Plataforma Municipal de Apoio à arte contemporânea

Porto.

PLÁKA reúne projetos que consubstanciam a política municipal de apoio à prática artística contemporânea no Porto, dando forma às iniciativas Aquisições, Colectivos Pláka, Anuário, Criatório, Shuttle e Inresidence.
Mediando processos de criação, reflexão e investigação em diferentes territórios da arte contemporânea, constitui-se enquanto plataforma de síntese, e análise, de medidas de apoio a artistas e agentes culturais e da sua articulação com a política cultural do município.
A plataforma PLÁKA é uma iniciativa da Câmara do Porto, promovida através do Direção de Arte Contemporânea da Ágora - Cultura e Desporto do Porto, E.M.
 
  • DIREÇÃO DE ARTE CONTEMPORÂNEA

    Carlos Lopes (Técn. de instalação GMP)
    Clara Saracho (Ass. de Produção GMP)
    Cláudia Almeida (Ass. de Direção)
    Diana dos Reis (Comunicação)
    Diana Geiroto (Gestora de Proj. Pláka/Fonoteca)
    Hernâni Baptista (Comunicação)
    Isabeli Santiago (Curadora Assistente GMP)
    João Laia (Diretor Artístico)
    João Ramos (Ass. de Sala GMP)
    João Terras (Coord. de Programação e Curadoria)
    Juliana Campos (Ass. Administrativa GMP)
    Larssa Vallim (Ass. de Sala GMP)
    Mariana Natário (Ass. de Sala GMP)
    Miguel Loureiro (Técn. Multidisciplinar GMP)
    Nuno Rodrigues (Coord. de Prog. Pláka/Fonoteca)
    Patrícia Coelho (Curadora Assistente GMP)
    Patrícia Vaz (Coord. de Produção GMP)
    Paulo Coelho (Coord. Técnico GMP)
    Pedro Galante (Proj. Educativo GMP)
    Rui Braga (Frente de Casa e Relações Públicas GMP)
    Sílvia Fernandes (Diretora Executiva)
    Tiago Dias dos Santos (Coord. de Comunicação e Ed.)
    Vítor Rodrigues (Produtor Executivo Pláka/Fonoteca)
    Yoan Teixeira (Ass. de Direção Executiva)

    CÂMARA MUNICIPAL DO PORTO

    Presidente
    Pedro Duarte

    Vereador da Cultura e Património
    Jorge Sobrado

    ÁGORA — CULTURA E DESPORTO DO PORTO, E.M., S.A.

    Presidente do Conselho de Administração
    Rodrigo Teodoro Passos

    Vice-Presidente do Conselho de Administração
    Alfredo César Vasconcellos Navio

    Vogal Executiva
    Joana Margarida Rodrigues de Meneses Fernandes

    Secretariado da Administração
    Liliana Santos

    DPO
    Filipa Faria

    Diretora de Gestão de Pessoas, Organização e Sistemas de Informação
    Sónia Cerqueira

    Diretor de Serviços Jurídicos e de Contratação
    Sérgio Caldas

    Diretora Financeira
    Rute Coutinho

    Diretor de Comunicação e Imagem
    Bruno Malveira
Porto.

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Shuttle

O programa Shuttle tem como principais objetivos promover internacionalmente a cultura da cidade e o trabalho de artistas, autores e agentes culturais sediados no Porto.

Esta iniciativa visa atribuir bolsas de apoio nas áreas das Artes visuais, Artes performativas, Música e Som, Literatura e Pensamento Crítico e Cinema e Imagem em Movimento.

Com um orçamento total de 100 mil euros, as bolsas de apoio a atribuir variam entre os 1000 e os 7500 euros.

O programa de concurso está aberto em permanência, estando previstas três reuniões de avaliação. A primeira fase de candidaturas termina a 16 de fevereiro, a segunda a 01 de junho, e a terceira a 28 de setembro. 

Júri 2026

  • Júri 2026
  • Bruno Marchand

     
    Bruno Marchand (Évora, 1978) é licenciado em Design de Comunicação (2002), mestre em Estudos Curatoriais pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa (2007) e doutorando em Arte Contemporânea na Universidade de Coimbra. Entre 2009 e 2013 foi programador do Chiado 8 – Arte Contemporânea e, entre 2017 e 2019, integrou a equipa de artes visuais da Associação Zé dos Bois. É programador de artes visuais na Culturgest desde Março de 2020.
  • Claudia Elies

     
    Claudia Elies (Barcelona, 1990) é licenciada em História da Arte pela Universidad de Barcelona e pela Università degli Studi di Bologna, e em Teoria da Arte pela Goldsmiths, Universidad de Barcelona. Foi coordenadora do programa de artes visuais do centro Can Felipa (Barcelona, Espanha) e diretora do festival de arte emergente Art Nou (Barcelona, Espanha). Desde meados de 2025, é diretora do Centre d'Art Contemporani Fabra i Coats (Barcelona, Espanha).
  • Jesse James

     
    Jesse James (Vancouver, 1987) é curador e programador cultural. É licenciado em Turismo e Lazer pela ESTH/IPG, com especialização em Comunicação e Planeamento Cultural, e mestre em Curadoria de Arte pela FCSH / Universidade NOVA de Lisboa. É fundador e diretor artístico da Bienal Walk&Talk e do espaço cultural vaga, projetos da Anda&Fala — estrutura multidisciplinar que cofundou em 2011, nos Açores.
01 / 08
  • PARQUE, editing an archive

    PARQUE, editing an archive

    Luís Pinto Nunes e Luís Albuquerque Pinho / Heart of Glass

    O projeto “PARQUE, editing an archive” visa a internacionalização da publicação PARQUE, Conjunto Habitacional do Luso-Lima 1958–2023, resultado de investigação sobre património imaterial do Porto. Integrado na exposição “World Book Design 2024–25” no Printing Museum Tokyo e em Nara, concretiza-se através de uma comunicação pública centrada na análise editorial e gráfica da obra, promovendo o design de livro enquanto prática crítica interdisciplinar e reforçando a projeção externa da produção cultural portuense, a mobilidade artística e a consolidação de redes institucionais internacionais.


    A Heart of Glass – Associação Cultural é fundada em 2009, e tem por objetivo a promoção de projetos artísticos e culturais, composta por Luís Pinto Nunes e Luís Albuquerque Pinho. A Heart of Glass tem como objeto de ação a produção cultural e a investigação crítica na área da produção artística, curadoria, arquitetura e edição.
    Luís Albuquerque Pinho e Luís Pinto Nunes – Editores
    Akiko Fugimoto – Curadora, Nara Prefectural Library and Information Centre
    Maho Kinoshita – Embaixada de Portugal no Japão, Centro Cultural Português em Tokyo
  • Matéria Espásmica

    Matéria Espásmica

    Vera Mota

    Com o projeto "Matéria Espásmica", Vera Mota investiga as relações entre corpo e matéria, propondo um território onde o escultórico é atravessado pela performatividade. Através da prática expandida do desenho e da escultura, explora processos de transfiguração, transferência e afetação dos materiais, desafiando hierarquias entre distintos corpos — de carne, pedra ou metal. A repetição assume-se como princípio central, cruzando vocabulários do design e da produção industrial com o imaginário biológico. O projeto será apresentado em São Paulo, incluindo uma exposição na Galeria Yehudi Hollander-Pappi, uma residência e o lançamento da monografia "Performing Matters, flesh hues, skeletal forms". 

    Vera Mota (Porto, 1982) vive e trabalha no Porto. É licenciada em Escultura e mestre em Práticas Artísticas Contemporâneas pela FBAUP. Com apresentações públicas regulares desde 2003, o seu trabalho desenvolve-se sobretudo através da escultura, do desenho e da performance, recorrendo a um amplo espectro de materiais. A sua prática centra-se nas políticas do corpo, entendido como metodologia generativa e eixo conceptual.

     
    Vera Mota — artista/autora
    Germano Dushá — texto curatorial
  • THE CITY DOES NOT REMEMBER US | New York, USA

    THE CITY DOES NOT REMEMBER US | New York, USA

    Mariana Maia Rocha

    "THE CITY DOES NOT REMEMBER US", de Mariana Maia Rocha, desenvolve-se em Nova Iorque, no âmbito de uma residência artística na Residency Unlimited, tomando este território como campo crítico onde se tornam evidentes dinâmicas globais de gentrificação, substituição construtiva, invisibilidade do trabalho e apagamento da memória urbana. A proposta articula desenho enquanto prática performativa, escultura e fotografia para operar sobre o espaço construído não como representação, mas como estrutura material em transformação contínua. Superfícies provisórias, andaimes e infraestruturas transitórias são mobilizados como marcadores de instabilidade, permitindo uma leitura situada das políticas do espaço, dos regimes de visibilidade e do direito à cidade. Através deste enquadramento, a prática posiciona-se nos debates contemporâneos sobre memória coletiva, sustentabilidade urbana e transformação do espaço público, inscrevendo-se nos circuitos internacionais da criação contemporânea. 

    Mariana Maia Rocha é artista plástica e investigadora. Bolseira “Gulbenkian Novos Talentos 2023/2024” pela Fundação Calouste Gulbenkian, é atualmente mestranda em Artes Plásticas na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto (FBAUP). Em 2024, é distinguida com uma Bolsa de Doutoramento para estudos no estrangeiro, também pela Fundação Calouste Gulbenkian. Desde 2018, tem vindo a apresentar o seu trabalho em várias exposições individuais e coletivas por todo o país. A sua obra integra diversas coleções públicas e privadas, nomeadamente: Coleção da Universidade do Porto (ICBAS, Arquivo de Desenhos da FAUP e FBAUP), Coleção Millennium BCP, Coleção João Luís Traça, Coleção Fernando Figueiredo Ribeiro, Coleção Ivo Martins, Coleção Rui Magalhães, entre outras.
    Mariana Maia Rocha – Artista Plástica
    Nathalie Anglès – Diretora Executiva
    Data (David) Chigholashvili – Curador
    LuLu Meng – Diretora de Operações
    Mariko Takashima – Gestora de Comunicação e Administradora de Artes
    Giulia Noli – Coordenadora Administrativa e Curatorial
  • Tomar a Palavra em Nosso Nome, Amém!

    Tomar a Palavra em Nosso Nome, Amém!

    Hilda de Paulo

    Este projeto propõe a internacionalização da prática artística de Hilda de Paulo, artista radicada na cidade do Porto, através da sua participação na exposição “As grandes liberdades”, no Centro Cultural UFG (Goiânia, Brasil). A iniciativa inclui a realização da palestra "Tomar a Palavra em Nosso Nome, Amém!", em torno dos seus processos de criação, abordando arte, memória, arquivo e visibilidade trans. O projeto procura ampliar a circulação internacional de um trabalho desenvolvido no Porto, fortalecendo redes de interlocução entre Portugal e Brasil, e contribuindo para debates contemporâneos nas artes.

    Hilda de Paulo é artista, curadora, pesquisadora e escritora radicada no Porto. Desenvolve uma prática transfeminista e transdisciplinar entre artes visuais, performance e escrita, abordando gênero, memória e pertencimento. Doutoranda na Universidade do Porto, integra acervos e exposições no Portugal e no Brasil.
    Artista-palestrante — Hilda de Paulo
    Curadoria — Paulo Duarte-Feitoza
    Centro Cultural UFG, Goiânia-GO, Brasil

    Créditos da imagem: Hilda de Paulo, "Como vai você, Sr. Curador?", 2025. Fotografia de EstúdioEmObra
  • Painel | de tão pouco, tanto

    Painel | de tão pouco, tanto

    Flávio Rodrigues

    O projeto "Painel | de tão pouco, tanto", Flávio Rodrigues, consiste numa ação performativa processual que utiliza uma série de telas de diferentes dimensões como suporte para intervenções com objetos, desenho e gestos. Parte de caminhadas e derivas pelos contextos onde a ação acontece, que funcionam como ponto de partida para a recolha de estímulos, materiais e narrativas, posteriormente incorporados na construção do painel. O projeto foi apresentado inicialmente no Corpo + Cidade / Festival DDD e será agora apresentado em três contextos internacionais: Live Art Ireland (Irlanda), Bergen International Performance Festival 2026 (Noruega) e DDD Kunst House, em Yerevan (Arménia).

    Flávio Rodrigues (1984, Arcozelo). É artista e, desde 2006, desenvolve um trabalho situado na interseção entre o desenho, o gesto, a performance arte, a instalação e a escultura, concebendo estes meios como territórios férteis de ação e pensamento. Desde o seu primeiro projeto autoral, em 2006, tem apresentado criações em diversos contextos e colaborações, incluindo o Festival da Fábrica / Teatro Helena Sá Costa (Porto), Galeria Appleton (Lisboa), Mandala Festival (WrocÅ‚aw, Polónia), Acción Spring(t) (Madrid, Espanha), Sofia Underground Festival / Toplo Centrala (Sofia, Bulgária), Starptelpa/Kino Bize (Riga, Letónia), Arte Total (Braga) e Lake Studios (Berlim, Alemanha). Participou em várias residências artísticas, entre as quais "Reclamar Tempo – primeira edição", nos Estúdios Campus PCS (Porto); "Projeto Tijolo", pelas Oficinas do Convento (Montemor-o-Novo); Museu Bordalo Pinheiro (Lisboa); Les Repérages (Lille e Rio de Janeiro); e ADA – Artistic Dynamic Association (Viena, Áustria). Em 2024 foi artista representado pela Bienal de Cerveira. Em 2026 desenvolveu um projeto processual em residência de criação e pesquisa na CACAU Cultural & Roça São João, em São Tomé e Príncipe.

    Performance de Flávio Rodrigues
    Co-produção — Balleteatro
    Apoio à criação — Fundação GDA

    Créditos da imagem: Susana Neves
  • Countour Biennalle 11

    Countour Biennalle 11

    Mariana Caló e Francisco Queimadela

    Este projeto visa a participação dos artistas Mariana Caló e Francisco Queimadela na 11ª edição da Contour Biennale, com curadoria de Sofia Lemos, que decorrerá entre 4 de setembro e 1 de novembro de 2026, em Mechelen, Bélgica, prevendo a apresentação de um conjunto de obras na Kunsthalle Mechelen, explorando diferentes domínios e expressões transversais à sua prática artística. 

    Mariana Caló e Francisco Queimadela licenciaram-se em Pintura e colaboram enquanto dupla desde 2010. A sua práctica é desenvolvida através de um uso privilegiado da imagem em movimento tanto através da realização de filmes, como na intersecção com ambientes instalativos e site-specific, em conjugação com desenho, pintura, fotografia ou escultura. O interesse pelo diálogo entre o biológico, o vernacular e o cultural são elementos recorrentes no seu trabalho artístico.
    Mariana Caló e Francisco Queimadela — Artistas
    Sofia Lemos — Curadora
    Martina Elorduy — Assistente Curatorial
    Heidi Ballet — Directora
    Daphné Charitos — Coordenadora de Projecto

    Countour Biennalle 11

    Créditos da imagem: Dinis Santos / Galeria Municipal do Porto
  • Primal Light

    Primal Light

    Mónica Baptista

    Este projeto de internacionalização tem como foco uma viagem por terra e mar entre Porto e Lyssarea (Grécia), composto por três momentos: a participação no Temenos – Eniaios 2026, o lançamento da publicação SPECTRAL e uma investigação em torno do conceito de “Primal Light”. O projeto visa consolidar redes de afeto e profissionais, promover a circulação da publicação e fortalecer a presença da prática artística do Porto no cinema experimental europeu. 

    Mónica Baptista (Porto, 1984) é artista visual e trabalha com cinema, instalação, som e fotografia, com especial foco nos processos analógicos. A sua prática desenvolve-se entre o Porto e contextos internacionais de residência. É cofundadora da Cooperativa LAIA e do Laboratório da Torre. O seu trabalho tem sido apresentado internacionalmente, em festivais de cinema, galerias e instituições de arte contemporânea. 
    Mónica Baptista — Artista

    Créditos da imagem — Dinis Santos
  • Nature Fictions

    Hugo de Almeida Pinho

    Este projeto tem como objetivo a apresentação de "Nature Fictions" no contexto da exposição "Dissident Bodies" na D21 Kunstraum Leipzig (Alemanha), que explora temas como hibridização, pós-humanismo e experiências de exclusão. "Nature Fictions" é uma performance duracional, de Hugo A que reflecte criticamente sobre o corpo contemporâneo como território híbrido, moldado por tecnologia e ritmos artificiais. Através de movimentos lentos e presença ambígua, esta performance num fato "second skin" e com óculos "light therapy" evoca uma natureza artificializada e questiona identidade e corporeidade. Entre humano e não-humano a obra propõe o corpo como ficção mutável.

    Hugo de Almeida Pinho (Ovar, 1986) é artista e investigador. Tem um mestrado em Media Art e Media Philosophy pela Staatliche Hochschule für Gestaltung HfG/ZKM Karlsruhe como bolseiro FC Gulbenkian (2020-2022). É Licenciado em Artes Plásticas - Pintura pela FBAUP Porto e pela Marmara Üniversitesi Istambul (2012). Realizou as residências artísticas internacionais em diferentes cidades europeias. Expõe regularmente desde 2008. É editor dos seguintes livros Under the Ground publicado pela Archive Books (Berlim 2025); Sun Burn publicado pela Mousse Publishing (Milão 2024); Paradox of Plenty publicado pelos Atlas Projectos (Berlim 2021), que envolvem reflexões sobre certas relações críticas entre o humano, a tecnologia e a natureza, e que a par de ensaios visuais da sua autoria têm a inclusão de diversos ensaios escritos inéditos de autores nacionais e internacionais.