade, território, colonialismo e pós-colonialismo, deficiência e novas masculinidades. É cocriador e coeditor da SOPA Magazine (www.sopamag.com) e editor de conteúdo da Lenscratch (www.lenscratch.org).
     Artista: Carlos Barradas
    Colaborações: Nuno Pimenta, Untile, URBiNAT e Festival IMAGO
  • Bulir

    Bulir

    Dalila Gonçalves

     Bulir é um projeto de produção artística associado a uma publicação. Através de duas linhas de trabalho - Ar de Ouvido e Sinfonia de Vapor - serão testados os limites do silêncio e da reminiscência sonora de matérias naturais e artefatos do quotidiano do imaginário coletivo. Pretende-se colocar em diálogo matérias naturais e matérias fabricadas pela mão humana, pensando a multiplicidade de processos inerentes a diferentes usos de matérias no nosso dia-a-dia.

     Dalila Gonçalves é licenciada em Artes Plásticas-Pintura (2005), e mestre em Ensino de Artes Visuais (2009) pela FBAUP e FPCEUP. Completou o 1º ano do Doutoramento em Arte e Design na FBAUP (2012). Em 2008 foi seleccionada para a II edição do Curso de Fotografia do Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística. Entre 2010 e 2011 trabalhou em Barcelona no atelier do artista plástico Ignasi Aballí como bolseira do programa Inov-art. Foi seleccionada, entre outras, para as residências artísticas: Programme KulturKontakt Austria (Viena 2017); Residência Inclusartiz (Rio de Janeiro 2014); Residência Pivô- Arte e Pesquisa (São Paulo, 2018); Fundación
    Marso, (México DF 2020). Expõe regularmente em Instituições, Galerias e Feiras de Arte em diferentes países da Europa e da América do Sul.
     
  • Mulher-romã

    Mulher-romã

    Costanza Giovani

     Mulher-romã é um projeto de criação, que procura refletir sobre o papel da mulher na sociedade ocidental a partir do estudo dos contos populares europeus, através da criação de um texto teatral original, um livro de artista e uma performance transdisciplinar. O projeto procura estabelecer um contato consistente com a comunidade do Porto, através de momentos de abertura do processo e ações em institutos de ensino artístico.

     Costanza Giovani é artista multidisciplinar. Desde 2008, cria obras híbridas que nascem da contaminação entre dança, teatro e artes plásticas. Mestre em Artes Cénicas (ESMAE, Porto), estudou dança contemporânea no CEM (Lisboa) e no CPDC (Florença) e biomecânica teatral com Nikolaj Karpov (academia GITIS de Moscovo). No seu percurso artístico destaca o trabalho com a companhia Zaches Teatro (Itália) e com os coreógrafos/encenadores Madalena Victorino, Aldara Bizarro, André Braga e Claudia Figueiredo, entre outros. Desde 2019, é diretora artística da Fogo Lento-associação cultural e do espaço CAMPO (centro periférico de contaminação entre arte, ciência e ambiente).
     
  • Assossiassão

    Assossiassão

    Giuliana Almasio & Rita Mota

     Assossiassão é uma estrutura de produção crítica e artística. Partindo de um tema, pretende investigar as ramificações a ele associadas com um olhar crítico e mordaz. Tomarão a forma de ensaios, que numa segunda fase assumirão a materialização mais adequada (impressa ou digital). Um ano de trabalho divide-se em três temporadas. Cada uma terá um tema e focos diferentes. Todo o material será de distribuição gratuita, promovendo o seu acesso e intervenção do público, para além de prevermos eventos abertos à comunidade. O site e arquivo digital comportará o processo e os resultados integralmente.


    Giuliana Almasio (Rio de Janeiro, 1994) é estudante do mestrado em Design da Imagem e participa de exposições em Portugal e no exterior com trabalhos fotográficos. Rita Mota (Porto, 1999) escreve sobre cinema, faz BD independente e colabora com o designer de moda Marcelo Almiscarado. Ambas são designers de comunicação e frequentam feiras de arte. Valorizam fazer coisas úteis, procurando formas de criação e gestão colaborativas. 
     Direção, investigação, escrita e produção: Giuliana Almasio e Rita Mota
    Design gráfico: Giuliana Almasio e Rita Mota
    Programação do website: Hugo Sá
  • exercícios de florescimento

    exercícios de florescimento

    Gui Flor

     exercícios de florescimento é um projeto performativo tecido do cruzamento entre a ecossexualidade e as relações de afeto, brotando de uma existência transfeminina pontuada pela solidão. É uma reflexão sobre o corpo dissidente partindo do corpo dissidente, reclamando-se como desejoso e desejável e que encontra na ecossexualidade a sua naturalização. No apreço pela quietude, no abraço a cada árvore e no beijo em todas as flores, exercícios de florescimento assume a arte como relação, quer criar laços através de si, é performance porque é aqui-e-agora, é ichi-go ichi-e, é corpas em revolução.

    Gui Flor é artista, à procura da partilha do sensorial. Dos territórios do vídeo, luz e web experimental, para a exploração do olfato e paladar como performance, tem encontrado novas oportunidades de se
    expressar, ao encontro do corpo como experiência. Ativamente à procura de uma existência com o menor impacto no planeta e o maior impacto nas pessoas (https://girlflux.xyz)
     Criação, performance e direção Artística: Gui Flor
    Criação e performance: Tiago Aires Lêdo, Maré de Esperança
    Sonoplastia: Joana Rodrigues
    Figurinos e trabalho têxtil: Patrícia Brito
    Fotografia: Matilde Viegas
    Desenvolvimento e design web: plana.digital
  • SUN BURN

    SUN BURN

    Hugo Almeida Pinho

    O sol tem tido um papel essencial na imaginação utópica humana, sendo reverenciado como força divina em si mesma, e associado frequentemente a certas potências políticas, ideológicas ou espirituais. Por outro lado, a ligação do sol ao capital está hoje intrinsecamente relacionada com os que controlam a produção energética e aqueles que dela dependem. Convocando políticas de visibilidade e de invisibilidade que moldam a nossa relação heliocêntrica com o sol, Sun Burn é um livro composto por duas partes inter-relacionadas – um ensaio visual, e dois ensaios estético-filosóficos, que irão abordar certas imagéticas e políticas ligadas ao capitalismo solar, às dialécticas biopolíticas da luz e a certas cegueiras ligadas a falências energéticas e ecológicas.
     

     Hugo de Almeida Pinho (Ovar, 1986) vive e trabalha entre Porto e Karlsruhe. É mestrando em Media Arte na Staatliche Hochshule für Gestaltung Karlsruhe (HfG) com bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian (2020/22), licenciado em Artes Plásticas - Pintura pela Faculdade de Belas Artes, Universidade do Porto (2012) e pela Güzel Sanatlar Fakültesi, Marmara Üniversitesi em Istambul (2010). Entre as residências artísticas mais recentes destacam-se a Künstlerhaus Bethanien 2018/19 (Berlim) com bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian e na Cité Internacionale des Arts 2019 (Paris) com bolsa do Institut Français e Centre Culturel Portugais/Camões. Recentemente editou o livro "Paradox of Plenty" publicado pela Atlas Projectos e pela Kunstraum Botschaft Berlin.
     Editor e Autor: Hugo de Almeida Pinho
    Autores dos ensaios: Sami Khatib, Sara Castelo Branco
    Publisher: Paulo Mendes
    Design: Joana Pestana
    Editora: In.Transit Editions, Stolen Books
  • The F Word: intersecting feminism, design and publishing

    The F Word: intersecting feminism, design and publishing

    Futuress

    Com The F Word, a plataforma Futuress reúne um grupo multidisciplinar de 15 participantes que coletivamente irão pesquisar, explorar e revelar histórias pouco conhecidas sobre periódicos feministas do passado. A investigação dos participantes irá refletir sobre como diferentes estratégias visuais e editoriais suportaram o movimento feminista revelando táticas de design, processos coletivos, e conflitos da publicação feminista. No Verão de 2023, as suas revelações coletivas serão desvendadas num simpósio de três dias no Porto. O evento irá reunir um grupo internacional de designers, historiadores, ativistas e editores cuja prática reflete sobre este campo de investigação pouco explorado que é a interseção entre feminismo, design e publicação.
     

     Futuress é uma plataforma feminista de design e política, empenhado em ser um espaço para as pessoas, perspetivas e histórias que foram — e permanecem — sub-representadas, oprimidas e ignoradas. Tem como missão democratizar radicalmente o acesso à educação e ao discurso sobre design, capacitar e amplificar as vozes das mulheres, BIPoC, LGBTQIA+, Sul Global, pessoas com deficiência, migrantes, refugiados e outros de origens marginalizadas, a fim de criar um impacto social duradouro para a diversidade e a equidade.
    Criação e organização: Maya Ober, Nina Paim e Isabel Duarte
     
  • UR•DIR

    UR•DIR

    Jordann dos Santos

     O projeto UR•DIR parte da matéria prima para contar uma história, uma ideia do que é um vestido-figurino: Um homem que espera. O tempo passa. O que se faz enquanto se espera? Em termos dramatúrgicos, a matéria será explorada como uma memória sensorial capaz de despertar reações no corpo. O labor e a acção física em relação com a matéria, um homem como produto dessa matéria. O espetáculo resultante partirá então da criação do figurino antes da personagem ou texto cénico, cruzando a matéria com a história de alguém que espera que o seu amor regresse ou chegue - o Mito de Penélope.

    Jordann dos Santos concluiu o Art Foundation em Suffolk, no Reino Unido, e frequentou os cursos de Fashion Design na Brighton Fashion School e Design de Moda no Citex. Assumiu o cargo de Coordenador do curso de Coordenação e Produção de Moda, e posteriormente o cargo de Coordenador do curso de Design de Moda da Gudi. Frequenta o último ano de Mestrado em Artes Cénica com especialização em figurinos na ESMAE.
     Conceção e Figurino: Jordann Dos Santos
    Interpretação: Vitor Alves da Silva
    Texto: Maria Olas
    Ilustração e Conteúdos Plásticos: Dylan Silva
    Dispositivo Cénico: Pedro Valdez Cardoso
    Design Gráfico: Luís Cepa
    Produção: Inês Almeida Matos
    Consultoria Artística: Catarina Lacerda
    Comunicação: Mafalda Simões
    Registo Audiovisual: Eduardo Breda
    Desenho de Luz: Pedro Abreu
    Composição de Banda Sonora e Interpretação: Sandra Martins 
  • AMERIKA | A MURALHA DA CHINA

    AMERIKA | A MURALHA DA CHINA

    Jorge Palinhos

     AMERIKA | A MURALHA DA CHINA é um projeto de encenação teatral, com dramaturgia de Jorge Palinhos. O projeto tem a sua equipa formada pelo encenador brasileiro Thiago Arrais, os atores portugueses Diana de Sousa e Daniel Macedo Pinto, a atriz italiana Olivia Corsini e o audio-videoinstalador português Jorge Quintela. Esta criação procura justapor, em palco, os dois romances homónimos do escritor checo Franz Kafka, escritos há mais de um século, visionariamente intitulados "Amerika" e "A Muralha da China", extraindo, em ambos os casos, o seu sentido de atualidade e adoptando-os como sua chave metafórica.

     Jorge Palinhos é escritor e dramaturgo, com peças suas apresentadas e/ou editadas em Portugal, Alemanha, Argentina, Bélgica, Brasil, Espanha e Estados Unidos da América. Trabalha como dramaturgista com diversos coletivos teatrais portugueses e internacionais. Concluiu um doutoramento sobre dramaturgia contemporânea lusófona na Universidade do Minho, e é docente da Escola Superior de Teatro e Cinema e da Escola Superior Artística do Porto.
     Encenação: Thiago Arrais
    Dramaturgia: Jorge Palinhos
    Elenco: Diana de Sousa, Daniel Macedo Pinto e Olivia Corsini.
    Áudio-vídeoinstalação: Jorge Quintela
    Desenho de Luz: Daniel Wôrm



  • (DES)ORIENTE

    (DES)ORIENTE

    Laís França & Rachel Merlino

    (DES)ORIENTE é um projeto expositivo de curadoria insurgente, baseado em percursos urbanos construídos coletivamente com suporte de obras artísticas visuais que permearão o espaço público. Pretende-se, através dessas práticas artíticas, locais e coletivas, promover uma leitura crítica sobre as narrativas que circundam a espacialidade urbana da zona oriental do Porto. Além disso, repensar as exposições nos espaços públicos da cidade, subvertendo os papeis de atores locais como artistas-curadores e a cidade como objeto e sujeito de atuação.
     

    Laís França é mestre em Políticas Urbanas e Ordenamento do Território, com enfâse em direito à cidade, habitação e imigração. Rachel Merlino é artista, arquiteta e mestranda em Estudos da Arte, com ênfase em género e prática espacial crítica. Juntas, são um duo de criadoras brasileiras que articulam reflexões em torno da participação coletiva, práticas artísticas e desenvolvimento territorial.  
     Direção artística, curadoria e gestão do projeto: Laís França e Rachel Merlino
  • HORROR VECTOR

    HORROR VECTOR

    Associação Cultural OOPSA

     O ciclo editorial Horror Vector propõe estruturar, produzir e revelar uma sequência de música e arte sonora composta na sequência de encomendas, derivas e peças de palco ou performances na cidade do Porto pelo artista Jonathan Saldanha. Trata-se de sequenciar em formato disco expandido uma série de peças sonoras com e a partir do tecido cosmogônico construído pelo artista a partir da comunidade alargada de músicos, coreógrafos e filósofos com que se cruzou e com os quais formou coletivos, dramaturgias, peças de palco, instalações e concertos a partir e na cidade do Porto nos últimos dez anos. É um documento ativo e que produz uma revisitação de registos de algumas dessas composições e em alguns casos uma regravação, operando os eixos sonoros
    a partir dos seus componentes gráficos e plásticos (partituras, diagramas, imagética) com o design da dupla Dayana Lucas e Dário Cannatà, e da expansão vídeo de Luís Sobreiro e Bernardo Amaral. Partindo do acervo vivo e em constante acumulação de Jonathan Saldanha desenvolve-se um pensamento que parte da vivência na cidade do Porto, das suas metanarrativas e derivas, de onde surgem discursos que agem como vetores de mutação sobre a realidade narrativa contemporânea.

     A Associação Cultural OOPSA, com atividade iniciada no ano de 2006 e estatutariamente definida como núcleo identitário de criação e pesquisa, plataforma de curadoria, entidade de programação e editora é articulada por um coletivo de artistas com sede no Porto. As suas linhas de ação projectam-se de forma transdisciplinar em distintos formatos de atuação, produção e divulgação cultural, tais como a dramaturgia literária e cénica, a reflexão e publicação escrita, edição fonográfica e videográfica (www.soopa.org).
     Direção: Jonathan Saldanha
    Produção: Joaquim Durães
    Músicos: João Pais Filipe, Brendan Hemsworth, Filipe Silva, Franklin Soares Monteiro e André Rocha
    Design: Dayana Lucas e Dário Cannatà
    Vídeo: Luís Sobreiro e Bernardo Oliveira
  • A Hora da Estrela

    Rita Barbosa

     A Hora da Estrela é um espectáculo teatral onde um/a performer joga um videojogo, que usa a tecnologia VR. O dispositivo será essencialmente composto por uma projeção vídeo 3D que consiste na transmissão/ streaming dos Óculos VR usados pelo intérprete. O público é convidado a assistir ao comportamento do performer a atravessar o jogo, bem como a imergir no seu ponto-de-vista, projetado na tela. Criar-se-á um jogo 3D desenvolvido especificamente para este espetáculo. A performance expandir-se-á nas dimensões do palco à medida que o intérprete vai atravessando o espaço virtual.

     Rita Barbosa (Porto, 1979) é realizadora e artista visual, licenciada em Artes Digitais, no curso de Som e Imagem, pela UCP (2002). Trabalha em colaboração na criação, escrita e concepção visual de projectos nas áreas do teatro, performance, cinema e audiovisual procurando desconstruir processos operativos de realização, pensando a arte como um jogo estético.
     Criação e Direção artística: Rita Barbosa, Rui Lima, Sérgio Martins, Jorge Quintela, Maria Inês Marques
    Dramaturgia e Escrita: Rita Barbosa, Maria Inês Marques
    Banda Sonora e Sound Design: Rui Lima, Sérgio Martins
    Dispositivo e Cenografia: Jorge Quintela
    Design de Luz: Cárin Geada
    Intérprete: João Abreu
  • Delirium Ambulatorium

    Delirium Ambulatorium

    Tiago Ângelo

     Delirium Ambulatorium tem como foco geográfico o troço oriental do antigo Ramal da Alfândega, entre a estação de Campanhã e o Bairro das Fontaínhas. Nesta zona ripícola realizar-se-á um período de investigação-criação em relação dircta com as memórias aurais das comunidades humanas que a habitam, explorando também as propriedades acústicas da sua arquitetura, geologia, fauna e flora. O projeto culminará com a apresentação de um filme-concerto. Uma performance audiovisual onde convivem fragmentos documentais atravessados por ficções deambulatórias que imaginam outras topografias.

     Tiago Ângelo é um músico, compositor e artista sonoro cujo trabalho se posiciona na interseção entre música e tecnologia. Desenvolve composições para mídia e teatro, instrumentos musicais robóticos e dispositivos idiossincráticos de radiação sonora, procurando na sua prática a exploração dos conceitos de ressonância e feedback, nas diferentes camadas cognitivas e fenomenológicas do som.
     Composição musical e direção artística: Tiago Ângelo
    Realização e investigação: Gonçalo Mota
    Interpretação: Tiago Ângelo, Gil MAC, Nuno Pinto, Cláudio Vidal
    Design gráfico: Gil MAC
    Comunicação: Cláudio Vidal
    Apoio técnico: Vítor Costa
    Apoios: Sonoscopia Associação Cultural, Circolando - Cooperativa Cultural CRL
  • Confluências Transoceânicas

    Confluências Transoceânicas

    CRL – Central Elétrica

     Pensando a partir de 05 ciclo de acções, a proposta de programação pretende ampliar as perspetivas sobre quais os agentes de transformações culturais têm atuado, promovendo o diálogo de distintas linhas de pensamento: os resultados das confluências entre objetos, línguas e conhecimentos; as diferenças epistemológicas entre as tradições do Norte e do Sul global; as conceptualizações de sujeito, espaço, paisagem e território; as perspetivas pós-humanas e ecocríticas frente aos mundos transoceânicos e e as produções culturais que nascem às margens. Como esses diferentes imaginários abordam esse atravessamento? De que maneira essa perspetiva nos ajuda a repensar distintas categorias, como as de raça, género e classe? são as questões que norteiam este projeto.

     Instalada na antiga central termoelétrica do Freixo, a CRL– Central Elétrica é um centro de residências e criação artística que procura ressignificar uma parte deste pólo industrial desativado, pulsando e gerando outras formas de energia. Ao longo dos 17 anos neste espaço, tem promovido cruzamentos disciplinares como uma das marcas do projeto, defendendo-se que a abertura ao outro e a partilha das suas práticas é um dos mais fortes meios de estruturação de linguagens singulares.
    Direção artística: André Braga & Cláudia Figueiredo
    Direção de produção: Ana Carvalhosa
    Central Elétrica: Pedro Vilela
    Produção executiva: Cláudia Santos & Susana Lage
  • A Leste - Programação 2022/2023

    A Leste - Programação 2022/2023

    A Leste

     A Leste é um espaço independente de produção cultural e artística que se assume como um lugar de experimentação transdisciplinar e pensamento crítico no qual convergem diferentes formas de experiência e conhecimento; um lugar para partilhar os anseios, desejos e inquietações que dão forma às nossas práticas artísticas, discutir possibilidades e impossibilidades poéticas e políticas, e direcionar a atenção para ações transformativas do mundo que nos rodeia. 

     O espaço A Leste iniciou a sua programação regular em setembro de 2020. Através de um programa diversificiado que conta com exposições, concertos, performances, projeções de filmes e conversas - para além de um espaço de criação individual e coletiva - tem procurado servir de ponte entre diferentes localidades, proporcionando a convergência e interseção de diferentes ângulos e perspetivas. 
     Direção artística, curadoria, acompanhamento de projetos e apoio à produção: Leonor Parda
    Produção, curadoria, RP, social media, design gráfico, apoio à produção: Pisitakun Kuantalaeng
    Artistas / projetos convidados: A Manga (Fer e Jaja Rolim), Aurora Pinho, RezmOrah, Soy Division, Un-Thai-tled, Anna Solal, Elvin Brandhi, Lydiah Nsiah, Jejuno, Mariana Portela Echeverri
  • 1⁄4 De Liceiras 18

    1⁄4 De Liceiras 18

    De Liceiras 18

    O plano de programação foca-se na organização de quatro residências sazonais orientadas a exposições em parceria com quatro espaços locais (OKNA, ARTES, DENTRO e PB27). Para cada temporada, o espalo De Liceiras 18 convidou um artista internacional para cocriar uma exposição com um curador local. Cada artista irá desenvolver o seu projeto durante a residência de três meses, apresentando o processo de trabalho em andamento em dois Open Studios na De Liceiras 18 no final dos dois primeiros meses de residência. No primeiro fim de semana do terceiro mês de residência, cada artista apresentará uma exposição individual num dos quatro  espaços colaborativos, contando ainda com a possibilidade de programação de eventos paralelos (performances, projeções, workshops, concertos, leituras, visitas, sessões de cozinha criativas...). Os artistas terão ainda a possibilidade de continuar a adaptar as suas exposições, fazendo com que as exposições cresçam e se transfigurem ao longo do tempo. 

     DE LICEIRAS 18 – COMUNIDADE ARTÍSTICA TEMPORÁRIA (DL18) é um programa de residência artísticas alojado numa velha casa do centro do Porto. A comunidade foi criada em julho de 2014 por iniciativa da artista Maja Renn. Em 2020, DL18 é registada como Associação Cultural sob o nome EKLIPSEFÉMERO – NÚCLEO ARTÍSTICO INDEPENDENTE, atualmente dirigido pela artista Xu Moru, o artista Matias Romano e o designer João Moura em cocuradoria com um grupo de residentes alumni e habitantes locais de diferentes áreas criativas. O projeto foi sempre gerido e curado coltivamente por artistas locais e internacionais, e alojou mais de duas centenas de residentes, criativos provenientes de trinta países durante os últimos oito anos.
     Equipa da De Liceiras 18: Xu Moru, Matias Romano e João Moura

    O programa 1⁄4 De Liceiras 18 (2022/2023) suporta os eventos de: Anatoliy Belov com a curadoria de Radu Sticlea, Leon Billerbeck com a curadoria de Carlos Pinto, Natalie Feldesman com a curadoria de Carlos Campos, Jazmín Giordano com a curadoria de Rita Mariano e Pedro Mariano.
  • INSTITUTO – Programação 2022/23

    INSTITUTO – Programação 2022/23

    INSTITUTO

    O INSTITUTO é um ponto de encontro de diversas formas de expressão cultural, situado no coração do Porto. Partindo da arquitetura, a programação abrange as artes visuais e espaciais, o pensamento crítico e cruzamentos disciplinares, acreditando que a interdisciplinaridade aliada à informalidade do espaço potencia a criação e a pesquisa de novos discursos contemporâneos. Em 2022/23, a aposta do espaço recai numa reflexão sobre o entendimento do espaço construído, questionando a sua definição, disputando as suas fronteiras, e indagando sobre os seus desvios.
     

     O INSTITUTO é o projeto cultural gerido pela Tamanho Azul – Associação, localizado na Rua dos Clérigos 44. Desde dezembro de 2018, tem desenvolvido programação em variados formatos — conversas, exposições, oficinas e publicações. Tem acolhido eventos, formações e ciclos dedicados com participantes individuais e coletivos de diversas áreas disciplinares, do panorama nacional e internacional.
     Direção Artística: Paulo Moreira
    Diretora-adjunta: Joana Graça
    Gestora de projetos e de programação: Raquel Pais
    Design gráfico: Pê · Pedro Ponciano
    Produção e comunicação: Ivo Tavares, João Ana, Oona Wächter, Raquel Rocha
  • Espaço Ócio - Programação 2022/2023

    Espaço Ócio - Programação 2022/2023

    Ócio

     Para este ciclo de programação, o espaço Ócio propõe-se a manter relações íntimas com os espaços de acolhimento e de alimento que existem no bairro, no Bonfim, com as pessoas que recebem e com as pessoas que encontram nesses lugares. A programação, mais focada nas artes plásticas, procura explorar o que significa ser artista e se é uma coisa assim tão séria. O humor e o mergulho no absurdo será o propósito central deste ciclo de exposições, que foi desenvolvido num momento em que se dilui uma pandemia e se inicia uma guerra no continente europeu. 

     O Ócio - enquanto espaço líquido de criação artística - nasceu em 2012, fruto de um encontro e compromisso entre amigos. A equipa é hoje formada por Daniel Assunção, Hugo Oliveira, João Parra, João Soares, Maria von Hafe, Nelson Duarte, Raquel Peixoto, Noémi Silva e Carolina Gaspar. Desde 2021, está sediado na rua do Heroísmo, inserindo-se assim num dos locais mais ativos da cena artística contemporânea do Porto.
     
  • Manobras Contra-Controlo

    Pedreira

    As movimentações da vida contemporânea assentam numa base capitalista com visões, soluções e linguagens altamente binárias de controlo digital. Refletindo no aumento da violência machista na cidade do Porto com sucessivas queixas de perseguições e de violência na via pública, relacionando-a com uma possível resposta do município — o aumento da segurança dos espaços de circulação da cidade, a Pedreira convida artistas e coletivos a realizarem sessões de partilha e laboratórios de experimentos que assentem em reflexões críticas sobre a relação entre vigilância-controlo-segurança, numa base metodológica centrada em práticas de capacitação-consciencialização-reflexão de grupos de pessoas trans, mulheres cis e pessoas não binárias. 

     A Pedreira tem sido desenvolvida num centro de experiência e consciência coletiva através de processos altamente embrionáticos, auto-didáticos e emergentes. As práticas irreverentemente disruptivas nos seus formatos de apresentação, são uma base de reflexão para a criação conjunta – sendo estes formatos: Sessões Hybridas, Sessões de Partilha, Laboratórios de Experiment e Residências Express.
    Coordenação artística: Pedreira
    Linha programática: Manobras Contra Controlo — Vigilância, Visibilidade e Segurança Trans e Não-binárie em Espaços Públicos Físicos & Virtuais 
  • DEZ ANOS, UM ANIVERSÁRIO SEM FESTA / A Urgência do Reencontro

    DEZ ANOS, UM ANIVERSÁRIO SEM FESTA / A Urgência do Reencontro

    Rua do Sol

     Assente na importância dos seus dez anos de programação continuada e partilha de processos criativos diversos, DEZ ANOS, UM ANIVERSÁRIO SEM FESTA / A Urgência do Reencontro pretende celebrar o espaço da Galeria do Sol como lugar de encontros entre público e criadores Procura evidenciar novas propostas no campo da arte contemporânea contribuindo para alargar o campo da prática artística e curatorial a novos tipos de público e de criadores.

    O coletivo Rua do Sol desenvolve, desde 2013, uma atividade constante de programação e intervenção artística na cidade do Porto. Inicialmente situado num antigo armazém da Rua do Sol, o coletivo está agora sediado no edifício do Círculo Católico de Operários do Porto (CCOP) onde se apresenta como uma plataforma para a criação e programação interdisciplinar.  
     
  • Senhora Presidenta - Programação 2022/2023

    Senhora Presidenta - Programação 2022/2023

    Senhora Presidenta

    A galeria Senhora Presidenta é um projeto de Dylan Silva (artista), Luís Cepa (designer gráfico) e Mariana Malhão (ilustradora). Partilhando há quase quatro anos o espaço de galeria com o projeto GUR e um atelier de ilustradores e designers, ao longo deste tempo a Senhora Presidenta manteve uma programação regular de exposições, workshops, conversas e lançamentos de artistas locais e internacionais, às quais pretende dar continuidade com este novo ciclo de programação. 
     

     
    Programação e curadoria por Senhora Presidenta (Dylan Silva, Luís Cepa e Mariana Malhão) com o apoio de Teresa Pinto na programação de vídeo.

    Exposções
    Coletivas
    Maria Paz, Fátima Moreno, João Xará, Bárbara Gabriela, Carlos Gaspar e A.Bran
    Carolina Celas e João Fazenda
    McCloudZicmuse e Anne Brugni

    Individuais
    João Sobral, Sr. Joaquim, Beatriz Blasi, Lisa Mouchet

    Workshops e Oficinas
    Teresa Arega, A.Bran, Viarco, Heitor Corrêa, Gazete Azulejos, Desenháculo (c/ Nicolau e artistas convidados), Anne Brugni.

    Parceiros
    Júlio Dolbeth e Rui Vitorino Santos (curadores da extinta Dama Aflita), Stolen Books, Rug by Gur, Orfeu Negro, Pop’Lar, Mecha Studio, Feira da Alegria, Jornal O Bonfim, Canal180, Gazete Azulejos, Animanostra, Lu.Ca, Viarco, Norcópia, Chili com Carne, Planeta Tangerina, Vícara, Olarias Mira Agostinho e Feliciano Agostinho, Not So Fast Press, Edições Ruína.
     
  • Programação Sismógrafo 2022/2023

    Sismógrafo

     Neste ciclo de programação, o Sismógrafo propõe-se a registar as dinâmicas e as trepidações do presente. "A ameaça de uma guerra global põe em evidência a nossa vulnerabilidade. Como responde a arte às exigências deste momento histórico? A degeneração das condições de vida numa natureza espoliada, a violência sexista, o ódeio ao diferente, a fragilidade dos corpos, as migrações, as fronteiras e as ações humandas que provocam a catástrofe serão alguns dos temas tratados nas próximas exposições. Até em tempos de bombas atómicas é possível desarticular a violência. Nestes tempos difíceis, a vida e arte continuam a mostrar a sua resiliência."

     O Sismógrafo é um espaço independente programado pela associação sem fins lucrativos Salto no Vazio. Desde 2014, o Sismógrafo tem vindo a produzir centenas de atividades públicas, com destaque para um programa contínuo de exposições de artes visuais, além de iniciativas ligadas à performance, à música experimental, à literatura e ao pensamento, envolvendo diretamente dezenas de artistas e autores. 
     Equipa Sismógrafo: Emídio Agra, Rodrigo Camacho, Susana Camanh, Pedro Huet, Maria João Macedo, Hernâni Reis Baptista, Irene Rodrigues, Sara Rodrigues, Rita Senra e João Pedro Trindade

    A programação 2022/2023 contará com os autores: Avril Corroon, Mikhail Karikis, André Guedes, Bárbara Fonte, Vera Mota, Colectivo W (Sylvian Azam, Ana Braga, Judith Espinas, Émeline Jaret, Yannick Langlois, Céline Notheaux, Martha Salimbeni, Laure Wauters e Giuliana Zefferi), António Bolota e Rubén Santiago
  • Sonoscopia - Programação 2022/2023

    Sonoscopia - Programação 2022/2023

    Sonoscopia

     A programação proposta pela Sonoscopia engloba um conjunto de ações que intersetam vários pontos sobre os quais assentam algumas das bases da associação e coletivo artístico: concertos, instalações, oficinas e palestras em torno do som e das suas diferentes formas de materialização em formas musicais, efetuados numa perspetiva abrangente e aberta a toda a comunidade. Estas ações têm lugar no espaço físico da Sonoscopia, um espaço recentemente renovado e pensado para dar respostas a algumas das atuais questões relacionadas com a organização do pensamento musical.


     A Sonoscopia é uma associação para a criação, produção e promoção de projetos artísticos e educativos, centrada nas áreas da música experimental, na pesquisa sonora e nos seus cruzamentos transdisciplinares. Desde a sua criação, em 2011, produziu mais de 700 eventos, criações artísticas, atividades pedagógicas e publicações. Dispõe ainda de um espaço localizado no Porto, com estúdios equipados e preparados para a conceção e produção de trabalhos criativos e científicos, residências e apresentações, tendo acolhido centenas de artistas de todo o mundo.
     Direção Artística e Programação: Gustavo Costa
    Gestão e produção: Patrícia Caveiro
    Técnico de som: Alberto Lopes e João Ricardo
    Vídeo: Augusto Lado
    Fotografia: Rui Pinheiro / Sonoscopia
    Produção Sonoscopia
Candidaturas aos programas municipais Criatório e Shuttle abrem na próxima semana

Ter, 8 Fev 2022

Candidaturas aos programas municipais Criatório e Shuttle abrem na próxima semana

ler mais
Criatório 2021: aprovado apoio para 25 projetos e espaços artísticos

Ter, 1 Jun 2021

Criatório 2021: aprovado apoio para 25 projetos e espaços artísticos

ler mais
Criatório tem candidaturas abertas até 12 de janeiro

Qua, 16 Dez 2020

Criatório tem candidaturas abertas até 12 de janeiro

ler mais
Programas Criatório e Shuttle vão ter novas edições em 2021

Qua, 9 Dez 2020

Programas Criatório e Shuttle vão ter novas edições em 2021

ler mais
O rigor emocional de JP Coimbra

Qui, 29 Out 2020

O rigor emocional de JP Coimbra

ler mais
O silêncio, a vibração dos espaços e o piano em JP Coimbra

Sex, 25 Set 2020

O silêncio, a vibração dos espaços e o piano em JP Coimbra

ler mais
Sensible Soccers preparam novo álbum intitulado

Qua, 5 Ago 2020

Sensible Soccers preparam novo álbum intitulado "Manoel"

ler mais
Apoios da quarta edição do Criatório já são conhecidos

Ter, 23 Jun 2020

Apoios da quarta edição do Criatório já são conhecidos

ler mais
Apoios artísticos do Shuttle e Criatório estão quase a fechar as candidaturas

Seg, 20 Jan 2020

Apoios artísticos do Shuttle e Criatório estão quase a fechar as candidaturas

ler mais
Uma reciclagem poética de lixo ministerial

Dom, 29 Dez 2019

Uma reciclagem poética de lixo ministerial

ler mais
Nova edição do Criatório tem maior orçamento e abre apoio a espaços

Seg, 9 Dez 2019

Nova edição do Criatório tem maior orçamento e abre apoio a espaços

ler mais
Guido Guidi foi à caça das sombras do Porto

Ter, 15 Out 2019

Guido Guidi foi à caça das sombras do Porto

ler mais
Guido Guidi caça sombras do Porto em fotografia e mostra-as a partir de hoje

Ter, 15 Out 2019

Guido Guidi caça sombras do Porto em fotografia e mostra-as a partir de hoje

ler mais
Maria Jorge e Mary Beard encontram-se num solo sobre mulheres e poder na Mala Voadora

Sáb, 21 Set 2019

Maria Jorge e Mary Beard encontram-se num solo sobre mulheres e poder na Mala Voadora

ler mais
Apoios do Criatório foram aprovados por unanimidade em reunião de câmara

Ter, 4 Jun 2019

Apoios do Criatório foram aprovados por unanimidade em reunião de câmara

ler mais
Projeto apoiado pelo Criatório estreia no Ateneu

Qui, 11 Abr 2019

Projeto apoiado pelo Criatório estreia no Ateneu

ler mais
Black Bombaim com Jonathan Saldanha, Luís Fernandes & Pedro Augusto

Ter, 9 Abr 2019

Black Bombaim com Jonathan Saldanha, Luís Fernandes & Pedro Augusto

ler mais
Velvet Carpet de Pedro Prazeres tem estreia no Ateneu Comercial do Porto

Qua, 27 Mar 2019

Velvet Carpet de Pedro Prazeres tem estreia no Ateneu Comercial do Porto

ler mais
Três músicos, três produtores, um universo em expansão constante

Seg, 18 Mar 2019

Três músicos, três produtores, um universo em expansão constante

ler mais
O Hysteria quer pôr as mulheres na linha da frente da criação colectiva

Qua, 6 Mar 2019

O Hysteria quer pôr as mulheres na linha da frente da criação colectiva

ler mais
Black Bombaim lançam novo disco que rompe com a 'tradição' da banda

Ter, 5 Mar 2019

Black Bombaim lançam novo disco que rompe com a 'tradição' da banda

ler mais
A história da Hysteria

Ter, 26 Fev 2019

A história da Hysteria

ler mais
Talea Jacta Est – André Couto

Qui, 17 Jan 2019

Talea Jacta Est – André Couto

ler mais
Projeto musical Hysteria com apoio do Criatório procura 15 participantes

Qui, 3 Jan 2019

Projeto musical Hysteria com apoio do Criatório procura 15 participantes

ler mais
Exposição Uma Presença Sugerida abre no In Spite Of

Qui, 20 Dez 2018

Exposição Uma Presença Sugerida abre no In Spite Of

ler mais
Abertas candidaturas à terceira edição do Criatório

Ter, 18 Dez 2018

Abertas candidaturas à terceira edição do Criatório

ler mais
Terceira edição do Criatório abre candidaturas no dia 17

Ter, 11 Dez 2018

Terceira edição do Criatório abre candidaturas no dia 17

ler mais
TALEA JACTA EST – Julius Gabriel

Ter, 23 Out 2018

TALEA JACTA EST – Julius Gabriel

ler mais
História e autobiografia cruzam-se no novo trabalho de Ana Pérez-Quiroga

Qua, 26 Set 2018

História e autobiografia cruzam-se no novo trabalho de Ana Pérez-Quiroga

ler mais
Espetáculo criado com apoio da Câmara do Porto estreia na Bienal de Berlim

Qua, 22 Ago 2018

Espetáculo criado com apoio da Câmara do Porto estreia na Bienal de Berlim

ler mais
PLÁKA já está online e lança cursos sobre a prática artística contemporânea

Sáb, 28 Jul 2018

PLÁKA já está online e lança cursos sobre a prática artística contemporânea

ler mais
Aprovados os vencedores da 2.ª edição do Criatório

Ter, 3 Jul 2018

Aprovados os vencedores da 2.ª edição do Criatório

ler mais
Galeria Portátil inaugura trabalho de Carlos Lobo sobre o bairro de Campinas

Qua, 6 Jun 2018

Galeria Portátil inaugura trabalho de Carlos Lobo sobre o bairro de Campinas

ler mais
Teatro do Bolhão recebe os Amigos Imaginários da realizadora Rita Barbosa

Sex, 1 Jun 2018

Teatro do Bolhão recebe os Amigos Imaginários da realizadora Rita Barbosa

ler mais
Jardins da Casa da Prelada começam hoje a revelar o ouvido secreto das plantas

Qua, 30 Mai 2018

Jardins da Casa da Prelada começam hoje a revelar o ouvido secreto das plantas

ler mais
Estrutura começou ação de formação na área do teatro com apoio do Criatório

Sex, 30 Mar 2018

Estrutura começou ação de formação na área do teatro com apoio do Criatório

ler mais
Programa Criatório recebeu 316 candidaturas artísticas

Qua, 14 Fev 2018

Programa Criatório recebeu 316 candidaturas artísticas

ler mais
Sismógrafo expõe desenho e pintura de Jorge Queiroz

Sex, 2 Fev 2018

Sismógrafo expõe desenho e pintura de Jorge Queiroz

ler mais
Black Bombaim mostram em fevereiro novo trabalho criativo com Luís Fernandes

Ter, 30 Jan 2018

Black Bombaim mostram em fevereiro novo trabalho criativo com Luís Fernandes

ler mais
Vem aí a segunda residência artística do novo disco dos Black Bombaim

Seg, 29 Jan 2018

Vem aí a segunda residência artística do novo disco dos Black Bombaim

ler mais
Prazo de candidatura ao programa Criatório foi alargado até 13 de março

Qui, 25 Jan 2018

Prazo de candidatura ao programa Criatório foi alargado até 13 de março

ler mais
White Rabbit, Red Rabbit põe performer a improvisar sobre texto enviado do Irão

Sex, 5 Jan 2018

White Rabbit, Red Rabbit põe performer a improvisar sobre texto enviado do Irão

ler mais
Concerto encenado conta a outra história de Macbeth

Sex, 5 Jan 2018

Concerto encenado conta a outra história de Macbeth

ler mais
Black Bombaim lançam novo disco que rompe com a

, 0 0

Black Bombaim lançam novo disco que rompe com a "tradição" da banda

ler mais