Plataforma Municipal de Apoio à arte contemporânea

Porto.

PLÁKA reúne projetos que consubstanciam a política municipal de apoio à prática artística contemporânea no Porto, dando forma às iniciativas Aquisição, Colectivos Pláka, Anuário, Criatório, Shuttle e Inresidence.
Mediando processos de criação, reflexão e investigação em diferentes territórios da arte contemporânea, constitui-se enquanto plataforma de síntese, e análise, de medidas de apoio a artistas e agentes culturais e da sua articulação com a política cultural do município.
A plataforma PLÁKA é uma iniciativa da Câmara do Porto.
 
  • EQUIPA

    Presidente da Câmara do Porto
    Rui Moreira
     
    Diretora Artística
    Filipa Ramos
     
    Diretora Executiva
    Sílvia Fernandes

    Coordenador de Programação
    Nuno Rodrigues

    Gestora de Projeto
    Ana Brito

    Produtor Executivo
    Vítor Rodrigues

    Coordenador de Comunicação e Edição
    Tiago Dias dos Santos

    Comunicação e Mediação de Públicos
    Diana dos Reis
     
    Assistente de Direção
    Yoan Teixeira

    Assistente Administrativa
    Cláudia Almeida


    ÁGORA — CULTURA E DESPORTO, E.M.
    Presidente do Conselho de Administração
    Catarina Araújo

    Conselho de Administração
    César Navio
    Ester Gomes da Silva

    Secretariado da Administração
    Liliana Gonçalves

    Direção de Gestão de Pessoas, Organização e Sistemas de Informação
    Sónia Cerqueira (Diretora)
    Cátia Ferreira, Elisabete Martins, Helena Vale, Joana Ngola, João Carvalhido, Jorge Ferreira, Madalena Peres, Paulo Cardoso, Paulo Moreira, Ricardo Faria, Ricardo Santos, Ruben Almeida, Sandra Pinheiro, Vânia Silva

    Direção de Serviços Jurídicos e de Contratação 
    Jorge Pinto (Diretor)
    Amanda Leite, André Cruz, Eunice Coelho, Francisca Mota, Filipa Faria, Filipe Barbot, Jorge Almeida, Pedro Caimoto, Leonor Mendes, Luís Areias, Márcia Teixeira, Marta Silva, Tiago Abreu

    Direção Financeira 
    Rute Coutinho (Diretora)
    Alexandra Espírito Santo, Ana Rita Rodrigues, Fernanda Reis, Manuela Roque, Mariana Vilela, Sandra Ferreira, Sérgio Sousa, Simão Sousa Branca, Sofia Barbosa, Sofia Rebelo

    Direção de Comunicação e Imagem
    Bruno Malveira (Diretor)
    Agostinho Ferraz, Carina Novo, Catarina Madruga, Francisco Ferreira, José Reis, Maria do Rosário Serôdio, Rui Meireles
Porto.

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Shuttle

 O programa Shuttle tem como principais objetivos promover internacionalmente a cultura da cidade e o trabalho de artistas, autores e agentes culturais sediados no Porto.
Esta iniciativa visa atribuir bolsas de apoio nas áreas de Artes visuais e curadoria; Artes performativas; Performance e composição musical; Tradução e criação literária e ensaística.
Com um orçamento anual de 75 mil euros para 2022, o programa de concurso está aberto em permanência até outubro e as bolsas de apoio a atribuir variam entre os 1500 e os 7500 euros.

Júri 2022

  • Júri 2022
  • Ana Botella

     
     Produtora e programadora cultural, com uma abordagem interdisciplinar, que trabalha nas áreas da cultura, tecnologia, ciência e saúde, explorando questões contemporâneas urgentes e fomentando novas imaginações. Atualmente, está sediada em Lisboa, onde é Diretora Adjunta do CAM – Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi Acting Head of Programme no museu e biblioteca Wellcome Collection, em Londres. Entre 2012 e 2019 foi Head of Program na FACT - Foundation for Art and Creative Technology, em Liverpool, e entre 2007 e 2012 foi Head of Exhibitions and Publications no LABoral Centro de Arte y Creación Industrial, organização sediada em Gijón (Espanha), com foco na interseção entre arte, ciência, tecnologia e indústrias criativas.
  • Cristina Grande

     
     Licenciada em História pela FLUP e pós-graduada em Gestão das Artes pelo INA, em colaboração com o Departamento de Gestão das Artes / Universidade de Columbia (Nova Iorque, USA). É responsável pelo Serviço de Artes Performativas e programadora de Dança Contemporânea e Performance de Serralves-Museu de Arte Contemporânea. Neste âmbito, destacam-se a organização da residência artística anual Mugatxoan (2002-2010) em parceria com a instituição Arteleku, a co-programação do Festival Trama (2006-2011), e a co-curadoria de O Museu como Performance (2015-2021). Desde 2010, integra o comité de experts dos Fundos Roberto Cimetta, nas áreas da Dança e Performance e, desde 2019, inclui o Júri do Programa de Apoio à Mobilidade de artistas dos PALOP e Timor-Leste, nas disciplinas de Música e Artes Cénicas, a convite da Fundação Calouste Gulbenkian.

  • Mário Moura

     
     Crítico de design, arte e cultura, curador, docente e investigador, sediado no Porto. Escreve regularmente para jornais, revistas, e blogues. É autor dos livros Design em Tempos de Crise (Braço de Ferro, 2009), O Design Que o Design Não Vê (Orfeu Negro, 2017), A Força da Forma (Orfeu Negro, 2019), bem como de uma tese de doutoramento sobre Autoria no Design. Leciona História e Crítica do Design na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto.
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  • 7 ≈ 8

    7 ≈ 8

    AURA

     Artes Performativas

    Âmbito: Digressão internacional que conta com sete apresentações ao público no Reino Unido e uma na Alemanha, com a finalidade de promover a arte produzida por Aura, uma jovem criadora da cidade do Porto.

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: entre junho de 2022 e março de 2023

    7 ≈ 8 é uma performance imersiva e etérea, um ecossistema habitado pela artista e pelo público, onde duas paisagens corporificadas intersetadas desdobram-se, mapeando a sua identidade e circunscrevendo a sua transição. A visão cenográfica da peça transporta a audiência para a simplicidade absoluta de um trabalho sobre o corpo, a mente e a alma. Propondo a observação atenta de atos como o de despertar, respirar, levantar, secar, transitar e revelar que simultaneamente contém ousadia e vulnerabilidade.

    AURA (1997, Porto) é uma artista transdisciplinar que funde as artes visuais, a performance, o teatro e a dança para explorar questões de género e de sustentabilidade. O seu trabalho tem sido apresentado internacionalmente em Portugal, Polónia, França, Itália e Reino Unido; e inclui colaborações com o conceituado coreógrafo Raimund Hoghe e o compositor Alessandro Bosetti.
    Conceção e Interpretação: Aura Soares Fonseca
    Direção de Cena: Hugo Veiga
    Desenho de Luz: Nao Nagai
    Som: Sarah-Holly Sayeed
    Cenografia: Molly Syrett, Daisy Blower, Joe Fairweather-Hole
    Assistência à Cenografia: Michał Drozd, Lydia Newman
    Figurino: Berthe Fortin, Amelia Cullen
    Audiovisuais: Patrick Furness
    Apoio à Dramaturgia: Graeme Miller, Anna Furse, Mischa Twitchin
    Fotografia: Gonçalo Alexandre
  • A Horta Cinematográfica

    A Horta Cinematográfica

    Ricardo Leite

    Artes Visuais e Curadoria

    Âmbito: O projeto consiste num trabalho de criação em película 16mm com várias etapas: a exibição de filmes criados com a técnica de revelação biodegradável da autoria de Ricardo Leite; a escrita de um guião pelos habitantes da aldeia e as filmagens a realizar após a oficina e a revelação dos filmes.

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: 13 de julho a 22 de agosto de 2022

    Neste projeto serão implementadas as ideias e o trabalho do artista e pesquisador Ricardo Leite cruzando-as com o projeto “Aqui onde tudo acaba” que foi premiado pelo edital brasileiro do Prémio Catarinense de Cinema. Os filmes serão revelados com elementos orgânicos como plantas, flores e frutos da região, processadas num pequeno laboratório que será montado na aldeia indígena. Este laboratório cumprirá portanto dois propósitos: para revelar o filme realizado pelo indígena Jucelino Filho e os pequenos filmes realizados pela restante comunidade durante a oficina orientada por Ricardo Leite.

    Ricardo Leite estudou cine-vídeo na ESAP no Porto entre 1998 e 2002. É doutorando em Educação Artística na FBAUP. Em 2016 realizou uma residência no LIFT, Canadá, com um projeto dedicado aos processos alternativos de revelação não tóxicos em película cinematográfica. Está a finalizar dois documentários de longa-metragem: “Lucefece” rodado em 16mm, com o apoio do ICA e RTP e “Maçãs Azuis” sobre Edila Gaitonde.
     
  • Amigos Imaginários

    Amigos Imaginários

    Rita Barbosa

    Artes Performativas

    Âmbito: Estreia internacional do espetáculo "Amigos Imaginários" no Noorderzon Performing Arts Festival Groningen. O convite de programação propõe sete apresentações durante uma semana.

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: 18 a 28 de agosto

    Amigos Imaginários é um filme-performance no qual o público é convidado a assistir à projecção de um filme, em fase de montagem, que é sonorizado ao vivo num estúdio de "foley". Uma especulação sobre o que poderá ser o cinema, tirando partido de um dos artifícios mais utilizados para a construção da ilusão da verdade.

    Rita Barbosa é realizadora e artista visual, licenciada em Artes Digitais, pela UCP (2002). A sua prática artística é desenvolvida principalmente na imagem filmada. Trabalha em colaboração na criação, escrita e concepção visual de projectos nas áreas do teatro, performance, cinema e audiovisual procurando desconstruir processos operativos de realização, pensando a arte como um jogo estético.
    Realização, texto e direção artística: Rita Barbosa
    Design de som: Rui Lima e Sérgio Martins, com a participação de Jonathan Saldanha
    Performance: Rui Lima, Sérgio Martins e Daniel Pizamiglio
    Produção: Henrique Figueiredo/ Maria Inês Marques
    Técnico de som: Manuel Reis
    Direção de cena: Helena Ribeiro
    Desenho de luz: Mário Bessa
    Técnico de luz e vídeo: João Monteiro
    Cartaz e design gráfico: Dayana Lucas e Pedro Nora
    Direção de fotografia: Jorge Quintela
    Primeiro assistente de imagem: Miguel Ângelo
    Segundo assistente de imagem: Bruno Medeiros
    Montagem: Rita Barbosa
    Colorista: Nuno Garcia – Spectacular Studio
    Apoio financeiro: Câmara Municipal do Porto/ Criatório, SPA e AGECOP
    Apoio: Take It Easy, Planar, Teatro do Bolhão, Circolando, Mala Voadora, Spectacular Studio
    Residência de coprodução: O Espaço do Tempo

    Espetáculo selecionado para a 7a edição da PT.21 | Plataforma Portuguesa de Artes Performativas / O Espaço do Tempo
  • Cabaré Brutal #4

    Cabaré Brutal #4

    Rua do Sol

    Artes Performativas

    Âmbito: Apresentação da quarta edição do Cabaré Brutal em Portugal e no Brasil, em cinco locais distintos, numa coprodução entre o colectivo da Rua do Sol, Silo-Arte e Latitude Rural.

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: entre setembro e dezembro de 2022

    Cabaré Brutal é um projeto que reúne num mesmo espaço artes plásticas e performativas, música experimental e gastronomia. O espetáculo é construído em torno de uma narrativa cênica onde diferentes artistas apresentam as suas performances. Durante o espetáculo o público recebe um jantar de um chef convidado e no palco os artistas vão sendo introduzidos e interligados pelo anfitrião da noite.

    A Lamparina Tropical / Rua do Sol é constituída por duas vertentes: espaço de criação e de programação. Desde 2013, apresenta programação regular predominantemente na área das artes plásticas, bem como na criação de trabalhos enquanto coletivo de artistas.
     
    Direção: José Oliveira, Cinthia Mendonça, Patrick Lins
    Direção técnica: João Maya
    Figurinos: Svenja Tiger
    Cenografia: Patricia Pescada
    Apresentação: Francisco Babo
    Artistas: Andres Montes, Susana Chiocca, Ece Canli, Leonor Parda, Edgar Calel, Luana Vitra, Desali, Dani D’Emilia
  • Chiasms And Agglutinations

    Chiasms And Agglutinations

    Tales Frey

    Artes Visuais e Curadoria

    Âmbito: Residência artística de Tales Frey a ser realizada no espaço ZSenne Art Laboratory em Bruxelas, que culminará numa exposição de um trabalho de cruzamento entre a performance, o vídeo, a fotografia, o objeto e a escultura cinética.

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: 26 de setembro a 09 de outubro de 2022

    “Chiasms And Agglutinations”, exposição ainda inédita, reflete como os corpos são moldados a partir de uma comunicação fundamentada em símbolos, os quais são massivamente difundidos, desde a aprendizagem basilar até a comunicação publicitária, onde códigos são transformados em corpos padronizados de acordo com um status quo em vigor. 

    Tales Frey é artista transdisciplinar representado pela Galeria Verve de São Paulo e pela Shame Gallery de Bruxelas. Tem obras em acervos públicos e privados, entre os quais se destacam o Museu Serralves, Museu Bienal de Cerveira, MUNTREF em Buenos Aires, Argentina, Pinacoteca João Nasser, Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo.

     
  • Diálogo Interculturas no Mediterrâneo Medieval

    Diálogo Interculturas no Mediterrâneo Medieval

    Ensemble Med [med: mediterrâneo/medieval]

    Performance e Composição Musical

    Âmbito: Projeto de itinerância internacional (França e Turquia) que homenageia o património musical medieval de raiz Mediterrânica, tanto na música escrita como na tradição oral, do ensemble portuense Ensemble Med [med: mediterrâneo/medieval].

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto

    Através do projeto "Diálogo Interculturas no Mediterrâneo Medieval", o Ensemble Med procura, enquanto laboratório criativo, a sua própria interpretação viva e atual da música realizada em torno da Ibéria e das regiões circundantes do Mar Mediterrâneo, numa abordagem multicultural e transversal.

    O Ensemble Med [med: mediterrâneo/medieval] é um laboratório de pesquisa e criação musical, que tem como foco o ponto de contacto entre os universos da música antiga e tradicional historicamente informada, numa abordagem viva e multicultural. Desde 2012, tem-se apresentado ao público regularmente, e.g. Geórgia, Espanha, França e em Portugal, destacando Monsanto (Idanha-a-Nova), Casa da Música (Porto), Catedral de Tui (com o gaiteiro Carlos Nuñez) e Museu Oriente (Lisboa), onde estiveram ao vivo na Antena2, Maio 2021.
    Daniela Tomaz: direção artística, flautas e adufe
    Mariana Fabião: canto
    Sérgio Calisto: viola d’amore a chiavi e moraharpa
    Laurent Sauron: percussão histórica
    José Prata: direção técnica
    Zé Pereira: designer gráfico

  • Extinção de um Planeta / Útrýming Plánetu / Extinction of a Planet

    Extinção de um Planeta / Útrýming Plánetu / Extinction of a Planet

    Svenja Tiger

    Artes Visuais e Curadoria

    Âmbito: O projeto propõe a participação numa residência artística na ArtsIceland, situado em Ísafjörður, Islândia, com vista ao desenvolvimento de uma narrativa cientifico-ficcional. A residência envolve ainda um momento de partilha com a comunidade local em
    forma oficina/open studio/conversa.

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: agosto de 2022

    O projeto Extinction of a planet / Útrýming plánetu propõe a visita a um imaginário extra-terrestre, que pretende situar o nosso espectro sentimental entre a curiosidade e a premonição. Paralelamente, ambiciona ser um confronto pessoal e uma revelação visual, poética, performativa e escultórica sobre os impactos sociais e ambientais no nosso presente e as inquietações que essas transformações provocam no individuo. Como o título sugere trata-se de um momento apocalíptico, obscuro e de revolta, tendo como objetivo a criação de vários objetos, uma curta-metragem e uma série de fotografias analógicas.

    Svenja Tiger é artista visual, performer e figurinista. Nasceu em Berlim, mas vive e trabalha na cidade do Porto desde 2011. Licenciou-se em Figurinos e obteve o mestrado em Artes Plásticas. Na colaboração com outros criadores encontra uma insaciável fonte para a experimentação ilimitada. Participa em múltiplos formatos e eventos em Portugal e além fronteiras, criando trabalhos multidisciplinares que estimulam a imaginação e sugerem outros imaginários.
     
  • My Dear

    My Dear

    Filmes do Gajo

    Artes Visuais e Curadoria

    Âmbito: Estreia do documentário "My Dear" no 65th San Francisco International Film Festival, o mais antigo festival de cinema do continente Americano. 

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: 21 a 1 de maio de 2022

    "My Dear" é um documentário auto-reflexivo sobre a vontade de um jovem realizador expressar a sua própria identidade sexual na Europa. Nascido e vindo da China, Aragon nunca revelou a sua homossexualidade a ninguém no seu próprio país, nem à sua família ou amigos mais próximos. Durante dois anos de estudo e perto do final da sua jornada académica e face à incerteza de conseguir iniciar uma carreira profissional em território Europeu, Aragon está extremamente ansioso por causa da possibilidade de perder a liberdade novamente.

    Filmes do Gajo é uma produtora dedicada ao cinema fundada em 2011 por Mário Gajo e tem apoiado a produção de filmes de vários realizadores em início de carreira. Nos últimos 10 anos, alguns desses filmes conseguiram um percurso internacional invejável com presença em inúmeros festivais internacionais. Foram atribuídos cerca de 60 prémios internacionais aos filmes da produtora. 
    Realizador, Cinematografia, Montagem, Jogo de Sombras Chinesas: Aragon Yao
    Produtor, Cinematografia, Montagem, Sound Mixing: Mário Gajo
  • POROMECHANICS — HAITI

    POROMECHANICS — HAITI

    Catarina Miranda / DIAGONAL ANIMAL

    Artes Performativas

    Âmbito: Desenvolvimento de uma coleção de vídeo-retratos de artistas, submetidos a estados de imersão, em estreita colaboração com a comunidade local da Congregação de Vodoo LAKROU SOUKRI, em Gonaïves no Haiti.

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: de 12 de abril a 1 de maio 2022

    A iniciativa de retratar diferentes artistas, momentos após terem sido induzidos a estados de alteração de consciência, por meio de ativação física e sonora, pretende potenciar a ideia de acesso às suas “caixas negras”, promovendo a ativação do sistema nervoso para-simpático e a aparição do discurso subconsciente. Esta coleção está em contínuo crescimento, no sentido em que o projeto é perspetivado enquanto uma pesquisa de gesto e imagem a longo prazo.

    DIAGONAL ANIMAL é uma Associação Cultural Sem Fins Lucrativos, criada em 2021, com sede no Porto, com o fim de promover o estudo, a investigação, a criação e a apresentação de discursos artísticos, cujos formatos cuzam o espetáculo, as artes performativas, a música, o cinema, as artes visuais e o design de moda, promovendo também o intercâmbio e a colaboração entre criadores, investigadores, agentes, bem como, enFdades culturais, tanto portugueses, como internaconais.


    Direção Artística: Catarina Miranda
    Co-organizador: Emmanuel J. Duogène
    Entidades de Apoio: SOOPA, Congregação de Vodoo LAKROU SOUKRI de Gonaïves/ HaiF, DGARTES (Programa de Internacionalização)
  • RAIA – ARK: conferência performativa

    RAIA – ARK: conferência performativa

    Visões Úteis

    Artes Performativas

    Âmbito: Apresentação de “RAIA – ARK: conferência performativa” na Conferência Internacional “Shifting Centres” promovida pela IFTR – International Federation for Theatre Research em Reiquiavique (Islândia).

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: 

    “RAIA – ARK” é uma “palestra” de carácter performativo, desenvolvida a partir de um projeto de investigação em territórios raianos, e de um mapeamento de “fronteiras” dentro da própria cidade do Porto. Explorando ao vivo as noções de “distanciamento forçado” e “interrupção”, esta conferência-performance convida os espectadores-participantes a partilhar de uma reflexão em torno de conceitos espaciais dicotómicos como centro/periferia, união/divisão, mas também em torno da ideia de transnacionalidade como ato de resistência - em oposição aos discursos extremistas e divisivos contemporâneos.



    Visões Úteis (Porto, 1994) é um projeto colaborativo e pluridisciplinar que se divide entre a criação, programação, investigação, formação e desenvolvimento do território. Conta com mais de 50 trabalhos desenvolvidos em Portugal e no estrangeiro, entre espetáculos de teatro, trabalhos de performance na paisagem e com comunidades, edição de livros, criação e produção de filmes e formatos sonoros.
     Conceção, Texto e Interpretação: Ana Vitorino e Inês de Carvalho
  • Tren Go! Sound System, João Pais Filipe & Talea Jacta – Sailing Stones 2022

    Tren Go! Sound System, João Pais Filipe & Talea Jacta – Sailing Stones 2022

    Pedro Pestana

    Performance e Composição Musical

    Âmbito: O projeto tem por objetivo a realização de três concertos - Tren Go! Sound System, João Pais Filipe e Talea Jacta - e de um workshop - "Visões sobre pedais" - no festival Sailing Stones 2022 em Kef Abed, Tunísia. 

    Atribuição do apoio: maio de 2022

    Execução do projeto: maio de 2022

    Pedro Pestana (Tren Go! Sound System) e João Pais Filipe apresentam os seus projectos a solo e em conjunto (Talea Jacta) no festival Sailing Stones 2022 em Kaf Abed, Tunísia. Conhecido por fomentar o intercâmbio cultural e artístico, para além dos concertos, o festival organiza workshops e/ou sessões de gravação com os músicos presentes e artistas locais potenciando diálogo e criação de novos discursos musicais.

    Pedro Pestana toca guitarra e pedais. Com Tren Go! Sound System, desde 2006, Talea Jacta, desde 1016 e 10 000 Russos, desde 2012, edita regularmente e é presença assídua nos palcos europeus nos últimos anos. Faz desenho de som e compõe bandas sonoras para teatro, dança, performance e cinema.
    Pedro Pestana: guitarra, pedais, produção
    João Pais Filipe: percussão
  • Retimbrar

    Retimbrar

    António Serginho

    Âmbito: Concerto do grupo Retimbrar no evento “Le Goût des Autres”, dedicado à cultura portuguesa, em Elne (Occitânia, França). 

    Atribuição do apoio: julho de 2022

    Execução do projeto: julho de 2022

    Retimbrar é um coletivo musical do Porto, composto por 9 músicos. Inspirados pelos ritmos, canções e instrumentos de percussão tradicionais portugueses, têm desenvolvido música original com o intuito de criar pontes entre o passado e o futuro. Editaram em 2016 o seu álbum de estreia, "Voa Pé", com o apoio da Casa da Música, e preparam-se para lançar o seu próximo álbum, “Levantar do Chão”, em Setembro de 2022. Nas palavras de Sérgio Godinho, Retimbrar é "um projecto brioso e eficaz, terrivelmente eficaz, (...) que remete para o centro da nossa terra e para a largura do mundo."

    António Serginho é membro nuclear dos daguida e líder do coletivo Retimbrar. Participou em discos e/ou concertos de Bernardo Sassetti, Dead Combo, Deolinda, Manel Cruz, Mão Verde, Miramar, Nuno Prata, Orquestra Jazz de Matosinhos e Sérgio Godinho. Com a Ondamarela e Revolução d’ Alegria desenvolve projetos comunitários, como a Orquestra Caminhos (Sardoal) e a Orquestra da Bida Airada (Ílhavo). 
    Diretor musical: António Serginho
    Músicos: Afonso Passos, André Nunes, Andrés ‘Pancho’ Tarabbia, Jorge Loura, Miguel Ramos, Sara Yasmine, Tiago Manuel Soares
    Técnico de som: Nuno Mendes
    Produtor: Rui Silva 
  • Wonder Memories (Peregrinos de Memórias)

    Wonder Memories (Peregrinos de Memórias)

    Beatriz Albuquerque

     Âmbito: Mapear e documentar as memórias da comunidade portuguesa emigrante, na área de Tourcoing, França. Através dessa sinergia será criado um arquivo vivo, artístico que se traduzirá numa performance duracional interativa numa instalação "in stus".

    Atribuição do apoio: julho de 2022

    Execução do projeto: setembro de 2022

    Wonder Memories foi idealizado por Beatriz Albuquerque como um projeto que irá ser desenvolvido na residência artística em Tourcoing, no qual propõe mapear, documentar e divulgar as memórias dos emigrantes portugueses que vivem nessa área de França. As intenções do projeto é a história viva das comunidades e do local, a riqueza das experiências, a herança viva, a materialidade durável e a imaterialidade, a rastreabilidade portuguesa, com trocas de opiniões e diálogos com a artista e os emigrantes do país anfitrião.


     Beatriz Albuquerque é licenciada pela Faculdade de Belas-Artes do Porto, mestre pela The School of the Art Institute of Chicago e doutorada pela Columbia University, Nova Iorque.Teve o apoio das bolsas Fulbright e FCT. Foi distinguida com o Prémio Myers Art Prize pela Columbia University, Nova Iorque; o Prémio Revelação pela 17ª Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira assim como, o Prémio Ambient Series, PAC/Edge Performance Festival, Chicago.
     
  • FESTIVAL YOUNG EURO CLASSIC

    Rita Sá

     Âmbito: Digressão de Rita Sá, integrada na Jovem Orquestra Portuguesa - JOP, a convite do FESTIVAL YOUNG EURO CLASSIC.

    Atribuição do apoio: julho de 2022

    Execução do projeto: de 25 de julho a 11 de agosto de 2022

    O FESTIVAL YOUNG EURO CLASSIC é um membro associado da Federação Europeia das Orquestras Nacionais de Jovens (EFNYO – European Federation of National Youth Orchestras) e será a quarta vez que a JOP vai atuar neste Festival sob a regência de Pedro Carneiro. Este ano Rita Reis fará pela primeira vez parte do naipe de violoncelos da orquestra.


    Nascida em abril de 2007, Rita Sá iniciou os seus estudos musicais aos quatro anos na Academia de Música A Pauta no Porto, seguindo o método Suzuki. Iniciou a formação com a Professora Tatiana Leonor e recebeu os primeiros prémios no Concurso Paços Premium em Paços de Brandão (2013), Concurso Internacional de Música Santa Cecília no Porto (2014) e no Concurso Marília Rocha em Vila do Conde (2014). Ainda em 2014 realizou o Concurso Capela (Lisboa) no qual obteve o 2º prémio. Em 2015 começou a estudar com a Professora Vanessa Pires e desde então obteve vários prémios em concursos nacionais e internacionais. Fez masterclasses com Filipe Quaresma, Joseph Swensen, Paulo Gaio Lima, Maria de Macedo, Luís Sá Pessoa. Desde novembro de 2019 é também membro da Jovem Orquestra Portuguesa (JOP). 
     
  • Internacionalização do espetáculo Fogo Lento

    Internacionalização do espetáculo Fogo Lento

    Costanza Givone

    Âmbito: Tradução e apresentação do espetáculo Fogo Lento no festival Play with food (Torino) e no teatro Tenuta Pantano Borghese (Montecompatri), promovendo a criação de novos públicos e parcerias entre Itália e Portugal, através uma obra multidisciplinar e de caráter experimental e popular.

    Atribuição do apoio: julho de 2022

    Execução do projeto: entre 19 de setembro e 16 de outubro

    Fogo Lento surgiu  da vontade de investigar as camadas de histórias dos hábitos culinários do dia-a-dia. Há um jantar para ser preparado, há uma mulher italiana e um homem português, há uma mesa e há conceitos como identidade ou tradição que precisam de ser descascados e cozinhados em lume brando para se apurar o seu sentido.

     

    Costanza Givone é artista multidisciplinar. Desde 2008 cria obras híbridas que nascem da contaminação entre dança, teatro e artes plásticas. Mestre em artes cénicas (ESMAE, Porto). Estudou dança contemporânea no CEM (Lisboa) e no CPDC (Florença) e biomecânica teatral com Nikolaj Karpov (academia GITIS). No seu percurso artístico destaca o trabalho com a companhia Zaches Teatro (Itália) e com Madalena Victorino, Aldara Bizarro, André Braga e Claudia Figueiredo, entre outros. Desde 2019 é diretora artística da Fogo Lento-associação cultural e do espaço CAMPO.

    Direção artística: Costanza Givone
    Cocriação e interpretação: Costanza Givone e Ricardo Vaz Trindade
    Apoio dramatúrgico: Raquel S.
    Desenho de luz: Francisco Campos
    Produção executiva: Susana Paixão
    Coprodução: Comédias do Minho, Teatro Municipal do Porto e FIMP- Festival Internacional de Marionetas do Porto

    Fotografia de Susana Neves

  • 10 000 Russos - Superinertia Euro'22

    10 000 Russos - Superinertia Euro'22

    João Pimenta

    Âmbito: Digressão europeia da banda 10 000 Russos, com 17 concertos em oito países e recolha de material audiovisual para posterior realização de um documentário.

    Atribuição do apoio: julho de 2022

    Execução do projeto: setembro de 20222

    Na sequência de "Superinertia", o seu quinto álbum, lançado pela Fuzz Club Records, os 10 000 Russos percorrem novamente a Europa em concertos. Desta vez, com Rodrigo Pereira nos visuais, criando um espetáculo baseado numa estrutura portátil e reativa ao som de cada um dos músicos. Será também feita uma recolha de imagens que, em primeiro lugar, tem como propósito a realização de um documentário e, em segundo, utiliza-las durante os concertos.

    Com um percurso musical desde os anos 90, entre a voz e a bateria, João Pimenta é membro fundador de projetos como 10 000 Russos, Green Machine e ALTO! Foi baterista de Sterling Roswell
    (Spacemen 3) e, atualmente, em Stereoboy. Esteve na fundação da Lovers & Lollypops e criou a agência de booking Floc de Neu. 
    João Pimenta - Bateria, Voz
    Nils Meisel - Sintetizadores, Caixa de Ritmos
    Pedro Pestana - Guitarra, Pedais
    Rodrigo Pereira - Visuais


    Fotografia de Limamil
  • MODINHAS - CANÇÕES PORTUGUESAS DOS SÉCULOS 18 E 19

    MODINHAS - CANÇÕES PORTUGUESAS DOS SÉCULOS 18 E 19

    Liliana Coelho e Isabel Calado

     Âmbito: Performance de repertório português dos séculos XVIII e XIX para voz e instrumento de tecla entre no Museu Romântico de Madrid e na Biblioteca Musical de Madrid, utilizando um dos instrumentos da época existentes no museu e o piano da biblioteca.

    Atribuição do apoio: julho de 2022

    Execução do projeto: fevereiro de 2023


    Liliana Coelho, soprano e Isabel Calado, cravo e pianoforte, dedicam-se à divulgação de repertório português no final do século XVIII e primeira metade do século XIX. Têm-se especializado na performance de Modinhas a solo, com acompanhamento por instrumento de tecla, extraídas do Jornal de Modinhas, compositores variados, publicado em Lisboa entre 1792 e 1796 e da Coleção de Modinhas de Bom Gosto, composta por J. F. Leal, publicada em Viena em 1830. O principal objetivo é preservar e divulgar o património cultural português.

     Liliana Coelho é licenciada em Canto com distinção na ESMAE. Fez o Mestrado na área do ensino do Canto na Universidade de Aveiro e defendeu em dissertação Da Inserção do Canto no Ensino Básico em Portugal. Fez Pós-Graduação em Canto. Leciona no Conservatório de Música do Porto. Isabel Calado é intérprete de cravo, pianoforte e clavicórdio. Apresenta-se regularmente, como solista e integrada em vários grupos de música de câmara e orquestras, em concertos em vários países europeus, como Portugal, Espanha, França e Reino Unido, nos Estados Unidos, em Singapura e no Japão. Docente do Conservatório de Música do Porto.
     
  • CUE

    CUE

    Lendl Barcelos

    Âmbito: Participação na Summer University do PAF (St Erme, França), com vista à gravação de DJs em residência e apresentação dos resultados do trabalho realizado. 

    Atribuição do apoio: julho de 2022

    Execução do projeto: de 5 a 14 agosto de 2022


    Qual é a experiência de escuta na perspectiva de um DJ? A ideia inicia-se com a construção de um arquivo, resultante da gravação de duas fontes sonoras: o canal master (o que o público ouve na sala), e o canal cue (o sinal que apenas o DJ ouve através dos auscultadores). O projeto desmistifica essa experiência aural dando-lhe forma numa experiência de audição privada realizada publicamente. CUE apresenta-se num formato multimedia e estende-se pelos campos visual, textual e sonoro.

    Lendl Barcelos é DJ, escreve e faz "katafisica" cuja investigação atravessa fronteiras variadas da cultura aural. Negoceia perceções multi-modais. Expôs na Tate Britain (Londres), Garage Museum of Contemporary Art (Moscovo), CentroCentro (Madrid), OR Gallery (Berlim), Bergen Assembly, Tale of a Tub (Roterdão), Pedreira (Porto), Gnration (Braga), entre outros. 
    Imagem: CUE button from Roland DJ-99, Rebeca Letras © 2022
  • The Artistic Practice of Luísa Mota

    The Artistic Practice of Luísa Mota

    Luísa Mota

    Âmbito: Lançamento internacional do livro The Artistic Practice of Luísa Mota, uma publicação sobre a obra e o processo da artista portuense Luísa Mota. Este apoio destina-se ao plano estratégico desenvolvido com a Mousse Publishing, que estará igualmente responsável pela sua distribuição internacional. Inclui lançamentos previstos em cidades como Londres, Paris, Berlim, Milão e Los Angeles.

    Atribuição do apoio: julho de 2022

    Execução do projeto: de outubro a dezembro de 2022


    O livro é reflexo do processo artístico dos últimos 15 anos do trabalho da artista que cruza práticas de performance exaustivas, desenvolvimento de personagens e a produção artística de objetos e imagens baseadas numa mitologia própria. O livro serve como uma introdução e aproximação a uma prática artística singular e densa que aqui se desdobra a nível gráfico e conceptual. Inclui contributos inéditos de vários autores nacionais e internacionais, entre os quais João Ribas, Sylvia Chivaratanond, Gilda Williams, Stella Bottai, Nuno Faria, entre outros. The Artistic Practice of Luísa Mota é um projeto concebido pela artista com o estúdio de design Macedo Cannatà, Porto, e com coordenação editorial de Maria Burmester.

     

     Luísa Mota nasceu no Porto, onde atualmente vive e trabalha. Licenciada em Belas Artes na Goldsmiths College e Mestre em Escultura na Royal College of Art, ambas em Londres. O seu trabalho estende-se sobre a performance, a fotografia, a escultura e o vídeo. Aborda temas relacionados com sistemas de crença, estigmas religiosos e culturais, numa análise sobre a condicionamento humano. Das suas exposições, destacam-se a performance "Gênesis e Gênis”, III Bienal da Bahia, 2014; ‘Perception is Wild’, Paço das Artes, São Paulo, 2014; a exposição individual ‘Os Outros Homens’ e ‘Delicate Nature’, ambas na Nuno Centeno, 2020 e 2021 respetivamente; e a performance ‘I believe in good things coming’, no CIAJG, Guimarães, com curadoria de Marta Mestre, 2022. É representada pela Galeria Nuno Centeno.


    Conceito: Luísa Mota
    Coordenação editorial: Maria Burmester
    Design gráfico e projeto editorial: Macedo Cannatà

    Ensaios/Textos: João Ribas, Stella Bottai, Sylvia Chivaratanond, Gilda Williams, João Vilela Gerardo, Miguel Amado, Márcio Harum, Ayrson Eráclito, Nuno Faria, Romeu Zagalo e Luísa Mota.
    Traduções: Cláudia Gonçalves, Martin Dale
    Copy-editing: Maria Burmester, Paul Buck, Gisela Leal
    Assistente de atelier: Camila Giusti Tissott

    Créditos fotográficos: Filipe Braga, Alexandre Delman, Gabriel Cabral, Matthew Booth, Jorge Soares, Lee Roy, Rafael Martins, Luísa Mota, Favo Studio, Studio Caixa Negra, José Caldeira

    Impressão: Wilco Art Books
    Publishing e distribuição: Mousse Publishing
     
  • Critical Neighbourhoods

    Critical Neighbourhoods

    Paulo Moreira

     Âmbito: Promoção internacional da publicação Critical Neighbourhoods - The Architecture of Contested Communities, apresentada pelo editor Paulo Moreira, com acolhimento em instituições ligadas à divulgação da cultura arquitetónica, de reconhecida relevância no panorama internacional.

    Atribuição do apoio: julho de 2022

    Execução do projeto: 2022/2023


    Esta publicação analisa três bairros, situados em três continentes - África, América e Ásia. Independentemente do contexto geográfico, o objetivo passa por aprofundar o entendimento sobre o habitat humano, e por relacionar os problemas espaciais com questões económicas e políticas de maior escala, com particular ênfase na reciprocidade entre elas. A partir destas experiências, são também abordados casos de estudo noutras latitudes, incluindo em Portugal. O livro apresenta um entendimento da arquitetura como profissão multifacetada, que combina conhecimento técnico com interação social.


    Paulo Moreira é arquiteto e investigador, sediado no Porto. Formou-se pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, tendo estudado também na Accademia di Architettura (Mendrisio, Suiça). Fundou o atelier Paulo Moreira Architectures em 2011 e doutorou-se pela London Metropolitan University em 2018. No mesmo ano, fundou o INSTITUTO, um espaço cultural no Porto, onde é Diretor Artístico.


     
     Editor: Paulo Moreira
    Contributos de Matthew Barac, Julia King, Paulo Moreira, Elisa Silva, AbdouMaliq Simone, Ines Weizman
    Design gráfico: Ana Resende e Joana Sobral
    Revisão: Eleanor Staniforth e Colette Forder
    Impressão: Gráfica Maiadouro S.A.
    Publicação: Park Books

  • Fugly - Dandruff Tour Espanha

    Fugly - Dandruff Tour Espanha

    Fugly

    Âmbito: Apresentação do álbum “Dandruff” em diferentes cidades de Espanha - Madrid, Valência, Girona, Tarragona e Vila-Real Castellón.

    Atribuição do apoio: julho de 2022

    Execução do projeto: entre 28 de setembro e 2 de outubro de 2022


    FUGLY é um turbilhão explosivo mascarado de canções pop. É o escape das emoções pós-adolescentes e pré-adultas dos Millennials via guitarras perfurantes e baixo musculado com a bateria a indicar o caminho. É uma banda focada essencialmente na exploração energética como fonte de inspiração criativa e performaJva, onde o coeso envolvimento de todos os seus elementos permite a tradução dessa energia numa forte exploração dinâmica, não só a nível rítmico como mmbrico, dando espaço a cada um para encontrar o seu momento, ainda que procurando sempre a direcção da canção como finalidade principal.

    Fugly nasceu em 2015, no quarto de Pedro “Jimmy” Feio, que rapidamente chamou Rafael Silver, Gil Costa e Tommy Hogg para o acompanharem. No ano seguinte, o EP Morning After, garantiu mais de 40 concertos, incluindo passagens por alguns dos principais festivais do país. Em 2018, a banda apresenta o primeiro álbum, Millennial Shit, onde, com uma mudança na sua formação - sai Tommy Hogg, entra Nuno Loureiro -, experimenta impulsionar mais a voz em vez das guitarras, explorando os temas da sua geração. Alimentando o gosto pela estrada, Fugly fez mais de 60 apresentações ao vivo dentro e fora do país, incluíndo festivais como o Vodafone Paredes de Coura e Super Bock Super Rock, culminando com o
    convite para fechar o último circuito Super Nova desse ano. Em 2019, com uma nova mudança na formação - Gil Costa é substuído por Ricardo Brito na bateria - a banda decide reinventar-se, participando em residências artísticas no Espaço Serra em Leiria e no Adega Estúdios em Caíde de Rei. Em 2022, editam Dandruff, o seu segundo álbum, em que procuram uma nova abordagem na criação.
    Pedro Jimmy Feio - Músico
    Nuno Loureiro - Músico
    Rafael Silver - Músico
    Ricardo Brito - Músico
    Bernardo Franco - Runner/Roadie 
  • FIGUEIREDO

    FIGUEIREDO

    Trema! Associação Cultural

    Âmbito: Circulação da conferência performativa FIGUEIREDO, de Pedro Vilela, através da TREMA! Associação Cultural, por três países da América do Sul, congregando importantes festivais deste continente.

    Atribuição do projeto: julho de 2022

    Execução do projeto: janeiro de 2023


    Um documento oculto por mais de 40 anos serve como ponto de partida para esta conferência-performativa que procura transitar entre história e memória, tecendo elos em torno de uma política de destruição que se alastra desde 1500: o genocídio indígena no Brasil.


     TREMA! Associação Cultural é um núcleo de desenvolvimento para artes que conecta Brasil e Portugal, integrada por uma equipe multidisciplinar composta por artistas brasileiros radicados na cidade do Porto. Dentre suas linhas de ações constam o TREMA! Festival de Teatro, ação ainda realizada no Brasil, a TREMA! Revista e o processo de criação de espectáculos. Entre suas acções em Portugal estão a Escola de Espectadores, projeto de mediação cultural, e o Quilombo, festival dedicado as artes negras que estreará em 2022.

    Dramaturgia e Performance: Pedro Vilela
    Vídeos: Thiago Liberdade
    Produção: Mariana Holanda
    Apoio a residência: CRL-Central Elétrica (Circolando) e Programa Inresidence
    Realização: TREMA!

    Imagem de Pedro Sardinha

     
  • Permafrost

    Permafrost

    Francisco Antão e Diogo Oliveira

     Âmbito: Apresentação de Permafrost, integrada na Summer University Reboot da PAF, especificamente direcionada para as artes sónicas e performativas.

    Atribuição do apoio: julho de 2022

    Execução do projeto: de 8 a 14 de agosto


    Proveniente do cruzamento de práticas multidisciplinares e contaminação cruzada de processos sónicos, Permafrost sustenta-se numa série de modulações e desvios ficcionais aplicados a metodologias forenses. Apresentado num formato de autópsia - pensada como modo de acesso - sucede-se uma hibridização entre instrumentação cirúrgica e técnicas de captação sonora. Esta cirurgia, induzida por uma alucinação técnica, recorre a sondas electro-mecânicas para dissecar no  espectro acústico diferentes unidades de refrigeração encontradas no local. Atraída por estados transitivos entre vida e morte, a investigação alastra-se para zonas intersticiais, sintoniza-se com frequências subjacentes da matéria, catalisa a colisão de detritos espectrais e conspira contra práticas materiais.

    Francisco da Silva Antão (Porto, 1994) é produtor, músico e artista sediado no Porto. Iniciou o percurso académico em Engenharia Electrotécnica e Computadores na FEUP, é licenciado em Som e Imagem na Escola das Artes da UCP onde frequenta actualmente o mestrado em Design de Som. Frequentou ainda o Masters Programme in Sound na Aalto Shcool of Arts, Design and Architecture em Helsínquia. Tem ativo um programa de investigação em ciber-tráfico, manifestável sob a forma de unidades de terror, motores de hiper-colisão, sistemas de exumação e reliquiários espectrais. Opera mesas de mistura, trafica codecs de aúdio em clubes e sofre de bruxismo crónico nos tempos livres. Colabora com a associação SOOPA desde 2019, através da qual incorpora parte da equipa técnica e criativa como designer de som/programador nas peças de Jonathan Saldanha, das quais se destacam Mercúrio Vermelho (2020), Lithium Faust (2021), e atualmente a peça Lago Libidinal. Diogo Manuel Monteiro Ferreira de Oliveira (n. 1990) é licenciado em Design de Comunicação, vive e trabalha na cidade do Porto. Atualmente, é responsável e coordenador do departamento de artes gráficas da Oficina de Tipografia da Escola Superior de Artes e Design Matosinhos, ESAD. Partilha a sua exploração artística entre o Design Gráfico, Artes Gráficas, Música e Artes Cénicas. Em 2022, expôs a obra 23323533 28958 em colaboração com Francisco Antão como M0T0R1K (Galeria Ocupa, Porto).
    Criação e direção do projeto: Diogo Oliveira e Francisco Antão 
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